Arquivo do autor:Eduardo Casola Filho

Venha para o lado veloz da força!

tiosam

Cantamos com você!

Olá amigos! Após muito tempo, há um post neste espaço. Infelizmente, não há tempo, nem paciência hábil para manter um blog, um canal, ou até mesmo uma página do Facebook em plena atividade.

Quero continuar na ativa, mas uma andorinha só não faz verão. É por isso que entro em contato com você que lê este texto.

Quer entrar para a blogosfera/podosfera do automobilismo brasileiro e mundial? Esta é a sua chance! Estou em busca de pessoas que gostam de automobilismo e que tenham o interesse de participar de um blog, podcast ou página sobre o tema.

Basta gostar e saber de esporte a motor (não apenas e necessariamente de Fórmula 1, mas de outras categorias também). Tem que ser uma pessoa que goste de comentar com responsabilidade, mas também com bom humor. Conhecimento básico em edição de imagem e/ou vídeo é um diferencial, mas não é item obrigatório.

Se interessou? Mande uma mensagem nas nossas redes sociais, com os links abaixo. O melhor do esporte a motor na internet estará cada vez melhor com você! Abraço!

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Por um 2017 melhor

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Olá pessoal! Peço desculpas pela ausência. Infelizmente, não consegui fazer posts com a frequência que gostaria. Fiquei mais focado no canal do Youtube, que ainda tem episódios para serem mandados ao ar.

Foi um ano cheio de acontecimentos e vocês sabem que ocorreu de tudo nos últimos 366 dias (sim, foi um ano bissexto), sabemos que o futuro é incerto em muitas esferas, mas este é o momento de refletir e pensar no melhor e fazer melhor no ano que virá.

portanto, ficam os votos de um 2017 melhor para todos e a expectativa de grandes novidades, pelo menos, nos nossos canais (blog, canal no Youtube e página no Facebook). Fiquem de olho.

Feliz 2017 a todos! Abraço!

Pintando o sete – malucos na mira

Fala pessoal! Ouvi minha consciência e volto a escrever neste humilde espaço. Realmente sei que o último dia de agosto foi bem complicado aqui na Pindorama, mas já escrevi e li o bastante sobre os rumos da política nacional. Agora o papo é sobre o automobilismo.

Tivemos muitas tretas sobre a Fórmula 1 esta semana após o GP da Bélgica em Spa-Francorchamps. Essas confusões tiveram como centro das atenções um nome: Max Verstappen. Exclamações vieram de todos os lados. Reclamações dos colegas de pista e de ex-pilotos ganharam as manchetes por todos os lados.

Essas declarações, obviamente, também se alastraram nas redes sociais.

Fiquei com a sensação de que houve exageros em vários lados. Ouvi e li muito a respeito do tema e chego a conclusão que houve exageros de vários lados sim, no entanto, mais contra o holandês. Reafirmo que o Verstappinho será um dos grandes em breve e não tenho medo de errar, pois acredito nessa possibilidade. Assim penso eu, embora saiba que ele tem muito a aprender.

Deste modo, vou elencar sete nomes que passaram pelo mesmo processo. Incluo causos envolvendo pilotos que foram execrados pelos excessos. Lendas do automobilismo estão inclusos. Meros coadjuvantes, idem. Aponto agora corredores que passaram pela mesma sabatina que o filho de Jos

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Jody Scheckter

O piloto sul-africano estreou na F1 em 1972 pelo terceiro carro da McLaren e logo chamou a atenção do paddock pelo estilo agressivo. Em 1973, fez cinco corridas e em quase todas arrumou encrenca.

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No GP da França, em Paul Ricard, liderou a primeira metade da prova, mas quando ameaçado pelo então campeão mundial, Emerson Fittipaldi, fechou a porta do brasileiro e os dois colidiram. O Rato saiu reclamando que Scheckter poderia machucar alguém.

Dito e feito: na etapa seguinte, em Silverstone, o sul-africano rodou na Woodcote e levou embora nada menos que dez carros juntos em um Big One. Entre os envolvidos, o italiano Andrea de Adamich teve múltiplas fraturas e abandonou o certame.

A Grand Prix Drivers Association (GPDA) não perdoou e cassou a superlicença de Schckter, a equipe de Teddy Mayer conseguiu reverter a situação conseguiu com que seu piloto disputasse as duas últimas provas de 1973, no Canadá e nos Estados Unidos.

Mas nem assim ele sossegou. Em Mosport, quase levou umas bolachas de François Cévert, após um acidente. Em Watkins Glein, foi a vez do veterano Graham Hill querer ir às vias de fato com aquele lunático.

Porém, a prova estadunidense foi um marco na mudança do estilo de Scheckter, depois que presenciou o acidente fatal de Cévert. Curiosamente, o sul-africano foi justamente à Tyrrell, com a ausência do francês e do aposentado Jackie Stewart.

Um Scheckter mais cerebral passou a dar as caras na F1, e os resultados vieram: na Tyrrell, três vitórias, inclusive com o mítico P34 (o carro de seis rodas), um vice-campeonato com a novata Wolf em 1977, e um título pela Ferrari em 1979, na base da regularidade, e que ficou marcado por ser o último antes do grande tabu da Estraberria de Maranello.

Riccardo Patrese

Quem diria que o italiano de Pádova fora considerado um piloto de ponta algum dia na vida. Patrese teve grande desempenho na base, foi inclusive campeão mundial de kart, feito que nenhum campeão da F1 conseguiu na carreira (E o Max Verstappen conseguiu também, será que a aposta é furada?).

Em 1977 fez algumas corridas pela Shadow, no ano seguinte, antigos sócios da escuderia lançaram seu próprio empreendimento com a recém-fundada Arrows. Patrese foi junto e fez corridas bem interessantes e não temia em disputar as freadas com os medalhões.

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Porém, no GP da Itália de 1978, estava no lugar errado na hora errada. Ao disputar posição com James Hunt, os dois se tocaram e provocaram uma grande carambola. Como devem se lembrar, este acabou sendo o acidente que matou a Ronnie Peterson.

O playboy campeão mundial de 1976 não fez a menor cerimônia em apontar o novato italiano como culpado pela tragédia. A GPDA o puniu por uma corrida e o italiano voltou sem a mesma gana de antes.

Teve passagem por equipes de ponta, como Brabham, Williams e Benetton, mas com 256 corridas, o melhor que conseguiu foram seis vitórias e um vice-campeonato com um carro de outro mundo, muitos pontos atrás do campeão, em 1992. Patrese entrou para a história mais como um segundo piloto mesmo.

Mika Hakkinen

Esse talvez é o que teve o período menos audacioso em sua carreira. Sim, ele teve seus boletins de ocorrência nas categorias de base, como todo piloto de base teve. Mas na F1 era tido como mais comportado.

No entanto, Hakkinen teve uma fase mais rebelde. Após dois anos regulares na cambaleante Lotus (nem tanto em 1992), o finlandês assumiu o posto de terceiro piloto da McLaren em 1993. Assumiu a titularidade com a dispensa de Michael Andretti e fez algumas graças diante de Ayrton Senna.

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Com a saída do brasileiro, Hakkinen era o primeiro piloto da equipe inglesa e tinha missão de liderar a escuderia de Woking em tempos de vacas magras. Claro que andar mais que o carro rendeu-lhe acidentes, críticas e punições.

Na Inglaterra, em 1994, o finlandês teve um duelo frenético com Rubens Barrichello e os dois se chocaram na última curva. O piloto da McLaren terminou á frente porque cruzou a meta final, enquanto o brasileiro foi para os pits.

A FIA não gostou nada da treta e puniu ambos com uma corrida de suspensão sob regime de sursis, ou seja, quando a suspensão é aplicada quando o piloto apronta de novo.

Eis que na corrida seguinte Hakkinen oblitera quase metade do grid na largada. A entidade máxima do automobilismo não pensa duas vezes e aplica punição pra valer no finlandês.

Hakkinen deu uma sossegada depois disso e do seu acidente quase fatal em 1995, na Austrália, foi fiel a Mclaren e quando Adrian Newey desembarcou lá e carro foi competitivo, a recompensa foi com dois títulos.

Juan Pablo Montoya

Um piloto que, por mais confusão se envolvesse, nunca mudou seu estilo foi Juan Pablo Montoya. Sua passagem pela F1 e´sempre lembrada pela agressividade e pelas efemérides.

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Naturalmente, havia críticas de todos os lados. Uma das mais contundentes foi de Jacques Villeneuve. A relação dos dois azedou de vez em 2001. Após um toque entre os dois, o canadense bateu forte e chamou Montoya de louco, que respondeu: “Quem é você para exigir segurança, você já matou uma pessoa este ano.”, lembrando de um acidente em que os destroços do carro de Villeneuve atingiram e mataram um fiscal na Austrália. Uma ironia se pensarmos que o mesmo Villeneuve falou que o Verstappinho vai matar alguém da forma como pilota.

O filho de Gilles e o colombiano quase saíram na porrada, sendo salvos pela turma do “deixa disso”. A GPDA pensou em intervir em cima do piloto da Williams, mas ficou na ameaça.

Outros pilotos não nutriam simpatia pelo rechonchudo latino, em especial, os irmãos Schumacher (ainda mais o companheiro de equipe Ralf). Foram muitas disputas que terminaram em toques e acidentes durante o período em Grove.

A situação piorou ainda mais no período de um ano e meio na McLaren, que terminou com acidente espetacular em Indianápolis e a demissão. Montoya rumou para os Estados Unidos e seguiu fazendo suas loucuras na Nascar e na Indy. Na F1 teve sete vitórias e dois terceiros lugares no campeonato de pilotos.

Podia ter ido mais longe se não fosse tão tresloucado, mas ainda considero um piloto que podia ter sido mais sortudo na carreira.

Lewis Hamilton

Agora a coisa esquenta. os últimos nomes são multicampeões mas passaram por momentos de críticas na pista.

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Hamilton já demonstrava ousadia desde cedo. Assim irritou Fernando Alonso e cantou de galo em 2007, apesar de não ter sido campeão. O título viria no ano seguinte, depois de um campeonato bem disputado e de duelos intensos nas corridas. Porém os dois anos posteriores foram de rendimento aquém do esperado da McLaren.

Em 2011, Hamilton esteve no fundo do poço. Teve uma temporada abaixo do esperado, e terminou apenas em quinto, atrás de um instável Mark Webber e um Alonso sem um grande carro na Ferrari.

O ano do inglês foi marcado por toques, punições e abandonos, seguido de notícias extra pista (separações, festas e até um suposto envolvimento com a Cientologia!). O seu alvo principal foi o não menos instável Felipe Massa. Foram cinco toques entre os dois, nas corridas de Mônaco, Inglaterra, Singapura, Japão e Índia.

Após muitas críticas e broncas, Hamilton tentou botar a cabeça no lugar e viu que não havia um futuro promissor em Woking, depois da ida para a Mercedes, as coisas se acertaram e, se fora das pistas, as coisas ainda seguem agitadas, dentro dela, não há muito o que se questionar.

Michael Schumacher

O heptacampeão mundial é incontestavelmente um dos melhores pilotos de todos os tempos, mas o seu legado não é unanimidade muito pela fama de “Dick Vigarista” que carregou na carreira.

Essa foi uma fama que veio desde cedo. A sua rápida ascensão já chamava a atenção de todos no paddock. As disputas intensas na frente nem sempre terminavam do jeito que se esperava.

Houve desentendimentos com outros pilotos a partir de 1992, em especial com Ayrton Senna. Discussões entre ambos em ocorreram em pelo menos três ocasiões, com  destaque para o ocorrido no GP da França.

No ano seguinte, Schumi seguiu com atuações ousadas e com acidentes e abandonos. Sobrou esporro até de Galvão Bueno.

A desconfiança sobre Schumacher começou a desaparecer em 1994, quando a Benetton tinha um carro competitivo e dominou aquela temporada. O título veio e seria um excelente cala-boca, se não fosse AQUELE desfecho.

Apesar disso, o incontestável bicampeonato em 1995 mostrou que o título não foi por acaso. Depois para a ida na Ferrari, o projeto era tirar a equipe da fila que começou lá no título de Scheckter e teve que se desdobrar, o que levou aos comentários mais negativos.

Dois fatos em especial. O primeiro, foi na decisão de 1997 contra Jacques Villeneuve e o incidente que lhe custou a desclassificação. Outro foi no ano seguinte: um chega pra lá em Heinz Harald Frentzen no GP do Canadá (detalhe, Schumacher tomou um stop-and-go e ainda ganhou a corrida)

Claro que houve outros problemas na era Ferrari, que até dava um Pintando o Sete com o alemão apenas, mas a era Schumacher também será lembrada mais pelos seus méritos.

Ayrton Senna

Outro piloto que será lembrado pelo méritos e amado por muitos é Ayrton Senna, no entanto, os críticos tiveram elementos de sobra para desmistificar o brasileiro.

Senna sempre foi marcado por ser um piloto audacioso além da conta, o que irritava demais seus concorrentes. Na Fórmula 1, em 1985, todos os principais pilotos do grid tiveram alguma queixa do corredor da Lotus naquele ano.

Dois exemplos: em Mônaco, Senna foi para a pista no final da classificação com pneus usados para impedir que os rivais melhorassem o tempo trancando o caminho, Niki lauda e Michele Alboreto foram os mais enfáticos. No GP da Europa, Keke Rosberg e Nelson Piquet foram suas vítimas. Só que o pai de Nico resolveu dar o troco dentro da pista.

No entanto, os momentos mais arriscados de Senna foram na McLaren mesmo. Momentos como as das decisões com Prost estão na retina do fã da F1, mas houve outras tantas que ficaram na história.

Tem duas que cito. A primeira em Portugal 1988, uma fechada inominável em cima de Prost nos boxes.

Outro momento foi na Alemanha em 1991. Pode não ter parecido muito, mas Jean-Marie Balestre teve que dar uma reprimenda em ambos pela discussão pós-corrida: (a imagem desse vídeo está invertida)

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Bom, claro que tive,os outros pilotos tresloucados que geraram birra dos concorrentes e da mídia. Citei alguns que tiveram uma longa duração na F1 e resultados. Se você se lembrar de mais, cite nos comentários. Abraço!

Fontes: Blog Rodrigo Mattar, Continental Circus, Autoforum, Wikipédia.

P.S.Há uma mensagem subliminar nos cinco primeiros parágrafos, sobre a política brasileira em 2016. Quem será o detetivão a descobrir o que é? Sei que quase ninguém concordará integralmente, mas não darei mais dicas.

Barman da Velocidade – Ep. 31 – GP do Canadá

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Olá pessoal. Mais um programa sai do forno. A nossa viagem ao Canadá teve detalhes bem interessantes que foram debatidos aqui.

Tópicos do vídeo

  • Casca de banana
    • Nico Rosberg só ficou para fora
      • O ponto de virada do campeonato
      • Mais problemas no carro 6
    • Estratégias de um jumento rampante
      • Choros e escapadas de Vettel
    • Os carmas de Massa
      • Carro deixou na mão duas vezes
      • Pressão da galera
      • Jejum é a causa?
    • Estrelas
      • Lewis Hamilton fazendo o dever de casa
      • Max Verstappen, casca dura para passar
      • Valteri Bottas reencontra o caminho do pódio

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Barman da Velocidade – Ep. 29 e 30 – O fim de semana da velocidade

Olá galera! Completamos um ano do nosso canal e para celebrar, tudo sobre o fim de semana sagrado do automobilismo!

fds

Na F1, as polêmicas e as emoções de Mônaco, com a volta de Hamilton, o erro energético, a treta na Sauber e muito mais:

Também tem pinceladas sobre as 500 milhas de Indianápolis e sobre Coca-Cola 600, em Charlotte.

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Tópicos do vídeo:

GP de Mônaco

• Cascas de banana
__o Verstappinho de bestial a besta
__o Nico Rosberg permitiu a reação?
__o Kimi Raikkonen em fim de semana desastroso
__o Dupla da Renault causando prejuízo
__o Treta melancólica na Sauber
____ Deja vu para Ericcson

• Estrelas
__o Sergio Perez mais uma vez no pódio
__o Fernando Alonso: quinto com autoridade
__o Lewis Hamilton voltando a ser aquele

Indy e Nascar:

• Indy 500
__o Alexander Rossi, vencedor improvável
__o Brasileiros bem, mas sem sorte no fim
__o Decepção dos grandes

• Coca-Cola 600
__o Truex Jr. Soberano em Charlotte
__o Buschinho in the wall

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