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Barman da Velocidade – Episódio 9 – GP da Bélgica

Vamos lá galera! Mais um episódio saindo do forno contando as desventuras de Spa-Francorchamps.

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A Nova Largada, o Novo Grosjean, o Velho Domínio, as Velhas Caduquices da FIA e Um Novo Patamar de Lambança com a Williams

Tópicos do vídeo

• Corrida emocionante? Só se a Mercedes deixar!

Casca de Banana:
• Quem largou mal (Rosberg, Massa, Nasr, Bottas)
• O arrisca-tudo de Vettel deu errado
• McLaren punida com 105 posições
• Williams e sua parada com pneus diferentes

Estrela da corrida
• Bons largadores (Hamilton, Perez, Grosjean, Ricciardo, Ericcson)
• Kvyat e Verstappen: garotos ousados
• Perez fazendo as honras da Force India
• Grosjean redentor

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Imagens: Globoesporte.com; Grande Prêmio; Motorsport.com

Músicas:

Music “DollHeads” by Ivan Chew
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Music “Drive” by Alex Berosa featuring cdk & Darryl J
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Under CC BY license http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/

Music “Hidden Blues” by Pitx featuring rocavaco
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Music “Kokokur” by Pitx
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Music “Zest” by Basematic featuring Urmymuse
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Music “Seeker” by Gurdonark
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Under CC BY license http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/

A dança da borracha estourada

Salve galera! O GP da Inglaterra entra para a história da Fórmula 1 para o bem e, principalmente, para o mal. A parte ruim fica na conta da família Moratti, dona da Pirelli. A borracha disponível para a etapa de hoje chegou a um nível crítico. Foram pelo menos cinco pneus estourados. Todos foram na mesma posição (traseiro esquerdo) e com cinco carros diferentes. O asfalto de Silverstone pode ser bem abrasivo, mas a quantidade de estouros levou a um nível perigoso demais, trazendo lembranças daquele fatídico fim de semana em Indianápolis.

Valeu Pirelli! (só que não)

Mas no fim, a corrida acabou sendo bem emocionante, seguramente foi a melhor do ano até aqui, mas o que embaralhou as cartas foi a quebra do câmbio de Sebastian Vettel há onze voltas para o fim. O Safety car, ao meu ver foi  desnecessário, pois dava para remover o carro sem  precisar parar a corrida, mas foi isso e as escolhas de parada nos boxes que fez a diferença.

Quem conseguiu se segurar bem na confusão foi Nico Rosberg. O alemão perdeu a posição para o rubrotaurino e andou próximo a corrida toda até o câmbio do líder do campeonato abrir o bico. Na bandeira amarela, a Mercedes errou ao colocar o composto mais duro na parte final, pois perdeu terreno na briga com Mark Webber, mesmo assim, a corrida da Britney foi perfeita e a equipe prateada conseguiu passar no teste das “vantagens do teste secreto”.

E o xeque-mate do campeonato foi para o vinagre

O australiano por muito pouco não conseguiu uma vitória épica. Para variar começou com uma das suas tradicionais largadas inacreditáveis, caindo de quarto para 15º. Mudando a estratégia e aproveitando a turma a sofrer com a borracha. O novo piloto da Porsche foi subindo e nas voltas finais veio voando e chegou muito perto de vencer. Uma bela atuação na primeira corrida após o anúncio da despedida da categoria.

O terceiro posto foi de Fernando Alonso, o homem de sorte. O asturiano foi subindo e descendo no grid, mas acertou nos pneus e subiu ao pódio. E como a sua catiça contra a turma dos energéticos deu certo pela primeira vez após cinco corridas, as esperanças no campeonato ainda sobrevivem.

Lewis Hamilton vai lamentar um bocado a chance perdida no GP caseiro. Fez uma boa largada mas foi a primeira vítima da maldição pirellista. Caindo para último, foi galgando posições e chegou bem perto do pódio. Não foi o domingo dos sonhos, mas a recuperação foi bonita.

Kimi Raikkonen adotou um  moicano misterioso e talvez o mostrasse no pódio, mas a equipe ferrou com ele ao não parar no último SC e viu o segundo lugar ruir para um decepcionante quinto posto. Apesar do resultado aquém das expectativas, o finlandês conseguiu se isolar na maior sequência de pontos da história da Fórmula 1, chegando a 25 corridas seguidas.

Logo atrás, veio Felipe Massa. O brasileiro fez uma grande largada e chegou ao quarto lugar, mas a zica da borracha lhe atingiu e lá foi a chance de um brilho tupiniquim. Quer dizer, até que não, pois a sua recuperação foi muito boa e chegou num sexto lugar satisfatório. Merece um crédito.

Na sequência dois que mereciam mais do que conseguiram. Adrian Sutil e Daniel Ricciardo andaram sempre na zona dos cinco primeiros e estavam em terceiro e quarto na relargada. No entanto, a alegria deles acabou com o mesmo erro de suas equipes, no qual a Lotus cometeu com o Kimi. No fim um sétimo e um oitavo normais.

Fecharam o pontos o aguerrido Paul di Resta, que lutou com muita gente boa durante a corrida inteira e somou dois pontos depois de largar de último. E o outro pontuável foi Nico Hulkenberg, tirando a Sauber da seca de seis corridas.

A Williams vei na sequência com os dois carros. Ficou no quase pela briga de pontos e segue na seca. Não foi a melhor forma de comemorar a corrida 600 da equipe. Mas ainda foi melhor que a McLaren, que viu Jenson Button sofrer no final da prova e Sergio Perez parar como vítima dos pneus malditos. Quem também foi vítima dos estouros foram Esteban Gutierrez, o último antes das nanicas, e Jean-Eric Vergne, o primeiro a sair da corrida.

Rosbife passou no teste da borracha. Santo teste!

Semana que vem tem corrida em Nurburgring, onde talvez algumas atitudes possam ser tomadas. O fato é que a FIA, a FOM e a Pirelli terão que tomar medidas de emergência, pois o desastre de hoje não pode se repetir de novo. Abraço!

Pos. Piloto (Nac./Equipe) Tempo
1º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) 52 voltas
2º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault) a 0s7
3º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) a 7s1
4º. Lewis Hamilton (ING/Mercedes) a 7s7
5º. Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) a 11s2
6º. Felipe Massa (BRA/Ferrari) a 14s5
7º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) a 16s3
8º. Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso-Ferrari) a 16s5
9º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes)  a17s9
10º. Nico Hulkenberg (ALE/Sauber-Ferrari) a 19s7
11º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) a 21s1
12º. Valtteri Bottas (FIN/Williams-Renault) a 25s0
13º. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) a 25s9
14º. Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber-Ferrari) a 26s2
15º. Charles Pic (FRA/Caterham-Renault) a 31s6
16º. Jules Bianchi (FRA/Marussia-Cosworth) a 36s0
17º. Max Chilton (ING/Marussia-Cosworth) a 1min07s6
18º. Giedo van der Garde (HOL/Caterham-Renault) a 1min07s0
Abandonaram:
Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) na volta 52
Sergio Pérez (MEX/McLaren-Mercedes) na volta 47
Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) na volta 42
Jean-Éric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari) na volta 35
Melhor volta: Mark Webber (Red Bull-Renault) 1min33s401 (volta 51)

Deixa na conta da borracha

Ele sorriu sim, mas desta vez foi porque era champanhe mesmo!

Fala pessoal! Acabou a instantes a primeira etapa do mundial de Fórmula 1 e o campeonato de 2013 começou com algumas surpresas, muitas delas na conta do pneu Pirelli. Não que a corrida tenha sido inesquecível, muito pelo contrário, foi monótona em muitos momentos e não teve um acidente e nenhum safety-car, coisas rotineiras em Melbourne, mas o GP da Austrália valeu a pena.

A vitória ficou em ótimas mãos. Kimi Raikkonen esteve com a melhor condição de pneus, fruto de uma vantagem do seu carro e do seu estilo de pilotagem e conseguiu uma vitória surpreendente. Festejou ao seu estilo: Comemoração tímida e um gole na champanhe (essa com álcool) e volta a liderar um campeonato pela primeira vez desde 2008. Um começo bem animador.

Bem da verdade, a Lotus não parece ter o carro mais rápido, mas encontrou o melhor ritmo de controle nos pneus e isso foi essencial para a estratégia funcionar, aliado ao estilo de guiar do finlandês. Neste quesito, algumas equipes não conseguiram manter a qualidade, outras melhoraram.

A Ferrari está num nível interessante e conseguiu um resultado excelente para o campeonato. O segundo lugar de Fernando Alonso é excepcional para o projeto do título. Chegar a frente de Sebastian Vettel foi a grande conquista da Estaberria de Maranello, que acertou na hora do segundo pit-stop, até por iniciativa própria do espanhol. Como a Red Bull não conseguiu um bom ritmo com a borracha, o alemão não ameaçou ao ferrarista e ficou apenas em terceiro. Um alívio para quem temia uma lavada da turma dos energéticos na temporada e sinal que há trabalho pela frente.

Em quarto, ficou Felipe Massa. O brasileiro foi ousado em alguns momentos, mas demorou duas voltas a mais que Alonso na segunda parada. A tática ferrarista custou o lugar do brasileiro no pódio. Muitos torcedores reclamaram de favorecimento ferrarista a Alonso, mas talvez tenha sido mais um erro do que uma manobra. Reclamações um pouco exageradas. No entanto, o resultado é um dos melhores em relação ao retrospecto dele, que historicamente é ruim na Austrália, apesar de tudo, não dá para sair chateado de Melbourne.

Lewis Hamilton estreou pela Mercedes e tentou a mesma estratégia de Kimi, no entanto, o carro prateado continua com seus problemas crônicos de consumo de pneus e o inglês não pôde fazer mais que o quinto posto, com direito a uma super fritada numa disputa com Alonso. Diante do abandono de Nico Rosberg, o saldo não é dos melhores da escuderia germânica, mas já tem um trabalho sendo desenvolvido.

Logo a seguir veio Mark Webber, que mais uma vez decepcionou os fãs na sua terra natal. Com mais uma largada bizarra e com uma atuação discretíssima, o sexto lugar foi mais uma decepção gigantesca na carreira. Mais um sinal de outro ano apagado para o australiano?

Em sétimo, o nome da corrida: Adrian Sutil voltou à Fórmula 1 causando. O alemão partiu com os compostos médios e liderou a corrida por um tempo. Uma pena que no final os super-macios viraram farofa e seu desempenho caiu vertiginosamente, mas foi muito bem na defesa de posições (especialmente com Vettel e Massa) e terminou exatamente à frente de Paul di Resta, seu companheiro de equipe, que nunca esteve nas cabeças. Olho no bad-boy da Force India.

Fechando a zona de pontuação, a turma da decepção: A McLaren definitivamente errou a mão no MP4-28, tanto que o máximo que Jenson Button conseguiu foi um suado nono lugar, Sergio Perez quase pontuou, mas não conseguiu superar Romain Grosjean (que foi bem discreto e diante do fato de seu companheiro ser o vencedor, é sinal que não foi uma grande corrida) . Claro que há muita coisa pela frente, mas o pessoal de Woking tem que trabalhar muito para ter um carro decente ao longo do ano.

No mais, decepção na Sauber, já que Nico Hulkenberg não largou, com problemas na bomba, e com uma atuação apagada de Esteban Gutierrez, e super decepção na Williams, que viu Pastor Maldonado atolado na grama e Valteri Bottas se debatendo com um carro ruim, sinal de outra temporada negra em Grove. Na turma das nanicas, Jules Bianchi sobrou e mostra que é o melhor da patota, enquanto os demais mais apareceram atrapalhando os líderes.

Bom, é isso, semana que vem outro plantão da madrugada, em Kuala Lumpur, na Malásia. Veremos uma corrida mais emocionante? Será que a imprevisibilidade continua. Será que o tempo ajuda ou atrapalha? Tudo isso a gente escreve aqui. Abraço!

1 – Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) 1h30m03s225
2 – Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – a 12s451
3 – Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) – a 22s346
4 – Felipe Massa (BRA/ Ferrari) – a 33s577
5 – Lewis Hamilton (ING/Mercedes) – a 45s561
6 – Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault) – a 46s800
7 – Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) – a 1m05s068
8 – Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) – a 1m08s449
9 – Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) – a 1m21s630
10 – Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) – a 1m22s759
11- Sergio Pérez (MEX/McLaren-Mercedes) – a 1m23s367
12 – Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari) – a 1m23s857
13 – Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber-Ferrari) – a 1 volta
14 – Valtteri Bottas (FIN/Williams-Renault) – a 1 volta
15 – Jules Bianchi (FRA/Marussia-Cosworth) – a 1 volta
16 – Chalres Pic (FRA/Caterham-Renault) – a 2 voltas
17 – Max Chilton (ING/Marussia-Cosworth) – a 2 voltas
18 – Giedo van der Garde (HOL/Caterham-Renault) – a 2 voltas

Não completaram:
Daniel Ricciardo (ASU/Toro Rosso-Ferrari) – volta 40
Nico Rosberg (ALE/Mercedes)  – volta 26
Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) – volta 25
Nico Hulkenberg (ALE/Sauber-Ferrari)  – não largou

Melhor volta: Kimi Raikkonen (Lotus-Renault) 1:29.274 (56)

A Importancia Dos Pneus

“Tires degrade like mandioca…”

Ao final do Gp do Bahrain, Michael Schumacher, tb conhecido como “Queixudo”, reclamou bastante dos compostos da Pirelli para essa temporada de 2012. Seu ponto principal foi o fato dos pneus se desgastarem demais, proporcionalmente a velocidade do veiculo. Ou seja, se vc pisar fundo, os pneus gastam rapidinho…Mas se vc pegar leve, os pneus duram MUITO mais…

Este é o problema: a diferença entre “pé-embaixo” e o “pega-leve” é ENORME! No mínimo, uma parada de diferença. Melhor poupar pneus do que acelerar…O Queixaba reclamava exatamente disso. Ele chegou a dizer…: “Eu acho que a maioria dos pilotos pegou leve por causa dos pneus. Eu só me pergunto se os pneus deveriam fazer tamanha diferença ou se eles fossem feitos para durar um pouco mais para que possamos guiar numa velocidade de corrida, não como se o pace-car estivesse na nossa frente.”

Gostei do que o Queixume falou! Esses novos compostos reagem bem diferente de pista pra pista e de carro pra carro; o que torna o mundial super interessante, mas é como uma loteria: honesta mas falsa.

Falsa…Mas honesta.

“fdp…”

Ok, momento-viagem…Lembram-se do campeonato de 1981? Cada circuito tinha um carro que se adaptava melhor. Era Piquet, Reutemann, Alan Jones, Alain Prost… Todos ganharam corridas naquela temporada…Gilles ganhou 2 corridas, Jarama e Mônaco.

Acontece que naquela época, os carros eram bem diferentes uns dos outros. Basta olhar as fotos da época. Os desenhistas tentavam coisas diferentes, aerodinâmica não era tão desenvolvida…Carros eram diferentes!

Hoje, 2012, vemos carros semelhantes uns aos outros. Claro. Mas o alerta é de que talvez essa tal “igualdade” que vemos nesse ano, se dá ao fato dos pneus serem como são, se desgatam rapidamente em alta velocidade.

Fiquemos atentos ao desempenho dos pneus/carros para a proxima corrida.

E Feliz 5 de Maio!

por Trapizomba, El Guapo

Balanço da temporada: As novidades técnicas

Por Eduardo Casola Filho

Temporada 2011, cheia de emoções?

Este campeonato de 2011 teve muitas mudanças na parte técnica dos carros. para permitir mais ultrapassagens. Vamos avaliar esta situação.

Kers

Red Bull, Williams e Nissan concordam: Estes pôneis malditos.

Dentre as novidades, o Sistema de Recuperação de Energia Cinética, o Kers foi o menos badalado. Desta vez Mais equipes aderiram ao seu uso. O aumento para 80 cavalos durante seis segundo não tem sido tão decisivo nas disputas por posição..

Mesmo assim ele tem feito algumas mudanças, mas só quando o bendito falha. Assim algumas equipes que tem problemas acabam sofrendo com o uso do aparelho. Exemplos são Red Bull e Williams, que reclamaram bastante este ano a ineficácia da bateria. Neste ponto, suas rivais agradecem, pois facilita as ultrapassagens. Ou seja, quanto mais ineficiente, melhor!

Asa Móvel

Este funcionou

O DRS (Drag Reduction System) Foi a inovação mais polêmica. Todo mundo reclama  que através dele as ultrapassagens se tornaram artificiais. De fato o índice aumentaram muito. Em 11 corridas foram 720 ultrapassagens. O recorde na históira da categora até então era de 666 em 1984, com todas as corridas!

Este recurso diminuiu o drama da baixa estabilidade com o downforce em determinadas pistas. Na minha opinião deixar só um ponto da pista foi o suficiente. Foi uma mudança necessária mesmo. Mas o que realmente revolucionou foi o…

Pneu Pirelli

Deve melhorar em 2012

Após 19 anos, os italianos voltaram a fornecer pneus para a F1. Os pneus que fizeram, pecam pelo baixíssima durabilidade, provocando um aumento significativo de pit-stops. Como a única peça do carro que toca o chão, é a que causa mais diferença no desempenho.

Acredito que hajam pelo menos duas  justificativas pela forma como os pneus se degradam.

-A FIA pediu à Pirelli que os pneus fossem menos duráveis. A antecessora Brigdestone fez pneus resistentes demais, tanto que no GP da Itália do ano passado, Sebastian Vettel só não fez a corrida inteira com um pneu macio, porque a regra exige uma parada. E de fato eles capricharam.

-Segundo relatório da fabricante japonesa, seriam necessários 18 meses de testes para produzir um pneu realmente bom para a corrida. Os italianos tiveram apenas 6 desde a sua escolha até o começo dos testes com a F1. Muito pouco para ter um resultado expressivo.

Claro, apesar da pulga da orelha dos investidores. Há um trabalho duro, com testes usando o Toyota TF109, testado atualmente pelo brasileiro Lucas di Grassi. É provável que em 2012 os pneus estejam mais duráveis e o índice de paradas deve cair.

O que seria ideal, seria o banimento da obrigatoriedade do uso de 2 pneus. assim abriria um leque de opções para estratégias diferentes, com os pneus se comportando fora do normal, as equipes poderiam ter uma situação a cada tática.

Por exemplo no cenário atual, onde os carros tem comportamento diferenciado para cada condição de pista. A Ferrari rende melhor com os compostos mais aquecidos e a pista  em alta temperatura. Já a McLaren melhora quando a pista está bem fria, ou com chuva. é algo que tem afetado nas disputas. Vejamos se estas mudanças permanecerão assim para as próximas temporadas, agora a Pirelli entendendo mais a regra do jogo.

Logo teremos o balança por pilotos e por equipes. É só aguardar!

Informações: Continental Circus e Blog da Julianne Cerasoli

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