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Barman da Velocidade – Ep. 31 – GP do Canadá

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Olá pessoal. Mais um programa sai do forno. A nossa viagem ao Canadá teve detalhes bem interessantes que foram debatidos aqui.

Tópicos do vídeo

  • Casca de banana
    • Nico Rosberg só ficou para fora
      • O ponto de virada do campeonato
      • Mais problemas no carro 6
    • Estratégias de um jumento rampante
      • Choros e escapadas de Vettel
    • Os carmas de Massa
      • Carro deixou na mão duas vezes
      • Pressão da galera
      • Jejum é a causa?
    • Estrelas
      • Lewis Hamilton fazendo o dever de casa
      • Max Verstappen, casca dura para passar
      • Valteri Bottas reencontra o caminho do pódio

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Barman da Velocidade – Ep. 25 – GP do Bahrein

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Olá pessoal! Mais um episódio sai do forno com muitos detalhes sobre o GP do Bahrein! Confira já!

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Tópicos do vídeo

  • A raiva com a arbitragem, com o Audax e com a Sportv (e com todo mundo nas redes sociais!)
  • Cascas de banana
    • Motor Ferrari (ameaça desde sexta, entregou Vettel na volta de apresentação)
    • Engenheiros da Williams precisam de aulas com o Capitão Nascimento
      • Menção “honrosa” para o mergulho suicida do Bottas
    • Sauber à beira do precipício
    • Force India, o flop da pré-temporada
  • Estrelas
    • Nico Rosberg começa com tudo
    • Kimi Raikkonen, o melhor ferrarista
    • Haas e Grosjean: resultados reais!
    • Vandoorne salvando as honras da McLaren
    • Wehrlein e Manor em evolução

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Barman da Velocidade – Ep. 21 – GP de Abu Dhabi

E terminou a temporada 2015 da F1. Um ano que podia ser melhor, mas há muito a se falar

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Confira a análise dos destaques do fim de semana.

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Tópicos do vídeo

• Cascas de banana
__o Fernando Alonso
____ Última gongada no Q1
____ Batida com Nasr e Maldonado
____ Desânimo total
__o Williams
____ Desempenho em queda livre
____ Pits desastrosos
____ Batida do Bottas
__o Sauber
____ Outra em decadência
____ 2016 sombrio
__o Ferrari
____ Trapalhada no Q1 com Vettel
____ Trapalhada nos boxes com Kimi
____ Não impediu o P3 e P4

• Estrelas
__o Nico Rosberg
____ Doutrinador inútil?
____ Rei das corridas finais. Virá forte para 2016?
__o Sergio Perez
____ O melhor do resto
____ Chocolate no duelo interno
__o Carlos Sainz Jr.
____ Fim de semana melhor que do Verstappen
__o Jenson Button
____ Conseguiu o Q2
____ Lutou bem
____ Melhor que Alonso em 2015

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Momentos Históricos: GP da Bélgica de 1998 – a corrida do caos

O GP da Bélgica de Fórmula 1 sempre é um dos mais esperados do ano pelos fãs da velocidade. Com a prova na mítica pista de Spa-Francorchamps, a expectativa é que a primeira corrida após a pausa do verão europeu seja sempre épica. A expectativa não foi só atingida, como foi obliterada no ano de 1998.

Imagem: Site Damon Hill (não-oficial)

Pelo pódio, já dá para ver que não foi um dia normal

A história mostrava um campeonato polarizado entre a engenharia de um super-carro e um talento acima da média. Mika Hakkinen tinha em mãos o MP4/13, carro da McLaren projetado por Adrian Newey e com o potente motor Mercedes V10 e dominou o campeonato desde o início, mas tinha a concorrência da Ferrari, que, apesar de um instável F300, tinha Michael Schumacher para carregar a equipe nas costas e disputar o certame ponto a ponto.

Em Spa, Hakkinen chegava com a vantagem de 7 pontos para o alemão e fez a pole, tendo o companheiro David Coulthard a completar a primeira fila. Schumacher largava em quarto, ao lado da Jordan de Damon Hill.

Mas as chances do ferrarista surgiam com a chuva que caía na região das Ardenas naquele 30 de agosto, já que em pista molhada, o talento que sobrava a Schumi, faltava ao finlandês.

Os carros alinharam para a largada em pista molhada. Após o apagar do sinal, Foi Hakkinen quem largou bem e fez a La Source na frente. O spray de água que saíam dos carros não permitiam que se visse muita coisa do pelotão, mesmo com as câmeras mais modernas de televisão. Com essa dificuldade, o mundo chocou-se mais ainda com a imagem que vem a seguir.

(a partir dos 4 minutos)

É chover no molhado falar que este é um dos acidentes mais impressionantes dos 65 anos da história do campeonato mundial de F1. Um acidente múltiplo como pouco se viu. Um big one para fã da Nascar nenhum botar defeito.

Ao todo, os envolvidos foram David Coulthard (McLaren), Eddie Irvine (Ferrari), Alexander Wurz (Benetton), Rubens Barrichello (Stewart), Jos Verstappen (Stewart), Johnny Herbert (Sauber), Olivier Panis (Prost), Jarno Trulli (Prost), Mika Salo (Arrows), Pedro Paulo Diniz (Arrows), Toranosuke Takagi (Tyrrell), Ricardo Rosset (Tyrrell) e Shinji Nakano (Minardi).

Apesar da cena plástica, todos os pilotos envolvidos saíram ilesos. O único que reclamou de um hematoma na mão foi Rubens Barrichello, mas nada que preocupasse para uma nova largada, já que com a bandeira vermelha, a prova reiniciava do zero.

Imagem: Velocidad Pura

Prejuízo grande, mas só material

E, sim, naquele tempo, mesmo as equipes pobres de marré dispunham de um carro reserva para uma eventualidade deste tipo. O problema é que algumas escuderias tiveram danos demais com os dois carros e precisavam escolher um dos seus dois empregados para disputar a corrida.

As equipes que tiveram apenas um piloto envolvido não tiveram problemas com a reposição, já com Stewart, Prost, Arrows e Tyrrell, o negócio era limar um dos dois da disputa naquele momento.

Na equipe de Sir Jackie, Barrichello podia ser considerado o primeiro piloto, mas devido ao machucado e ao fato do carro reserva estar preparado ao holandês, o bólido substituto ficou para o pai do Max (que naquela época tinha exatos 11 meses de vida)

No time do francês tetracampeão mundial de F1, a preferência foi para o errático Trulli em detrimento de Panis. Na Arrows, o falastrão Salo teve que ver o herdeiro do grupo Pão de Açúcar e hoje pacato fazendeiro Pedro Paulo Diniz pilotar o belo bólido preto.

Por fim, a já moribunda Tyrrell escolheu obviamente o japonês favorito da equipe, Tora Takagi ao invés do patinho feio da equipe, o brasileiro Ricardo Rosset, que era tratado na escuderia como a mosca do cocô do cavalo do bandido. Pobre Rosset…

Enfim, após uma hora de espera,  corrida começava para valer. E o rumo dela mudara totalmente.

O segundo início foi bem diferente do primeiro. Hakkinen patinou mal e viu Damon Hill mergulhar na frente. O finlandês dividiu a curva com Schumacher e levou a pior. Para piorar, Johnny Herbert não conseguiu evitar o choque com a McLaren eliminando os dois pilotos.

Para aumentar a desgraça da turma de Woking, Coulthard envolveu-se em outro entrevero, batendo com a Benetton de Wurz. O escocês conseguiu voltar, ainda que uma semana depois do resto do pelotão.

Após a intervenção do Safety-Car, a prova recomeçou com Hill pressionado por Schumacher. O alemão não demorou muito e disparou na frente. Irvine tentou fazer a mesma coisa e danificou o bico, perdendo muito tempo.

Schumi abriu boa frente e partia tranquilo para uma vitória importante, que o colocaria na liderança do campeonato.

Enquanto isso, a chuva apertava e os pilotos tinham dificuldade em ficar na pista. Para piorar, o motor Ford do carro de Verstappen explodiu lançando óleo sobre a pista, já encharcada. Takagi e Jacques Villeneuve, o então atual campeão mundial, foram vítimas do estado traiçoeiro da pista.

Enquanto segurar o carro no asfalto parecia uma missão impossível, Schumacher passeava sobre às águas que caíam na região das Ardenas e nada parecia detê-lo.

Então, apareceu a McLaren de David Coulthard. O escocês estava a ponto de levar uma volta da Ferrari e havia uma preocupação enorme com a atitude do escocês.

Coulthard tirou o pé para deixar Schumacher passar, mas com a condição crítica de chuva e de visão da pista, o alemão não pôde perceber e abalroou a McLaren. Schumi seguiu para os boxes sem uma roda e Coulthard sem a asa dianteira.

Nos pits, outra cena digna de Nascar: Schumacher encosta o carro destruído na garagem, deixa o bólido e caminha furiosamente em direção da garagem da McLaren, tira o capacete e, com  uma expressão furiosa, tenta cobrir de porrada aquele bastardo escocês. A sorte de Coulthard foi que a turma do “deixa disto” estava dos dois lados.

Nota da redação: Coulthard admitiu anos depois que teve a intenção de ferrar aquele queixudo em prol da sua equipe, mas, depois do incidente, os dois tiveram uma longa conversa ficou tudo na paz ao longo dos anos.

Assim, a liderança novamente caía no colo de Hill. Enquanto isso, o caos continuava. Irvine rodava e acabava com as chances da Ferrari, logo depois, Giancarlo Fisichella acertou em cheio a Minardi de Shinji Nakano e causou o último Safety-Car da prova.

Naquele momento do campeonato, apenas seis carros estavam na pista: as Jordan de Hill e Ralf Schumacher, a Sauber de Jean Alesi, a Williams de Heinz-Harald Frentzen, a Arrows de Diniz e a Prost de Trulli (que estava duas voltas atrasado). Coulthard e Nakano, incrivelmente, voltaram depois, cinco voltas atrás dos ponteiros.

Galeria: Gran Premio de Belgica en Imagenes (Taringa.net)

Quase todos os carros que concluiíam a prova em uma imagem

Tudo tranquilo a partir de agora, certo? Não exatamente. O Schumacher mais novo veio com volúpia para buscar a vitória. Coube a Eddie Jordan botar a ordem na casa e mandar via rádio o novato a manter as posições para não colocar em risco a histórica vitória.

Mesmo assim, nada estragou a alegria amarela em Spa. Damon Hill fazia às pazes com a vitória após o título mundial de 1996 e dava para a simpática equipe Jordan a sua primeira vitória na categoria.

Lembrando que a Jordan tem muita história na pista belga. Foi lá em que a equipe permitiu a estreia de Michael Schumacher, em 1991, foi lá que Rubens Barrichello obteve a primeira pole dele e da escuderia. Foi lá que Tiago Vagaroso Monteiro somou o último ponto do time irlandês em 2005.

Imagem: Total Race

Festeja, Hill

A primeira vitória da Jordan Grand Prix só poderia ser lá mesmo. Em meio ao caos, um momento histórico!

Momentos Históricos – Grande Prêmio da Alemanha de 2000

Fala, pessoal! Estou aqui a relembrar mais uma corrida histórica. No dia 30 de julho de 2000, um piloto que era motivo apenas de piadas na sua terra natal calou a boca de muita gente e adquiriu o respeito do circo da Fórmula 1.

rubinho

O choro da vitória

A história começa a se desenhar no dia anterior. Na classificação, os rumos mudaram completamente. Rubens Barrichello foi um piloto que se deu muito mal. No início da sessão, a sua Ferrari #4 acabou parando com problemas de câmbio e Michael Schumacher havia batido seu carro na sexta-feira, o alemão já estava com o carro reserva.

Barrichello teve que esperar a equipe arrumar o bólido que seria do alemão para tentar uma volta. E para piorar, a chuva começou a cair na região do circuito de Hockenheim, justo quando quase todos já tinham marcado seu tempo em pista seca (Heinz-Harald Frentzen, da Jordan, teve sua volta impugnada por ter vazado uma das chincanes do antigo traçado da floresta).

Correndo o risco de sequer se classificar, por não ter o tempo mínimo dentro dos 107%, o brasileiro foi para a pista quase no fim da sessão e conseguiu o 18º tempo, exatamente atrás de Frentzen. Não era muito, mas dava para pensar numa boa estratégia para chegar nos pontos (vale lembrar que naquele ano, apenas os seis primeiros pontuavam). Parecia ser mais um fim de semana de “Pé-de-Chinelo” para o finalista.

Porém o domingo reservou grandes surpresas. Quando acordei para assistir a corrida, já estávamos na segunda volta e as posições do grid já tinham mudado totalmente. Os dois primeiros do grid, David Coulthard, da McLaren, e Schumacher largaram mal. Mika Hakkinen, também da equipe de Woking, era o líder.

O alemão, aliás, já nem estava na corrida. Logo na primeira curva, trancou o caminho da Benetton de Giancarlo Fisichella e ambos saíram da pista em direção aos pneus. Tudo por conta de uma sina que incomodava Schumi. Já contei esta história por aqui.

As duas McLaren já disparavam na frente, enquanto algumas equipes apareciam para surpreender, como a Jordan de Jarno Trulli e a Arrows, com Pedro de la Rosa, que vinham na sequência.

Barrichello, o único com um carro capaz de bater as flechas de prata, já tinha ganho dez posições nas duas primeiras voltas. E o brasileiro partia para o tudo ou nada, mesmo tendo de parar uma vez a mais nos boxes que os demais.

Logo, foi engolindo os adversários a sua frente um a um: as Arrows de Jos Verstappen e de De La Rosa, as Jaguar de Eddie Irvine e Johnny Herbert e a Jordan de Trulli, já atingindo terceiro posto antes da primeira torca de pneus e reabastecimento.

O máximo que dava para chegar era um pódio, pois não dava para alcançar os carros prata com potentes motores Mercedes, que estavam muito longe, cerca de 20 segundos e não daria tempo para tirar esta desvantagem, com uma parada a mais.

Mas o Sobrenatural de Almeida estava presente em Hockenheim naquele dia. Além dele, um sujeito chamado Robert Sehli estava em Hockenheimring esperando uma chance de aparecer ao mundo. A explicação: Sehli fora demitido pela Mercedes poucos dias antes e ele queria protestar contra a montadora da Estugarda.

maluco

TIRA ESSE MALUCO DAÍ!!!! (ou não?)

Na volta 25, o sujeito invade a primeira grande reta do circuito alemão mesmo com carros passando a mais de 300 quilômetros por hora. Enquanto todo mundo está atônito vendo àquela cena, a direção de prova chama o Safety Car. Sehli não teve muito tempo mais para aparecer, pois fora detido pelos fiscais de pista.

Nesta altura, muitos pilotos aproveitam para entrar nos boxes e completar o tanque a fim de terminar a corrida. Como as diferenças entre os pilotos desapareceram, a roda da fortuna começou a girar.

O Safety Car saiu, mas logo voltou. A Prost-Peugeot de Jean Alesi encontrou a Sauber do herdeiro do Grupo Pão de Açúcar e do atual pacato fazendeiro Pedro Paulo Diniz para bater forte e rodopiar lançando as rodas pelo caminho. Só o susto ficou para ambos.

Com essas confusões, um novo drama começou a atingir os pilotos. A chuva que esteve no fim de semana inteiro finalmente deu o ar da graça. Ela só caía na parte do Estádio do longo circuito alemão, enquanto a parte da Floresta Negra ainda tinha pista seca.

Alguns rodaram, (Alexander Wurz, da Benetton, e Jacques Villeneuve, da BAR) outros foram para os boxes colocar pneu de chuva, liderados por Hakkinen. Barrichello, Coulthard, Frentzen e Ricardo Zonta (da BAR) ficaram na pista e foram para o arrisca-tudo.

O escocês desistiu ao sentir que não dava mais, o alemão abandonou com problemas de câmbio e o brasileiro da BAR acabou batendo. Apenas Barrichello manteve-se naquela loucura.

Mas Barrichello levava vantagem em uma coisa que Hakkinen: o talento na chuva. O brasileiro conseguia neutralizar qualquer vantagem que o finlandês pudesse ter nessas condições.

Aos poucos, o mundo do automobilismo mobilizou-se por aquele que estava para ser um momento memorável. Um brasileiro que entrou na F1 e logo quis assumir uma função de “messias” após a morte de Ayrton Senna, que sofreu sete anos da carreira em equipes médias e que finalmente tinha um carro de ponta nas mãos.

Até aquele dia, Rubens Gonçalves Barrichello era apenas um motivo de piada no paddock. Ninguém o levava a sério, pelo menos aqui no Brasil. Eu sempre fui um dos que mais zoava aquele piloto. Nunca fui fã dele, digo conscientemente.

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Ele chegou lá!

Mas digo conscientemente também que dei o braço a torcer naquele dia. Torci como nunca para ele quebrasse um tabu de sete anos sem vitórias de pilotos da Pindorama. Emocionei-me, como muitos ao ver o ferrarista perto de alcançar o olimpo na categoria máxima do automobilismo.

Pode parecer ofensivo os últimos parágrafos, mas este era um pensamento de quem não tinha o acesso de todas as informações sobre a carreira de Barrichello, que não conhecia as suas lutas e os seus sacrifícios.

Quinze anos depois, ainda rio das piadas sobre o piloto e não nego que as faço, mas não esquecerei que ele foi grandioso em sua passagem na Fórmula 1, a que durou mais entre todos os pilotos que passaram pelo grid em todos os tempos. Por onze vezes, Barrichello alcançou o Olimpo. Sendo a primeira bastante especial.

Todo o circo da Fórmula 1 sentiu a importância daquele feito e não houve ninguém que estivesse emocionado, ou ao menos sensibilizado com o ocorrido. A narração de Galvão Bueno é perfeita com o cenário desta vitória.

Esta vitória eternizou Rubens Barrichello como um grande nome da história da Fórmula 1. E assim, este dia entrou para a história do automobilismo mundial. Um momento histórico!

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