Será que ainda gostamos da F1?


por Marco Bidart

Graham Hill disse certa vez que guiar um F1 é como pilotar uma banheira cheia de gasolina fumando um charuto cubano. Essa frase de efeito do velho campeão remete as épocas em que pilotos ainda faziam significativa diferença na hora de definir as provas. Sei que essa tecla é batida e muito foi discutido sobre esse assunto, não obstante a cada nova temporada que se aproxima – como é natural – começamos a pensar sobre que tipo de competitividade iremos encontrar e não é errado dizer que todos temos esperança de não nos depararmos com outra temporada vídeo game. Sei que houve alguns anos de boas brigas, como as temporadas de 2005 a 2008, destacando as duas últimas, e ainda um louvável 2010, onde Alonso foi sensacional e desafiou as poderosas RBR com uma Ferrari um degrau abaixo, coisa que o bosta do Schumacher nunca conseguiu fazer e por isso é a merda que é desde seu patético retorno.

Banheira do Hill...falta o cubano

“Eu esperava por isso há sete anos”
(Joan, mulher de Gilles Villeneuve, comentando a morte do
marido no GP da Bélgica de 82)

Vejam bem, não é em vão que me deleitei vituperando aquele piloteco de play station, mas o fiz para destacar o fato de que, a partir do uso de ajuda eletrônica, legal ou ilegal, inaugurou-se uma era em que o piloto deixou de ser a diferença na hora de disputar títulos mundiais. Eu disse títulos, não corridas, porque considero que ainda existem momentos em que alguns fora do normal conseguem proezas à moda antiga. Só para citá-los, incluo Vettel, Alonso e Hamilton nesse Olimpo. Não sem razão são deles cinco dos últimos sete títulos mundiais da categoria, tendo como exceção Raikkonen e Button, pilotos um degrau abaixo, porém ótimos. Contudo, nos anos anteriores tivemos uma sucessão de carros campeões. Em 1994 e 1995, além de muito bem nascidos, os Bennetton contavam com ajuda eletrônica ilegal e ‘otras cositas mas’, recursos que as demais equipes que alinhavam não possuíam e sequer podiam pensar em copiar, já que se encontravam fora do regulamento. Essa falcatrua se sustentou pelo lobby FIA-FOM (se bem me lembro, mas posso estar errando nas siglas, o que faz pouca diferença, pois a falta de esportividade é a mesma). O resultado disso foi um campeão fabricado.

Em 1996 e 1997, novos campeões até hoje sumamente contestados, uns dois degraus abaixo da supracitada turma no terceiro milênio. Os anos seguintes, 1998 e 1999 não foram diferentes, com o acréscimo de que a falta de garra e apatia de Mika Hakkinen eram muito superiores ao seu enorme talento, o que ficou evidenciado na dificuldade que teve em faturar o bicampeonato, mesmo disputando com Irvine, um cocô, devido ao acidente de Schumacher.

Se no meu tempo de piloto os carros fossem seguros como são hoje, eu ainda teria minhas orelhas
(Nikki Lauda)

Até a primeira metade dos anos 2000 ocorre o apogeu dessa era de carros campeões. Pilotando uma corporação inteira, com a categoria nas mãos e sem rivais – honrosa exceção a temporada de 2003, em que Raikkonen teve o melhor desempenho da sua carreira e que lhe valeu o posto de segundo melhor piloto finlandês de todos os tempos –, Michel Schumacher escreveu seu nome na matemática da F1 com um lápis B2, embora tenha deixado uma borracha branca como sua bunda por perto e ao alcance de um metrossexual doidinho por apagar tudo.

Piquet péssimo na foto

“Eu acelero, você dirige”

(Alessandro Nannini para Piquet, após o acidente do brasileiro na Indy,o nde quase perdeu os pés. Nannini, depois de um acidente de helicóptero, quase perdeu uma das mãos)

Hoje vivemos tempos incertos, tão incertos como os descaminhos que os cartolas da F1 insistem em percorrer para salvá-la. Eu, que praticamente me criei assistindo corridas já nem sei mais se gosto de F1. Por ser de uma geração já antiga para os padrões atuais, não suporto comentar somente sobre avanços tecnológicos de carros sem sequer ser relevante discutir o talento dos pilotos atuantes. Aliás, talento é um item raro na F1 dos dias de hoje. O que temos é uma sucessão de pangarés que mal conseguem arriscar uma volta mágica, não sei se por falta de talento puro ou porque Harry Potter se encarregou de destruir a magia existente, e intuitiva, que acreditávamos respirar num passado nem tão distante assim.

“A maioria do pessoal que vê uma corrida de Fórmula 1 quer ver mesmo é trombada e capotagem, quer ver o circo pegar fogo”
(Piquet, no programa Roda Viva, da TV Cultura, em 2 de maio de
1994, um dia após a morte de Ayrton Senna)

Será que ainda gostamos de F1 ou simplesmente somos uns esperançosos que sonham em encontrar outros Fangio, Clark, Hill – pai –, Stewart, Fittipaldi, Villeneuve – pai –, Piquet, Prost, Mansell ou Senna? Será que a F1 sobrevive pela tecnologia e o dinheiro que a coloca no status de top ou apenas pela lembrança do que um dia o fator humano significou na obtenção e manutenção de sua história?

Essas perguntas me assombram a cada ano e a cada ano procuro uma nova motivação para assistir um campeonato inteiro, embora confesse que menos e menos corridas me interessam porque, somado aos fatores que elenquei acima, ainda temos o sucateamento das grandes pistas do passado, sumariamente substituídas por insossos circuitos montados em desertos e nações que pouco ou nada se interessam pela gloria de um esporte que ergueu ao patamar de heróis homens verdadeiramente destemidos, malucos até, que não mediam esforços na hora de buscar chegar à frente, domando máquinas muitas vezes indomáveis, ademais de insubstituíveis.

“Foi como fazer um looping com um Boeing 747”
(Jackie Stewart, falando sobre a ultrapassagem de Piquet sobre Senna no GP da Hungria de 86)

É com dor e pesar que assisto ao fim de uma era. O esporte a motor não é mais esporte e talvez por isso, no Brasil, terra do último grande herói dessa fantasia contemporânea, não se reconhece o automobilismo como tal. O que para muitos é um absurdo non sense, para mim é a mais coerente das omissões. Claro que o futebol deveria estar nesse saco e, enquanto espécie, se ainda tivermos vergonha na cara, assim como um dia pensamos e acordamos em escrever a Declaração dos Direitos Humanos, nesta época que a tecnologia nos confunde e mitiga o sentido de condição, seria apropriado criar a Declaração dos Princípios do Esporte, tentando salvar o último baluarte de humanidade que reside na nossa lista de costumes, costumes que vão ficando cada vez mais estranhos e pouco naturais.

Quem sabe voltar a fumar um charuto dentro da banheira de Hill – curioso que seu filho Damon tenha sido um campeão tão contestado – seja a saída para humanizar outra vez a F1, pois desde que o mundo é mundo morre gente competindo esportivamente e, tenho certeza, esses mortos repetiriam as coisas que fizeram sem nenhum temor, pois faziam o que faziam por amor. E, amigos, morrer de amor deve ser bem melhor que viver num estojo tchekoviano.

Herança bendita

"Você vai vencer nessa banheira, mas papai é papai..."

Publicado em março 10, 2012, em Automobilismo, F1, Reflexão e marcado como , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 93 Comentários.

  1. Eduardo Casola Filho

    Faz tempo que o piloto de F1 não é exatamente o fator de diferença entre os carros. Por mais que um carro muito bom seja fundamental para ganhar corridas, antigamente, víamos pilotos que compensavam a deficiência técnica. Hoje parece que a coisa está distante.

  2. Cheguei na conclusão que se existisse internet e esse texto fosse escrito por essa pessoa no ano de 1969 iriam chover comentários sobre esse negócio ridículo que apareceu na F-1 de aerofólios, acabou a graça do esporte, quer dizer que agora o vento contrário vai dar grip??? E o grip mecânico?? o acerto de suspensão não será tão importante mais… Credo, bom mesmo era Fangio não esse bosta de Stewart que só ta ganhando alguma coisa por conta do Clark ter morrido… Sem contar esse papo de segurança que ele fica falando e esta mutilando nossos autódromos…

    • Com certeza seria assim, no entanto, é preciso levantar a voz quando estamos descontentes com o rumo das coisas, mesmo que seja inevitável, pois pelo menos será possível dirimir o impacto das mudanças, assim como desacelerá-las um pouco. Do contrário, meu amigo, a mesma cadeira que você abanca sua bunda todos os dias para escrever já teria um pinto de silicone como acessório de série, prevendo que o sexo virtual seja uma tendência inevitável.

      • Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

        A minha mesa podia ter uma buça de silicone retrátil… trabalho um pouco, paro pra dar uma fornicada… e assim vai… meu trabalho nunca mais ia sair ‘nas coxas’.

  3. Post sensacional, Bidart!
    Concordo com praticamente tudo que vc falou, sempre pensei assim… “masssssss!”, durante a leitura, ocorreu-me um contraponto.
    Se eu viesse aqui para falar tudo que já foi dito no post, não teria nada a acrescentar (desculpem-me pela redundancia, foi apenas para visualizar melhor a situação). O interessante, neste momento, é desafiar, “provocar” as pessoas (no bom sentido).
    Então, eu indago: será que todo esse desprezo que sentimos pela F1 atual não é um ressentimento pelo fato de não termos tido nenhum outro brasileiro campeão, depois de tantas glórias no passado e depois da morte do Senna? Será que se Hamilton, Alonso ou Vettel fossem brasileiros não seriamos mais tolerantes em relação a essa “maquinização” da F1? Será que não buscariamos enxergar as coisas por outro aspecto e falariamos “puxa, que trabalho de equipe sensacional, que resultado incrivel eles conseguiram, que coisa maravilhosa a forma como o piloto conseguiu dominar a máquina com toda aquela tecnologia!” De certo, não seria a mesma emoção do passado, não seria a mesma sensação que tinhamos ao ver (por exemplo!) o Senna pilotando debaixo de chuva… mas, ainda assim, a formula 1 poderia ser interessante, poderia consumir parte de nossa atenção e de nossa emoção, apesar de toda essa artificialização… talvez, insistissemos em acompanhar com “fidelidade” o representante tupiniquim que colocasse o “carro entre os dentes” e fizesse tocar o lendário tema da vitória… “ou não!” – afinal, tudo que eu estou falando é mera divagação, baseada em uma hipótese inexistente.
    Há tempos, eu vinha pensando exatamente as mesmas coisas que estão no post, mas confrontar incertezas com nossas opiniões é sempre o caminho mais interessante.

    • O brasileiro e’ mesmo pachequista…se tivessemos um brazuca ganhando tudo, iriamos amar a F1 como e’.

      Mas nao o velho Trapi. Adoraria ver um brazuca ganhar, mas nao como Schumi ganhou, cheio de TRETAS e 3 segundos a frente do segundo. Ou como Vettel vem ganhando.

      Quero ver competicao, nao procissoes de carros.

    • Creio que a luta de Felipe Massa em 2008 valeu como um título. Como eu comentava na época, ele era um operário, uma formiguinha que a cada corrida consegui subjugar suas enormes limitações e venceu pilotos muito melhores do que ele. Perdeu por um detalhe; como dizem no RS: “Por uma tetinha não foi cadela”. Tinha, claro, um dos quatro melhores carros do grid. Mesmo assim, não mudo minha opinião sobre a realidade desse esporte e de outros.
      No que tange a torcida, é claro que minha MOTIVAÇÃO seria outra com respeito à F1 se um brasileiro estivesse papando títulos, embora minha ANÁLISE seria a mesma, até porque, sempre fui daqueles que não gosta de passeios ou goleadas constantes. Perde a graça. No campeonato gaúcho, por exemplo, torço pelas equipes do interior. Me aborrece esse negócio de vitória do mais forte ou do favorito. Sou adepto às façanhas, a vitória do azarão e é esse o legado que meu sangue charrúa faz aflorar, pois da terra onde nasci cada triunfo esportivo, sem dúvida, sempre será uma zebra.

      • Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

        Cabe lembrar que sem as sabotagens Rubens teria brigado pelo título com Jenson, mas quis o time seguir a prática Rossense de eliminar a concorrência interna por vias criminosas. Mas se assim fosse, e tivessem brigado pelo título os dois BrawnGPs assim que se deu a ascenção Rubista e o declínio Jensoniano, e se Rubens tivesse conquistado esse título, não teria tanta graça, pois teria sido com um carro muito mais rápido que os outros e com um aparato até hoje questionado se dentro ou fora do regulamento. Eu estaria comemorando até hoje, mas não com o mesmo entusiasmo com que tenho sempre apoiado o maior piloto brasileiro pós Ayrton.

  4. Brilhante post Xará

  5. Um post HISTORICO!!!

    Temo que, com o Barrica na Indy, iremos migrar para a categoria americana. Assisti algumas corridas e a competitividade e’ bem maior, uma vez que os chassis sao os mesmos. As corridas sao interessantes.

    Veremos.

    • Caducou, mano? Competitividade numa categoria em que defender posição dá bandeira preta? Na Indy fazem o que eu faço na estrada: encostou na minha traseira, saio da frente e deixo o apressadinho ir embora. O Barrica vai nadar de braçada nas Américas.

  6. “Ele tem pouco em comum com Schumacher. Ele me lembra mais Ayrton Senna” – Gerhard Berger, sobre Sebastian Vettel

    Caraca, agora e’ que eu li isso.

    Falou merda… Na unica pressao que esse moleque levou (do Button) ele rodou, e o cara me compara ele com o Senna?

    Fala serio…

  7. Ok, o carro do Vettel tem TRETA e anda mais que o dos outros… mas por que não fazem isso no carro do Webber? Será que não somos nós subestimando os pilotos? Quando schumi ganhava tudo o Rubens tava sempre na cola dele (segurando os outros?), mas isso não parece acontecer com o Webber.

    A F1 está muito tecnologiquinha, mas há tempos não existe controle de tração e estabilidade. O freio é puramente MECÂNICO, não tem sequer ajuda hidráulica (como nos carros de rua) nem ABS. Ainda são espaçonaves carros de corrida. O que me parece agora é que a diferença entre os carros é muito maior do que antes, como eram os carros do outro planeta lá.

  8. Belíssimo post, grande Bidart! Quando eu crescer quero escrever com essa emoção! E só quem pode compreender nossa nostalgia somos nós da velha guarda dos anos 70 / 80. Contestam muito o fato do “menino do Hill” (hahahah), ter sido campeão, mas esquecem que o SchuMaca tirou um campeonato do Damon na “treta”, fora aquela famosa colisão.

  9. Eduardo Casola Filho

    Falarei uma coisa sobre o post do Bidart, que acho relevante compartilhar com vocês

    Publiquei o link deste post em grupos do Facebook dos quais participo. Infelizmente a maioria detonou de forma ostensiva. Parece que o povo que não está presente à FUFA não compreende a linguagem dos nossos nobres membros. Talvez o mundo ainda não esteja preparado para o estilo de vida dos veteranos do Fórmula UK. Paciência…

    • Detonou como? Gostaria de saber os detalhes, por pura curiosidade cientifica, uma vez que todos tem o direito de ter opinioes diferentes. Mas seria interesante ouvir a opiniao dos outros, tentar entender o pq certas pessoas nao gostaram deste post HISTORICO.

      • Eduardo Casola Filho

        Criticaram o modo Bidart de escrever, achando que foi muito chulo. Tem gente que ainda não está preparada para entender o modo fufeiro. Lamentável.

        • Casola, provavelmente as pessoas que leram o post de Bidart não tenham nem metade da idade dele. É importante saber opiniões diferentes de gerações diferentes. Ocorre que, infelizmente, a molecada tá tão acostumada a ler (se é que lêem!) Crepúsculo e Harry Porter, que não sabem distinguir o que é chulo e o que não é em um texto crítico, com pitadas de ironia e de sarcasmo. Ironia e sarcasmo é coisa para poucos! Obviamente que aqui estou generalizando. Tem muito guri por aí que dá show em cima de qualquer marmanjo, mas isso não é regra, infelizmente!

        • chulo? a linguagem usada foi excelente….nao entendo…

      • Trabizomba, eu fui um dos que “detonou”… aliás acho que acabei sendo um dos que mais se empenhou nisso pois achei a visão do texto extremamente limitada e cega por nostalgia.

        Acho que a opinião dele quanto ao talento do Shumacher é absurda, uma pessoa que tem o número de conquistas do alemão tende a trazer muita polêmica e dúvida, porém as pessoas se esquecem dos tempos dele na Ferrari de 1996 a 1998 onde ele andava sempre no limite, fez corridas históricas como GP da Espanha de 1996 sempre com carro inferior.

        Escrevi também algo que postei aqui mesmo acima e posto novamente…

        ” Cheguei na conclusão que se existisse internet e esse texto fosse escrito por essa pessoa no ano de 1969 iriam chover comentários sobre esse negócio ridículo que apareceu na F-1 de aerofólios, acabou a graça do esporte, quer dizer que agora o vento contrário vai dar grip??? E o grip mecânico?? o acerto de suspensão não será tão importante mais… Credo, bom mesmo era Fangio não esse bosta de Stewart que só ta ganhando alguma coisa por conta do Clark ter morrido… Sem contar esse papo de segurança que ele fica falando e esta mutilando nossos autódromos…”

        Outra coisa engraçada, Frank Williams uma vez disse a diferença dos campeões do passado para os atuais é apenas a data de nascimento, e tirando aquela época que o Lauda quis fazer graça e passou vergonha na Jaguar, nunca nenhum piloto do passado disse que os pilotos de hoje não prestam ou algo do tipo, isso é coisa de fan nostálgico que não sabe abrir os olhos para as coisas novas e fica preso em uma fantasia que acaba criando.
        Claro que tem gente aqui que entende mais que o FRANK WILLIAMS.

        Gente, na minha opinião não existe carro mais bonito que os da década de 60, é interessante a profissionalização da década de 70, a força dos motores na década de 80, a busca pela melhor eletrônica na década de 90 e agora a busca pela melhor aerodinâmica.

        A exigência dos pilotos hoje é extremamente maior, ele deve levar uma vida mais regrada e saudável por conta do preparo físico que deve ter para aguentar a força-g extremamente alta gerada pelas curvas e fantástica capacidade de freio dos carros atuais.

        Ficar até tarde discutindo com os engenheiros as milhares de informações que eles e seus computadores acumularam durante o treino para chegar a uma conclusão do que exatamente deve ser feito com o carro no dia seguinte.

        Isso sem contar a profissionalização que já é exigida dele aos 9 anos e durante toda adolescência quando ainda no kart (Digo isso por experiência própria).

        Stewart iniciou sua carreira de piloto aos 21 anos (se não me engano), no seu segundo ano de automobilismo foi correr de F-3 Inglesa e foi campeão. Coloque um cara de 21 anos que só correu em categorias como paulista de marcas e coloque no F-3 ano que vem, ele não vai fazer nada pois os outros competidores já tem mais de 10 anos de experiência no automobilismo.

        Um piloto atual passa a corrida toda sem poder errar tendo que lidar com informações do box, centenas de combinações diferentes em seu volante, trabalham um balanço de freio a cada setor da pista e as vezes, como o Shumacher fazia, trabalhava um balanço de freio por curva em voltas de qualify. Lembrando que isso tudo é feito manualmente pelo piloto dentro do cockpit.

        Agora tudo isso é questão de opinião, eu tenho a minha e ele tem a dele, o problema que causou tanta revolta por parte de todos que leram lá foi a forma extremamente ofensiva e desrespeitosa que foi escrita, como foi dito, quem escreve dessa forma acaba passando impressão de que não entende do assunto e tem pouca capacidade de argumentação. Pode não ser verdade porém foi a impressão que causou não só a mim e sim a todos,

        • O problema é que vc ainda é novo no jargão Bidartiano. A ironia e o passionalismo é marca registrada do pessoal antigo do boteco. Continue com a gente. Sua opiniões engrossam o caldo cultural nosso de cada dia nesta assunto apaixonante chamado F1. Mas sem barrica perdeu um pouco da graça. Por quem iremos chorar?

        • Perfeita argumentação!

          Mas é justamente isso que dizemos neste blog, hoje a coisa está muito eletrônica! Os pilotos não estão mais preocupados em pilotar e sim em programar o carro. Quando você se foca só em uma coisa você consegue a excelência naquilo. Agora os pilotos têm que ser bons em programar o carro e pilotar, talvez até os tornando melhores que os pilotos passados, mas assim o esporte fica robotizado… É esse o ponto. Parece ter perdido aquela forma humana de antes.

          • Sim concordo 100% Motta.

            Outra coisa que escrevi foi que a F-1 não mudou, quem mudou foi o mundo e consequentemente o automobilismo. O mundo todo está mais automatizado, capitalizado, técnico, profissional, etc….

            Por exemplo na minha profissão, piloto de avião, hoje em dia um piloto deve estar atualizado constantemente e estudando os sistemas da aeronave cada vez mais automatizada para que tenha controle de tudo e saiba o que fazer.

            Um piloto atual de 737 ou A320 tira do chão, pousa e decola um DC-3 (avião comercial da década de 40 e 50), já um piloto que só voou nessa época no cockpit de uma aeronave atual não saberia nem acionar os motores. A coisa é parecida no automobilismo.

        • Eduardo Casola Filho

          Entendemos aqui o seu ponto de vista. E é bom aparecer mais gente para argumentar com opiniões diferentes. Assim podemos analisar todos os pontos de vista e chegar a um consenso.

          É só uma questão de estilo, onde só é necessário se adaptar. De qualquer modo, Rodrigo, fique a vontade para expor a sua opinião pois o espaço é aberto. Seja bem-vindo ao boteco!😉

  10. Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

    Cara, excelente o seu post, caro analista de bidê.

    E como está mesmo um tanto desinteressante a F1, como vc disse e concordo plenamente, vou colaborar com o blog publicando aqui, em partes, esse interessantíssmimo achado (!!!):

    O E V A N G E L H O P E R D I D O ( A C H A D O )
    D E S Ã O C A N H A M Ã O

    Judas Iscariotes era sacana….
    nao cultivava a terra, nao trabalhava,
    nao fazia nada
    era o que cuidava do dinheiro, e dele só fazia merda.
    Já Jesus e os outros onze plantavam e cultivavam seu próprio cânhamo.
    Judas colhia na calada da noite, ainda na lua crescente, uma antes da colheita, os melhores camarões e ia vender na feira.
    Jesus uma vez, acordado pelo Pai, no meio da noite foi na lavoura e pegou o Judas no pulo.
    Judas envergonhado se pos ao chão e começou a chorar.
    Jesus tirou a chibata e deu-lhe 30 chibatadas
    Daí a mística das trinta moedas,
    foi o troco de judas.
    aquele era o pao deles… cânhamo, trigo, linhaça, centeio…
    As flores ele usava pra seus milagres
    colhia a metade e depois deixava a outra metade semear, para o pão.
    No semestre anterior Jusus notara que fez-se não menos pão, mas um pão não tão tenro…
    Foi uma surra de compaixão.
    Mas Judas não entendeu dessa forma

    Juseus ficou no campo, esperando pela aurora
    enquanto judas saiu correndo quando pararam as 30 chibatadas…
    com os dedos ele contou os trinta vergões nas costas.
    Quando finalmente amanheceu estavam todos de volta pra casa.
    Paulo, que me narrara os fatos ficara de vigília depois que acordou sentindo a falta da presença do nazareno milagreiro.
    Naquela primeira refeição do dia, Jesus se retirou.
    Judas fez o mesmo,
    os dois foram ao campo, mas dessa vez pra além dele, e andaram na floresta até encontrarem um cacho de vespas.
    Delicadamente, com uma longa folha de capim, Jesus retirou do cacho um único zangão
    e o colocou sobre a palma da mão do Judas….
    Jesus então disse pra que ele fechasse a abelha com as mãos, sem ferí-la, e foram seguindo o caminho de volta…..
    enquanto brevemente lhe contou sobre o trabalho das abelhas para produzir o mel,
    e que nenhuma delas poupava esforços pra ir incessantemente buscar o nectar, tampouco nenhuma delas ia furtar o mel de noite.
    Entao, ja longe dali, Jesus disse:
    agora feche suas mãos, Judas, e esmague essa abelha.
    Judas o fez, e rapidamente tacou a abelha esmagada no chão….
    Jesus disse: pode ir embora.
    Judas deu apenas tres passos até que ouvisse o zumbido mortal das vespas aumentando….
    Desceu o turbante na cara e amarrou-o no pescoço e então de braços cruzados saiu correndo até encontrar uma poça de lama, e depois disso ele nunca mais furtou a colheita, e nunca mais fez corpo mole na lavoura. Depois disso ele que já era ruivo, ficou tão vermelho com as picadas que daí em diante, tal como chamamos de vermelho a cor da tinta que tiramos dos vermes, passamos a chamar de iscarlate tudo que fosse vermelho, em lembrança ao Iscariotes inflamado.

  11. Curiosamente, com Barrichello na Indy e com o Schucrute na F1, 2012 pode ser o ano de o brasileiro mostrar o seu valor e o alemão provar mais um pouco a sua falta competitividade

  12. Xingar o Schumacher não pode ser considerado ‘coisa chula’…é apenas uma forma catarse. Defendê-lo, ah, isso sim é chulo. Mas, tudo bem, uma boa polêmica me dá tesão. Chato é ficarem me chamando de velho: só tenho 39 anos e nem comecei a me divertir ainda. E, Casola, convenhamos, se seus amiguinhos se ofendem com um palavrãozinho aqui ou acolá, tenha dó, que vão assistir a saga do Bambi. Este mundo está cheio de criaturas delicadas e caricatas e acredito que o problema seja justamente a falta de rusticidade, de vigor e de verdade que o excesso de tecnicismo imprime aos jovens. Nêgos, protegidos por cercas elétricas, porteiros eletrônicos e guardas armados nos tornamos prisioneiros do nosso próprio estilo de vida. Raspando os pêlos da genitália e desodorizando cada centímetro do corpo nos privamos do tesão arrebatador dos feromônios. Mantendo cada discussão dentro dos limites castrantes das especialidades técnicas esquecemos o valor, a gostosa ingratidão de se entregar à paixão de uma causa perdida. Este mundo mundo não foi moldado por tecnocratas, eles apenas preencheram os espaços vazios. Este mundo foi, é e sempre será definido pela capacidade que os sonhadores tem de superar as barreiras impostas pelos chatos, pelos certinhos, pelos engomadinhos. Este mundo é dos apaixonados, dos malucos, dos atrevidos, dos ousados, dos fora do normal. Cada nova fronteira conquistada, cada empreitada de sucesso, cada inovação ou mesmo cada tendência criada com capacidade de transformar a realidade fora desbravada por alguém que a sociedade do seu tempo julgou insano, irresponsável, desagradável, chulo. Não encham o meu saco com puritanismos. Não posso xingar o Schumacher? O Schumacher vai perder o sono porque fui desrespeitoso com ele? Ah, vão tomar no cu, seus frescos! O Schumacher nem sabe que eu sou e muito menos sabe quem são vocês, amigos virtuais do meu estimado Eduardo Casola Filho. Deixem de ter a pretensão de achar que podem defender um cara que está cagando e andando para todos nós. E sobre pilotar um Boeing moderno, bueno, deixo a resposta para o Roger, já que, se eu peidar, o Rodrigo não vai sentir o cheiro: “Eu não tenho nada pra dizer. Também não tenho mais o que fazer. Só pra garantir esse refrão, eu vou enfiar um palavão…( )”

  13. Publica isso lá no teu Face, Casola. Aproveita e recomenda Henry Miller, Charles Bukowski e Manuel Bandeira para o pessoal. Da minha parte, posso enviar por Sedex uma cenoura pra cada fruta ofendida. Na boa.

    • Bida, ta’ levando a coisa muito a serio…esse comentario deveria ser deletado. Ademais, ao mandar uma cenoura, vc esta; dando a liberdade da outra parte lhe mandar um pepino, que e’ muito maior e, consequentemente, bem mais doloroso…

      Paz, please.

      • Oráculo (popularmente conhecido como Trapizomba), faz tempo que eu gostaria de dizer isso e acho que essa é uma incrível oportunidade: FG manda todo mundo tomar no cu todos os dias e o blog do cara é cheio e tem bastante qualidade.
        Quem não aguenta um palavrão em um blog, não tá preparado nem para vida.
        Em outro momento eu fiquei pregando paz aqui por conta de um esvaziamento que andou acontecendo nesse espaço, mas hoje vejo que minha posição não foi a correta.
        É uma idiotice não permitir que as pessoas se expressem como queiram.
        O guri meteu o pau no texto do gaúcho velho (hehehhehe), Bidart meteu o pau no guri. No dia que quiserem, vão se encontrar e tomar uma cerveja (ou leite) juntos e acabou.
        O que não pode é a gente ficar aqui de vigia do politicamente incorreto. Isso é hipocrisia pura!

  14. Bom, palhaçadas à parte (nobre Trapizomba, sinta-se à vontade para deletar o que achar necessário), entendo que não podemos misturar paixão com pretensão. O grande X desta questão é que, por mais que os avanços tecnológicos sejam fascinantes, redundantemente naturais e inevitavelmente necessários, volto a frisar que aqui estamos falando de um esporte.
    Seguindo essa linha de raciocínio, que me parece ser a que importa neste assunto, o xadrez também é um esporte que poderia valer-se de um programa ordinário de computador para auxiliar o enxadrista, no entanto, tal ajuda o descaracterizaria, deixando de ser um esporte para tornar-se um game. A mesma coisa vem acontecendo com a F1 nesse ponto e, queiram ou não, o ‘enxadrista’ que mais se valeu de ajudas externas para construir números em seu favor na categoria, ajudando a descaracterizá-la, foi Schumacher. Não sou o único que afirma isso, mesmo que, por falta de tempo, defina essa situação de forma rasa. Há infinitos textos de blogueiros, especialistas, aficionados e afins que analisam incansavelmente o mal que a Era Schumacher fez à F1, diminuindo infinitamente a audiência e o interesse pelo esporte.
    Sua capacidade de dominar um campeonato sem ter todos os vetores em seu favor sempre foi amplamente contestada, no mundo inteiro, embora o que discute aqui é o pensamento brasileiro, pois este é um blog brasileiro. Inclusive, num dos tantos bons blogs brazucas sobre F1, se não me engano GP Total ou algo assim, há uns três anos li uma série de matérias que justificavam, de forma perfeitamente embasada, porque as Ferrari de 1996, 1997, 1998 e 1999 eram carros tão capazes quanto às Williams e McLarens para faturar os títulos daqueles anos. Brilharecos muitos pilotos tiveram, mas estamos falando de uma era que ainda cobra um preço altíssimo para os amantes da principal categoria do automobilismo. O domínio arrasador da Ferrari, o lobby pernicioso que se formou em torno de um único piloto quase matou a F1 e os resultados dessa matemática, dessa ciência lúgubre, estão na nossa cara. Desnecessário seria tratar de cada item por já terem sido amplamente discutidos neste boteco e pelas mídias do mundo inteiro.
    Tão nefastas são as consequências desse domíno programado que Bernie Ecclestone apela constantemente à abertura de novos mercados que abriguem GPs na esperança de fidelizar públicos diferentes, em regiões com dinheiro e populações suficientes para bancar uma brincadeira tão cara. E a F1 se tornou mesmo uma brincadeira. Uma brincadeira de asiáticos mimados capazes de pagar por suas superlicenças e por cockpits de equipes incapazes de se manter devido a obrigatoriedade de aplicar constantes inovações, corrida após corrida, para não chegar no fim da procissão e ter de apagar a luz. E muitas dessas inovações, como o proprio Montezemolo disse, não podem ser aplicadas de forma prática pelas montadoras, tanto que elas decidiram cair fora em sua maioria, apenas permanecendo umas poucas para as quais ainda vale a pena o marketing indireto que a aura formulauniana lhes impõe, embora nem sempre sendo totalmente favorável.
    Por outro lado, já que fora mencionado o ano de 1969, nessa época também iniciara uma corrida tecnológica que prometia levarnos rumo a uma exploração espacial que se apresentava, para os parâmetros da década em questão, tão vital quanto explorar petróleo. Passados três anos, esse furor passou e os custos econômicos da exploração espacial, mesmo trazendo resultados científicos extraordinários para a Nasa e, por osmose, para a humanidade, se tornaram excessivos. A conquista do espaço puxou um freio de mão que somente agora está sendo afrouxado. Com isso quero dizer que nem sempre os avanços tecnológicos são um caminho natural pois ocorre que às vezes o homem não se encontra preparado para certas mudanças. Não quer dizer que a mudança não virá a ocorrer e sim que ela deve ser postergada.
    É o que está acontecendo com a F1 atual. Comparem com a analogia de dar um play station 3 para uma criança de 3 anos: ela só vai conseguir usar aos 5 anos. Não culpo Schumacher por isso, ele apenas tinha 5 anos enquanto os outros ainda tinham 3, mas essa vantagem desleal não faz dele o melhor de todos, apenas o coloca no limbo junto com uma dezena com o mesmo senso de oportunismo.
    Em resumo, poucos de nós estamos preparados para analisar tecnicamente quais requisitos podem credenciar um piloto a se tornar líder desta geração ou mesmo que habilidades estes possuem a mais com respeito aos de outras épocas, assim como não podemos afirmar que em meia dúzia de testes Ayrton Senna ou Jackie Stewart aprenderiam todas as manhas de F1 atual…ou não. Não há parâmetros ou softwares para medir a capacidade de um ser humano normal, quanto mais de um fora de série. Talvez Schumacher seja imbatível acertando borboletas no volante em inúmeras curvas durante uma corrida, mas isso seria suficiente para vencer adversários realmente poderosos?
    Considero – e muita gente também – que a entressafra de talentos e um poderoso lobby determinaram tantos títulos e números aparentemente incontestáveis. Não obstante, o que realmente importa é salvar a F1, pois conheço pouqíssimos garotos com menos de 15 anos que se interessem por esse esporte e, sem público, nos dias de hoje e também no passado é impossível que qualquer modalidade sobreviva. Essa é a herança maldita que esse multicampeão nos deixou. Particularmente prefiro a herança das gerações anteriores e sei que não sou o único.

  15. Até hoje eu me arrepio com essas cenas, sério. E parece que a música, a la Matrix, foi feita especialmente para ela. Nem no PlayStation esses guris da F1 conseguem fazer isso: corrida de cart usando dois bólidos de F1:

    Como diz a 25ª lei do Lavoisier: “Na natureza só dois machos disputando uma fêmea são capazes de tamanha proeza”. Será que eles tavam disputando mu-mu-ié-ié?

  16. Aqui um trofeu para eternizar o maior talento do Dick Vigarista. Felizmente os americanos estão andando e cagando pro Schumy, “who?”:
    http://www.ebay.com/itm/120871042676?ssPageName=STRK:MESINDXX:IT&_trksid=p3984.m1436.l2649

  17. Lindo post Bidart, nota 11, e quem não gostou que se fuck…

  18. Você tem LASEFOIA?

    LASEFOIA : Enfermidade ainda não aceita pela classe médica. Entretanto, milhões de pessoas em todo mundo padecem deste mal e esperam a aprovação da Organização Mundial de Saúde para que se estude e se encontre a cura para esta mortal enfermidade que, cada dia, é adquirida por milhares de pessoas.

    * Se você tiver 3 ou mais sintomas indicados abaixo é sinal de alerta vermelho!
    SINTOMAS QUE DEFINEM O APARECIMENTO DESTA PATOLOGIA:

    1.- Se um café te provoca insônia.
    2.- Se uma cerveja te leva direto ao banheiro.
    3.- Se tudo te parece muito caro.
    4.- Se qualquer coisa te altera.
    5.- Se todo pequeno excesso alimentar te provoca aumento de peso.
    6.- Se a feijoada “cai” como chumbo no estômago.
    7.- Se o sal sobe a tua pressão arterial.
    8.- Se em uma festa pedes a mesa mais distante possível da música e das
    pessoas.
    9.- Se o amarrar os sapatos te produz dor nos quadris.
    10.- Se assistir a F1 na TV te provoca sono.

    Todos esses sintomas são prova irrefutável que padeces de Lasefoia:
    LA-SE-FOI-A juventude !!!… nem adianta me xingar… também recebi!

  19. Eduardo Casola Filho

    Uma dica para a FUFA. Um post deste escriba no blog Motor Spirit, do aniel Machado. Dão uma olhada lá!

    http://motorspirit.wordpress.com/2012/03/12/palpite-de-eduardo-casola-filho-sauber-f1-team/

  20. Saindo um pouco da Formula 1,Fufada:
    Enquanto isso aqui na terrinha,tivemos uma troca de ladrões no comando do nosso esporte bretão:

  21. Apesar de eu nao gostar do chucrute oque mais ferrou ele foi ter parado 3 anos com corridas de bolidos segue link abaixo
    http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2012/03/schumacher-aos-43-sei-que-ainda-sou-bom-o-suficiente-para-estar-aqui.html

    • Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

      Não sei se é bobagem, provavelmente é, mas o ronco do motor está bem melhor do que das onboards anteriores que eu vi do Barrica. Antes parecia uma serra elétrica.

  22. Como disse, Belo post Xará, manda o politicamente correto a merda, e aproveita e manda os direitos humanos que só protege bandido junto, chamar preto de preto não pode, preto de macaco(que é um dos animais mais inteligente), nem pensar, dá cadeia, agora chamar branco de lebrão ou lagartixa, ruivo de barata descascada, etc., pode é engraçado, ser humano é ser humano independente de raça ou cor, portando preto é preto, branco é branco, amarelo é amarelo, e etc., porém todos são da mesma raça, ou seja raça humana..
    Tem razão quando fala que o bunda branca, ajudou para acabar com a F1.

    • SOu branco chamar negro de macaco nao concordo agora chamar negro de preto sem problemas pois o censo teve ate que fazer propaganda com tais araujo conscentizando os cidadãos negros que ela era negra e a cor da pele dela era preta!!! Alguns anos atras quando servia o quartel tive um embate com amigo sobre esse assunto ele nao achava certo ser chamado de preto. eu disse a ele que black é mesma coisa que preto ai ele disse a mas no ingles e igual no portugues nao preto/ negro la eles usam pra negro ou preto o termo black é uma pena que quando surgiu a propaganda era tarde ja tinha dado baixa. Eu não sou branco branco e´o fundo desse site somos chamados de branco pq a cor mais proxima de nossa pele é o branco e o negro é preto pq a cor da pele se aproxima da cor preta apenas isso nada demais!!!!!!!!

    • aqui o video sobre essa questão de cor no censo se veicularam essa propaganda não foii atoa provavelmente havia resistencia de alguns de se chamarem de cor da pele de preta

  23. E a maior sacanagem foi da ferrada em cima do villenueve.

  24. Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

    Alguém tem alguma dica melhor que a do SUS pra me ajudar a parar de fumar? É claro que estou falando do tabaco, a antiga e perpétua maldição dos americanos trucidados. A droga que eles usavam pra se ligar aos espíritos e acalmar assim os mais bagunceiros, aquela que foi deturpada pelos brancos, empregada e difundida primeiro como uma super droga, capaz de curar quase tudo, ignorando seu poder espiritual, e que desde então é a droga mais terrível do planeta, a que vicia mais que todas – segundo o Dráuzio Varela ele no tempo de Carandirú acompanhou sofridas empreitadas de bem sucedidos ex-cheiradores de pó, mas jamais viu um ex-fumante (recentemente tenho visto pessoas irritadas com o Drauzio, citando a sua até então pra mim desconhecida chatice em um nunca visto por mim quadro do programa lixo dominical da Rede Blobo… olha só como essa entidade malígna consegue “estragar”, enfeiar pessoas simpáticas e importantes. Fizeram o mesmo com Rubens, mas é outro tema).
    Pois bem, eu liguei para aquele zero-oitocentos do verso do maço (ligue para parar de fumar)… e não foi como eu esperava… pensei que pudessem me mandar alguma coisa… sei lá, que fosse ganhar um incentivo melhor, um kit de adesivos de nicotina, um panfleto, um programa, que fosse um beijo… mas são as mesmas táticas que intuitivamente eu já usara nas outras duas ocasiões em que larguei essa maldição.
    Se ninguém tiver dicas, por favor, que me deixem sofrer sozinho essa fissura horrorosa, sem pisotear, que a coisa é séria……

    • Fuma um cigarrinho de artista por dia e esquece o tabaco das tribos Mal-boro, JPS, Unluck Strike, Hollywood… e plante que a Dilma garante.

    • Falando sério, larga de vez. Ou vc pode fumar até menos da metade e jogar fora. Sei que vai ser ruim pro bolso, mas pelo menos vc irá fumar menos. Agora, tem determinar uma quantidade cada vez menor a cada dia. Força de vontade. Chega aqui e diga que não fumou por hoje e daremos força. Toda vez que tenho vontade de comer a noite eu escovo os dente antes, aí eu perco a vontade de comer. Talvez funcione contra cigarro.

      • Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

        Valeu, Nee!
        o do artista acabou, e o cultivo tá momentaneamente paradão. Má fase… me perdi com alguns probleminhas, pragas e outras dificuldades de um apartamento e descuidei, vou retomá-lo. Agora… da Dilma garantir, será mesmo? Eu tenho poucas esperanças nisso.
        Ir reduzindo não funciona pra mim, tem que ser de uma vez. Parar é não ter mais. Se eu tenho, eu quero.

        • Bixo, tenho dois amigos que tomaram um tal de champix. É um remédio bem caro, mas eles disseram que em pouco mais de 2 semanas já controlavam a vontade de fumar. Fizeram o tratamento todo e faz dois anos que não encostam um cigarro na boca.

          Claro que tem que aliar isso à força de vontade. O remédio contribui para lhe afastar, mas você que vai controlar o vício após o tratamento.

  25. Escrevi um monte mas essa merda deu pau e apagou tudo, cacete! REsumindo, só tú mesmo velho Bidart, com sua mente brilhante, humor ácido e histriônico para agitar o pedaço, mais de 70 coments…. valeu, nem vou bater palmas, mas xinga de novo meu amigo, xinga mais… Já vi muito velho jogando video game e e usando computador, mas garoto fazendo o que nossos avós faziam, como pilotar um P-47 Thunderbolt com maestria por exemplo, ou uma banheira como Fangio em Spa, nunca vi… O bunda branca pode ganhar mais 10 títulos, mas nunca vai ser uma lenda… foi fabricado o infeliz… as únicas vezes em que andou na frente de Senna por exemplo, foi com carro irregular… Precisava sacanear o pobre coitado do Rubens para ser imbatível… piloto de merda! Xinga mais meu irmão, xinga mais! Estou te aplaudindo de pé! :tiwsted:

  26. Ahhhh que benção!! Só mesmo a categoria e a mente histrionicamente brilhante e debochada de meu grande amigo Marco Bidart para dar uma sacodida por aqui…. clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap…. eheheeh😈 é nestas horas que sinto saudades da “estupidez” altiva e alucinada de um certo GDemo, para vermos no que ia dar o debate… pô 71 coments… xinga mais meu amigo, xinga mais… e o bunda branca ariana nunca chegou perto de muitos que vi correr, nunca fez na pista o que muitos fizeram, assim como, eu duvido, os atuais pilotos da aviação, são incapazes de fazer em um P-47 Thunderbolt por exemplo, o que aqueles pilotos da segunda guerra mundial faziam…. eu duvido que um piloto de video game atual, seja capaz de pilotar uma banheira como Fangio fazia em Spa na década 50… Saudosismo? Talvez, mas era arte pura, assim como foi jogar bola com uma pelota que molhada pesava uns 20 kilos e com chuteira de solado em couro crú… Já vi velho brincando de video game e usando computador, eu inclusive, mas nunca vi um menino-game construindo e “carretilha de madeira” para soltar pipa… os tempos mudam, a tecnologia também, mas ídolos construidos são de papel… o merda do alemão pode ganhar mais 10 títulos, nunca será uma lenda tão respeitada quanto é Ayrton Senna ou Jim Clark por exemplo… Valeu Bidart, xinga mais, xinga mais, deu saudades dos velhos tempos…. E ABAIXO O PT DE MERDA, CORRUPTO E LADRÁO…. pronto falei… Sabe porque o Teixeira foi “fritado”? Porque o pt não suporta ver alguém roubando sem auferir lucros…. proprios….. achei, tava perdido aqui a bagaça, ehehehehe

  27. Eduardo Casola Filho

    Um post com a marca bidartiana! Para bom entendedor. Excelente!

  28. O que rolou aqui Gil, meu rei?

  29. O tal de Bidart xingou o Schumacher…

  30. Não, desse Bidart…vive dizendo por aí que ele é eu e que eu sou ele…vê se pode?

  31. Pra mim ele joga barro na capota…

  32. Já eu acho que ele adora encher de doce de leite a máquina de fazer churros…

  33. Como você está ‘bandida’ hoje!

  34. A MAior prova que o chucrute nao foi melhor que A Senna eee que foi feita uma pesquisa a uns 2 anos atras perguntando quem, foi melhor piloto de f1 com ex pilotos adivinhem quem ganhou agora vao dizer que ex pilotos de f1 sao influenciados pela globo kkkkkkkkkkkkkkkkk

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