To bring more all purples


Esse será do mesmo nível?

Fala pessoal, vamos para mais um dia de apresentações. Já que a Mercedes ainda caminha devagar com o lançamento do seu W04 (pelo visto vai ser mais fácil vê-lo amanhã), a Red Bull colocou no mundo o bólido que ira defender o título dos três últimos mundiais, com mistérios, mudanças e uma certa arrogância.

O carro rubrotaurino não foi apresentado por meio de um streaming normal, apenas apareceu por meio de um vídeo que mostrou a montagem do RB9 em sua fábrica, na cidade de Milton Keynes. Teve uma apresentação mais formal com os pilotos e a equipe, mas fechado para visualização, até proibindo a divulgação imediata de fotos do carro por redes sociais. Até dá para entender a preocupação por alguma cópia dos concorrentes, mas se o carro vai para pista normalmente, por que essa tentativa? Bola fora da turma dos energéticos.

Bom, voltando ao possante, houve surpresas na configuração. A grande mudança e a inclusão do roxo nas cores da equipe, sendo configurado nas laterais e nas asas do RB9, provavelmente devido ao aumento do espaço da Infiniti como parceira dos rubrotaurinos, que ficou evidenciado nas áreas mais nobres de patrocinadores. Honestamente, não me agradou muito.

Na parte aerodinâmica, pouca coisa notável. A lateral mais esguia e o mais importante foi a manutenção do degrau no bico, mas sem nenhum orifício de entrada de ar, como seu antecessor. Adrian Newey achou por bem não colocar a tal capa poiss teria que ser bem comprida e pesaria mais no carro. A ponta do bico também está mais baixa, podendo promover mais ganhos aerodinâmicos. E na traseira, há um novo suporte entre a suspensão e a asa. O que será que representa?

Confesso que fiquei um pouc decepcionado com o carro, mas vieram mudanças e como falei antes: “Carro bonito é o que ganha corrida”. E com ele, Sebastian vettel vai tentar o tetracampeonato. Não podemos nunca menosprezar o trabalho de Newey, mas fico com um pé atrás em relação ao projeto. Só saberemos quando o RB9 andar pra valer.

Antes duas gotas:

-A Ferrari confirmou que Rory Byrne voltará à Fórmula 1 em 2014. O sul-africano trabalhará no carro que terá as novas especificações técnicas, como o novo motor turbo. Byrne foi o projetitsta de todos os carros em que Michael Schumacher foi campeão do mundo, e fez parte do super time da Estaberria de Maranello nos anos 2000. Vale lembrar que só os carros dele e os de Adrian Newey venceram campeonatos entre 1992 e 2004. Portanto pode voltar a ser uma batalha interessante dos dois projetistas.

-Outra envolvendo cavalos e touros foi um artigo de Andrew Benson para a BBC, onde afirma que Fernando Alonso teria exigido uma cláusula contratual onde fosse vetada uma eventual contratação de Sebastian Vettel enquanto ele estiver correndo pelo cavalinho rampante. Essa cláusula já existia para Lewis Hamilton, e pelo visto o asturiano não quer se meter em encrencas num eventual duelo interno, apeasr das epseculações da eventual ida do alemão para Maranello. Bom a prática não é novidade na Fórmula 1, então pelo avisto quem sonha em ver o jovem tricampeão junto aos tifosi, deveesperar muitos anos ainda. Ou talvez desista de vez.

Bom, é isso, amanhã a verdadeira apresentação da Mercedes, além da Toro Rosso. Aproveitem o domingo. Abraço!

Publicado em fevereiro 3, 2013, em Automobilismo, Carros novos, F1 e marcado como , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 4 Comentários.

  1. – Excelente noticia que Byrne vai voltar. So’ falta o Gordon Murray voltar tb, seria ducaralho.

    – A Ferrada nao precisa do Vettel, o Alonso e’ bem melhor.

  2. Podcast F1 Brasil / Carlos Del Valle

    Se o lance da cláusula do Alonso for verdade, Deus castiga, vem o Hulkenberg e põe água no chopp dele….

  3. Choronso é um cagão. Só ganha do segundo piloto quando este não tem culhões, como massaroca.
    Trapi, o New Dick Vigarista tem que provar pra mim que ele é melhor que o Feeeeeeeettel. Na reta final de 2012 ele andou menos que o caneloni. Estou torcendo para ele ter umas duas quebras com o ravioli pegando pódio e aí a crise se instala de vez na estrebaria.

  4. É o último ano do Massa na F1, portanto, ou corre de verdade e tenta alguma coisa ou vai apenas ser mais um brasileirinho a descortinar o palco dos campeões, aliás, a tal polêmica do ‘passa’ só acontece com pilotos brasileiros, ou é impressão minha?

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