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Barman da Velocidade – Ep. 29 e 30 – O fim de semana da velocidade

Olá galera! Completamos um ano do nosso canal e para celebrar, tudo sobre o fim de semana sagrado do automobilismo!

fds

Na F1, as polêmicas e as emoções de Mônaco, com a volta de Hamilton, o erro energético, a treta na Sauber e muito mais:

Também tem pinceladas sobre as 500 milhas de Indianápolis e sobre Coca-Cola 600, em Charlotte.

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Tópicos do vídeo:

GP de Mônaco

• Cascas de banana
__o Verstappinho de bestial a besta
__o Nico Rosberg permitiu a reação?
__o Kimi Raikkonen em fim de semana desastroso
__o Dupla da Renault causando prejuízo
__o Treta melancólica na Sauber
____ Deja vu para Ericcson

• Estrelas
__o Sergio Perez mais uma vez no pódio
__o Fernando Alonso: quinto com autoridade
__o Lewis Hamilton voltando a ser aquele

Indy e Nascar:

• Indy 500
__o Alexander Rossi, vencedor improvável
__o Brasileiros bem, mas sem sorte no fim
__o Decepção dos grandes

• Coca-Cola 600
__o Truex Jr. Soberano em Charlotte
__o Buschinho in the wall

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Imagens: Autosport; F1 (Facebook); Grande Prêmio; Motorsport.com

Músicas:
Music “DollHeads” by Ivan Chew
Available at ccMixter.org http://dig.ccmixter.org/files/ramblin…
Under CC BY license http://creativecommons.org/licenses/b…

Music “Drive” by Alex Berosa featuring cdk & Darryl J
Available at ccMixter.org http://dig.ccmixter.org/files/AlexBer…
Under CC BY license http://creativecommons.org/licenses/b…

Music “Hidden Blues” by Pitx featuring rocavaco
Available at ccMixter.org http://dig.ccmixter.org/files/Pitx/27007
Under CC BY license http://creativecommons.org/licenses/b…

Music “Kokokur” by Pitx
Available at ccMixter.org http://dig.ccmixter.org/files/Pitx/15328
Under CC BY license http://creativecommons.org/licenses/b…

Music “Zest” by Basematic featuring Urmymuse
Available at ccMixter.org http://dig.ccmixter.org/files/basemat…
Under CC BY license http://creativecommons.org/licenses/b…

Music “Seeker” by Gurdonark
Available at ccMixter.org http://dig.ccmixter.org/files/gurdona…
Under CC BY license http://creativecommons.org/licenses/b…

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Turbo: Sim, um dejà vu, mas vale (e muito) a pena

Cartaz oficial dos Estados Unidos

Salve galera! Estou aqui aproveitando esse fim de semana bem devagar para o automobilismo para falar de algo que envolve o esporte a motor e o cinema. Este ano está bem interessante para fãs de automobilismo em relação ao lançamento de filmes que envolvem o tema. Teremos o “Rush” a partir de setembro, mas nas telinhas do Brasil, mas agora, tem uma animação para a garotada: a animação “Turbo”, da Dreamworks, que se aventura no universo da Indy, com a história de um caracol que sonha em correr as 500 milhas de Indianapolis. Vou tentar fazer uma resenha, mas sem dar uma de spoiler aqui.

(Obs: Esse trailer estava na página do Facebook, mas a dublagem está diferente no filme exibido nos cinemas)

Bom, para começar, digo que o filme tem uma sensação de dejà vu, pois o seu enredo lembra bastante o de “Carros”, o filme feito pela Disney/Pixar em 2006, com a sua história voltando-se para o lado da Nascar. Também há uma breve lembrança do último filme do Herbie (aquele com a Lindsay Lohan). No entanto, algumas coisas tornam esta animação muito interessante, talvez porque trate de outra categoria.

O filme retrata bem a parte da imponência da tradicional corrida na Brickyard e mostra este lado humilde e mais humano, mais raçudo do automobilismo. Algo que não costumamos ver na F1, por exemplo, e que ainda tem esta raiz nas categorias estadunidenses. A própria chegada do caracol e o espanto que causa são marcas de outros tempos da prova nos mais de cem anos de história.

Outro ponto que achei curioso foi a parte de organização da categoria: (aqui vai cornetada) a história mostra uma falácia sobre a presença do protagonista na corrida, apesar do regulamento não restringir que caracóis disputem provas com o DW12, de acordo com a história, tanto que o presidente da Indycar queria impedir a participação do molusco, mas teve que engolir a aclamação popular. Mas isso também não faz tanta diferença depois de todos aquelas regras esquisitas e de situações bizarras que a Indy viveu nestes últimos anos.

Para quem relargou uma corrida em oval com pista molhada, colocar um caracol para correr não é nada. Não é, Will Power?

Brincadeiras à parte, a animação tem condições de trazer benefícios enormes para a Indy. O motivo que digo vem diante dos outros filmes que citei acima, especialmente o “Carros”. Frequento vários grupos de automobilismo do Facebook e um dos que sou mais assíduo é o “NASCAR só para Fãs”, onde já alguns membros falando que começaram a assistir a categoria depois desta animação.

Acredito que isso pode e deve ajudar a criançada a acompanhar a Indy com mais atenção. Depois de assistir o filme, logo eles reconhecerão as provas da categoria com a deste filme, o que pode atrair novos fãs. E a produção do filme também colabora com isso.

A Penske deu uma força com os dois carros da equipe aparecendo, embora nem Helio Castroneves, nem Will Power foram citados, mas os bólidos 3 e 12 aparecem com as pinturas que costumam ser usadas. Noutra cena do filme, aparece uma piloto mulher que foi a vencedora da etapa de São Paulo, acertando a ordem cronológica do calendário da categoria (o bom é que a dublagem não chamou a corrida de Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé), na sequência é citado um brasileiro, que me fugiu o nome, mas falam que o apelido dele é açougueiro, porque ele foi açougueiro antes de ser piloto (pelo menos carne é melhor que massa), mas esses dois nem fala tem.

Guy Gagné (ou Champignon), pentacampeão da Indy 500. Parece alguém?

O único piloto que realmente “aparece” é o vilão do filme, que era o ídolo do caracol Turbo antes da lesma começar a sua carreira. É um sujeito chamado Guy Gagné (na dublagem tupiniquim ficou Guy Champignon), que provou o leite dos vencedores por cinco vezes e era o piloto mais badalado até a chegada do molusco. A intenção da produtora foi deixar o sujeito a “imagem e semelhança” de Dario Franchitti, piloto da Ganassi, mas apesar de alguns traços lembrarem o escocês, achei ele uma mistura de David Villa, atacante da Espanha, e Alain Prost, como apontou o Tazio. Muita gente discordou da aparência dos dois serem parecidas, mas admito que vejo um leve traço do professor no antagonista. (ainda mais nas atitudes dentro da pista) [/sennista mode]

Bom, acho que a história, por mais surreal que pareça, é bem trabalhada e consegue atrair animar o público. Acho que pode ser uma ótima opção para você levar os seus filhos para o cinema e assistir a sessão. E como envolve automobilismo e a Indy foi bem mostrada na sua atmosfera, agrada também aos cabeças de gasolina. Eu recomendo!

Bom, é isso. outra resenha mandarei quando for lançado o “Rush”, quer dizer, isso se não detonarem demais esta tentativa, mas vamos arriscar, pois pode dar certo, como aconteceu com o “Turbo”. Abraço!

INDYscutívelmente Ridículo

Vamos arrumar logo essa m…

É pessoal, a Fórmula Indy sempre consegue se superar. Hoje mais um capítulo confuso na sequência da categoria. Desta vez o GP de Detroit foi marcado pela qualidade do asfalto que se desmanchou no meio da corrida e causou a interrupção por mais de uma hora.

A encrenca começou quando dois pilotos bateram. O “Danico” James Hinchcliffe e o malogrado japonês Takuma Sato, sendo o canadense devido à saída do remendo no asfalto e a perda de aderência com o “tufo” da pista que se soltou com o decorrer das 41 voltas até então.

Para a solução disso tiveram que recorrer a uma bela argamassa de secagem rápida e das 90 voltas previstas, a corrida interrompida na volta 45 voltou apenas para mais quinze, além de afetada por uma garoa nas voltas finais.

Mais uma vez a Indy dá sinais que tem muito a melhorar em organização. Tá certo que não é a primeira categoria que teve problemas com asfalto, mas tem sofrido com os problemas constantes de organização, que outra vez deixou na mão. Desse jeito fica difícil as coisas darem certo.

Quanto ao desempenho dos pilotos. A turma da Honda (leia-se Ganassi) virou o jogo em cima da Chevrolet no domínio do campeonato. Desta vez foi Scott Dixon que liderou de ponta-a-ponta e venceu sem contestação. Dario Franchitti fez outra recuperação brilhante e fechou a dobradinha de sua equipe.

Fechando o pódio, o bom piloto francês Simon Pagenaud, fazendo corridas exemplares, o piloto que já foi parceiro do Gil de Ferran na Grand-Am vem fazendo uma ótima temporada. Desse jeito pode pintar em uma equipe mais forte em 2013.

Will Power foi o melhor da turma da gravatinha em quarto, mas já fica o sinal de alerta depois do início fulminante. Mesmo que a diferença dele ainda seja um pouco confortável, já há o risco de vê-lo perder o campeonato mais uma vez.

Tony Kanaan foi o melhor brasileiro, partiu de 18º, apostou numa boa estratégia e chegou a andar em terceiro. No fim acabou na sexta posição, mostrando que está acima do carro que tem.

O mesmo Rubens Barrichello não pode dizer. Com muitos problemas no fim de semana. largou de último depois de trocar o chassi, tentou reagir, mas problemas mecânicos acabaram com sua corrida no começo. Definitivamente não foi o fim de semana dele.

Helio Castroneves andou no meio do pelotão a maior parte da corrida, chegou a estar em quarto, mas rodou sozinho no retorno da prova, depois da bandeira vermelha. De quebra foi atingido por Ed Carpenter e ficou longe das primeiras posições. Outro sinal da nuvem negra que ronda a Penske.

Próxima etapa será no Texas, um circuito oval neste sábado à noite. Quem topa deixar a saideira de lado para curtir a prova? Acho que só os mais loucos por velocidade mesmo…

1º. Scott Dixon (NZL/Chip Ganassi-Honda), 60 voltas
2º. Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi-Honda), a 1s9628
3º. Simon Pagenaud (FRA/Schmidt Hamilton-Honda), a 2s4773
4º. Will Power (AUS/Penske-Chevrolet), a 23s5435
5º. Oriol Servià (ESP/Dreyer & Reinbold-Chevrolet), a 9s6619
6º. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), a 10s1676
7º. Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet), a 10s6455
8º. Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 11s1048
9º. Mike Conway (ING/A. J. Foyt-Honda), a 11s5315
10º. Alex Tagliani (CAN/BHA-Honda), a 12s5688
11º. Marco Andretti (EUA/Andretti-Chevrolet), a 24s5855
12º. J. R. Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet), a 25s0071
13º. Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet), a 26s6600
14º. Simona de Silvestro (SUI/HVM-Lotus), a 28s4369
15º. Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman-Honda), a 1 volta
16º. Ryan Briscoce (AUS/Penske-Chevrolet), a 1 volta
17º. Hélio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet), a 1 volta
18º. Ernesto Viso (VEN/KV-Chevrolet), a 1 volta
19º. Graham Rahal (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 2 voltas
20º. Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman-Honda), abandonou
21º. James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet), abandonou
22º. Justin Wilson (ING/Dale Coyne-Honda), abandonou
23º. James Jakes (ING/Dale Coyne-Honda), abandonou
24º. Sébastien Bourdais (FRA/Dragon-Chevrolet), abandonou
25º. Rubens Barrichello (BRA/KV-Chevrolet), abandonou

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Agora a treta ficou séria!

Falando em loucura, a F1 também anda se metendo em lugar onde não deve. Desta vez é o Canadá a bola da vez. A situação anda tensa devido a uma lei que proíbe protestos no Estado de Quebec, onde fica a cidade de Montreal, onde fica o  circuito Gilles Villeneuve.

As reclamações já ocorrem por conta das altas mensalidades das universidades locais e o governo quis reprimir duramente o protesto. Com isso, as autoridades querem evitar que  usem a corrida como protesto. A situação lá, para alguns, está chegando ao nível do Bahrein dois meses atrás.

Resultado: Já há reclamações para a realização do GP. O Grupo Annonymous já ameaçou derrubar mais sites relacionados com a F1, como na corrida barenita e hoje foi anunciado que não teremos a festa pré-corrida tradicional de Montreal, quando os pilotos entram em contato com o público que vai acompanhar a corrida, por medo de algum atentado.

Pelo visto, a coisa anda muito complicada lá. Claro que não há o mesmo clamor para o cancelamento da prova, como ocorreu lá no Oriente, e nem a situação parece assustar tanto o pessoal que vai para lá como foi no Bahrein e como falam que é no Brasil.   O fato é que o GP não está tranquilo e podemos ter novos problemas.

As coisas não caminham bem para estes lados do Atlântico. Que fase…

Foi melhor, mas não tanto

Chamem o Kimi!

E terminou a corrida da Marginal da Indy. Desta vez a chuva não veio e a corrida seguiu tranquila sem sustos. A organização foi bem. Não teve nenhum grande erro, a não ser as rolhas da champanhe entaladas na festa do pódio (deveriam ter chamado o Kimi para ajudar), mas a turma que trabalho este fim de semana foi melhor que nos anos anteriores. A prática vai melhorando…

A corrida em si não foi lá tão emocionante, mas tivemos uns momentos interessantes e quem foi ao Anhembi não saiu emocionado. Do mesmo modo, durante o fim de semana, os pilotos mostraram-se satisfeitos com a torcida e a sensaão foi de dever cumprido, para alguns.

O vencedor, Will Power, foi soberano. Dominou todos os treinos e teve o controle da corrida todos os instantes. O australiano é o melhor piloto do grid e é o grande favorito para levar o seu primeiro título, que escapou nos últimos anos. Há gente mais exaltada que gostaria de vê-lo na F1, mas por outros que fizeram isso, acho que o ambiente e a condição que ele encontra lá, o melhor é ficar por lá mesmo.

Manobra brilhante do primo da Sabrina

Outro nome que gostei bastante foi o de Takuma Sato. O japa partiu de penúltimo e escapou das confusões, foi subindo pela estratégia e fez a manobra da corrida, passando Helio Castroneves e Dario Franchitti de uma vez. O arrojo de sempre, mas com competência, no fim um merecido terceiro lugar atrás de Ryan Hunter-Reay (ou Reay-Hunter, Luciano do Valle?)

O Homem-Aranha também fez bonito. Partiu de 18º, seguiu uma estratégia diferente, onde a Indy permite essas mudanças e pulou logo para as cabeças. Depois de problemas durante os treinos, o resultado é interessante para o campeonato pois o prejuízo para Will Power não foi tão grande,  para manter-se firme na briga pelo caneco.

Rubens Barrichello teve uma corrida como costumava ter em Interlagos. Chegou com  todo o carinho da torcida e demonstrou toda a emoção pelo contato com a torcida sempre fiel, mas na corrida teve dificuldades. Chegou a andar em terceiro, mas a maluquês das táticas de combustível jogou não só ele como os companheiros da KV lá pra trás.  O décimo lugar ficou apenas razoável para o saldo do fim de semana.

Tony Kanaan e Bia Figueiredo também brigaram lá em cima mas tiveram muito azar. O baiano também fez uma belíssima manobra em cima de Castroneves e do Barrica, mas o problema da estratégia e uma confusão no final da corrida arruinaram suas chances. A mesma confusão frustrou a pilota brasileira, mas esta fez uma boa exibição mostrando arrojo pra cima dos marmanjos. Ainda tomou duas punições discutíveis, mas mas já mostrou que pode guiar bem nesta temporada.

E é isso. Alguém quer dizer algo? Abraço!

1º. Will Power (AUS/Penske-Chevrolet), 75 voltas
2º. Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet), a 0s904
3º. Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman-Honda), a 2s390
4º. Hélio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet), a 4s548
5º. Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi-Honda), a 5s172
6º. James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet), a 6s261
7º. J. R. Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet), a 8s376
8º. Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 8s590
9º. Ernesto Viso (VEN/KV-Chevrolet), a 10s344
10º. Rubens Barrichello (BRA/KV-Chevrolet), a 10s847
11º. Oriol Servià (ESP/Dreyer & Reinbold-Lotus), a 24s477
12º. Simon Pagenaud (FRA/Schmidt Hamilton-Honda), a 1 volta
13º. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), a 1 volta
14º. Marco Andretti (EUA/Andretti-Chevrolet), a 1 volta
15º. James Jakes (ING/Dale Coyne-Honda), a 1 volta
16º. Graham Rahal (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 1 volta
17º. Scott Dixon (NZL/Chip Ganassi-Honda), a 1 volta
18º. Sébastien Bourdais (FRA/Dragon-Lotus), a 1 volta
19º. Mike Conway (ING/A. J. Foyt-Honda), a 2 voltas
20º. Bia Figueiredo (BRA/Andretti-Chevrolet), a 3 voltas
21º. Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet), a 3 voltas

Não completaram:
Justin Wilson (ING/Dale Coyne-Honda),
Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman-Honda),
Simona de Silvestro (SUI/HVM-Lotus),
Ryan Briscoe (AUS/Penske-Chevrolet),
Katherine Legge (ING/Dragon-Lotus),

Classificação do Campeonato:

1. Will Power 180
2. Hélio Castroneves 135
3. James Hinchcliffe 123
4. Ryan Hunter-Reay 121
5. Simon Pagenaud 118
6. Scott Dixon 109
7. Takuma Sato 83
8. Ryan Briscoe 83
9. JR Hildebrand 83
10. Dario Franchitti 82
11. Rubens Barrichello 79
12. Graham Rahal 76
13. Ernesto Viso 76
14. Tony Kanaan 71
15. Charlie Kimball 68
16. Oriol Servià 64
17. Justin Wilson 64
18. Mike Conway 62
19. Marco Andretti 61
20. Sébastien Bourdais 59
21. James Jakes 58
22. Josef Newgarden 54
23. Ed Carpenter 52
24. Simona de Silvestro 48
25. Katherine Legge 46
26. Alex Tagliani 37
27. Bia Figueiredo 12

Algumas gotas

Vamos pontuar alguns assuntos deste fim de semana:

Di Grassi e Alguersuari cuidam da borracha

Di Grassi trilha F1 pela borracha

A Pirelli anunciou que terá uma dupla no comando dos testes dos pneus com o R31, carro da Renault-Lotus em 2011 nos testes dos compostos que equiparão os carros de 2012. Lucas di Grassi segue, agora com a companhia de Jaime Alguersuari. O espanhol conseguiu o emprego depois de ser defenestrado da Toro Rosso no fim da última temporada. A esperança é que o conhecimento dos pneus façam a diferença para serem lembrados pelos donos de equipe, e não apenas o dinheiro. Para o brasileiro “Analisando o lado técnico, estou na melhor posição possível”. Se vai rolar, isso ainda não se sabe, mas a tentatia é válida.

Rodízio ainda indefinido

Paul Ricard ainda não garantido

E o temido revezamento entre Spa-Francorchamps e Paul Ricard ainda não está definido. O problema é que a turma da Bastilha ainda não tem todas as garantias que possa bancar a corrida em Le Castellet, já que o governo não quer gastar os tubos na corrida. “As propostas são bastante razoáveis, mas nada foi fechado ainda”, disse o primeiro-ministro francês François Fillon. Portanto, nada definido e as chances de uma corrida em território gaulês não é tão grande.

Batata Quente no Bahrein

"Já pagaram? Então dá pra correr!!!"

Faltando três semanas para a temida corrida na península arábica, a coisa só anda a feder por aqueles lados e há um temor que as coisas desandem durante a corrida, como informou nosso camarada Speeder_76. Neste fim de semana já tivemos um fotógrafo metralhado e o presidente da Comissão de Direitos Humanos no Bahrein, Nabeel Rajab foi preso. Além disto, protestos e encrencas não param de acontecer há 22 dias da corrida. Mas para tio Bernie, tudo limpo, afinal a grana caiu no bolso. Resumindo, podemos ver o caos na corrida barenita se nada for feito. Há um buchicho de um plano B para o caso de cancelamento durante a semana de viagem da China (corrida anterior) para lá. Mas logisticamente falando pode ser terrível. Problemas à vista.

E Finalmente Indy

I got the power!

Na Fórmula Indy, corrida mais ou menos do mesmo nível da primeira, desta vez disputada no Alabama, mas as disputas foram mais intensas. Desta vez quem se deu bem foi Will Power. O australiano partiu de nono e foi feliz na estratégia de paradas e no jogo de bandeiras amarelas. Galgou a posição necessárias e chegou à ponta na parte final da corrida. Merecida vitória.

Scott Dixon repetiu o segundo lugar de St. Petesburg (nos EUA, não na Rússia) e tem sido um grande nome neste começo de ano, enquanto Dario Franchitti sofre para se adaptar ao carro novo, o neozelandês está andando muito.

Helio Castroneves não brilhou desta vez. Partiu da pole mas perdeu a liderança no primeiro pit-stop e não teve ritmo para brigar pela vitória, mesmo assim mantém a liderança com dois pontos de vantagem para Dixon. Na corrida destaque para Simon Pagenaud, francês que andou bem, fez boas ultrapassagens e chegou num excelente quinto posto.

E destaque também para Rubens Barrichello. Por boa parte da corrida, andou em posições intermediárias e até no fim do grid, mas no trecho final, foi agressivo, andou muito bem e chegou em oitavo. Foi o melhor piloto da KV e aparece em décimo no campeonato. Aos poucos, o Barrica vai pegando o jeito.

Tony Kanaan não teve sorte de novo. andou entre o quinto e o sétimo lugar pelo começo, mas teve um problema mecânico que o atrasou e com isso ficou só em 21º. Melhor sorte ao bom baiano, no mítico circuito de Long Beach, no dia 15.

1º. Will Power (AUS/Penske-Chevrolet), 90 voltas
2º. Scott Dixon (NZL/Chip Ganasssi-Honda), a 3s370
3º. Hélio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet), a 19s115
4º. Graham Rahal (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 19s339
5º. Simon Pagenaud (FRA/Schmidt Hamilton-Honda), a 20s105
6º. James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet), a 23s309
7º. Mike Conway (ING/AJ Foyt-Honda), a 24s555
8º. Rubens Barrichello (BRA/KV-Chevrolet), a 25s402
9º. Sébastien Bourdais (FRA/Dragon-Lotus), a 27s181
10º. Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi-Honda), a 32s737
11º. Marco Andretti (EUA/Andretti-Chevrolet), a 33s503
12º. Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet), a 35s873
13º. Oriol Servià (ESP/Dreyer & Reinbold-Lotus), a 37s894
14º. Ryan Briscoe (AUS/Penske-Chevrolet), a 41s674
15º. JR Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet), a 44s505
16º. James Jakes (ING/Dale Coyne-Honda), a 54s534
17º. Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman-Honda), a 1min00s618
18º. Ernesto Viso (VEN/KV-Chevrolet), a 1 volta
19º. Justin Wilson (ING/Dale Coyne-Honda), a 1 volta
20º. Simona de Silvestro (SUI/HVM-Lotus), a 1 volta
21º. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), a 1 volta
22º. Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet), a 2 voltas
23º. Katherine Legge (ING/Dragon-Lotus), a 5 voltas
24º. Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman-Honda), abandonou
25º. Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi-Honda), abandonou
26º. Alex Tagliani (CAN/BHA-Lotus), abandonou

Campeonato: Castroneves 86, Dixon 84, Power 77, Hinchcliffe 60, Pagenaud 58, Hunter-Reay 53, Rahal 50, Briscoe 46, Conway 38, Barrichello e Franchitti 37, Kanaan (26º) 22.

E é isso aí! Até lá! Abraço!

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