Se Barrichello se aposentar hoje, que o faça de cabeça erguida


Por Franklin  Gonçalves Jr.

Blog: http://franklingjr.wordpress.com/

O Barrica que queremos ver

Tenho lido no noticiário que neste momento Rubens Barrichello – recordista de participações na F-1 – está sem contrato para 2012, a Williams ainda não se manifestou a respeito da renovação, e não há notícias de conversas do brasileiro com outras equipes. Rumores de que Barrichello está prestes a deixar a F-1 não são novidade, mas não lembro de outra temporada em que essa possibilidade parece ser tão iminente quanto agora.

Não pretendo aqui, comparar os números e as estatísticas de Barrichello com os de outros pilotos – não gosto disso, pois essas comparações muitas vezes contêm pitadas de ponto de vista de torcedor e por isso tendem a favorecer um em detrimento de outro, com enorme risco de truncar contextos e portanto com potencial de provocar brigas entre fãs de um e de outro sem que nunca se chegue a um consenso. Assim, creio eu que a maioria dos argentinos considera seu conterrâneo Juan Manuel Fangio o maior piloto de F-1 de todos os tempos; aqui no Brasil, desnecessário mencionar Ayrton Senna; na Alemanha, provavelmente só dá Michael Schumacher. Quem acompanha os debates sobre automobilismo na Internet sabe como tendem a ser intermináveis e repletas de xingamentos as discussões que pretendem comparar Senna e Schumacher. E, mantendo essa linha de raciocínio, algum fã de Barrichello poderia facilmente “provar” que ele é melhor que Senna: marcou mais pontos (658 a 614). Por isso quero, tanto quanto possível, passar longe de comparações.

Susto na Jordan

O que quero dizer aqui é que, em meu ponto de vista, Barrichello pode ignorar as risadas de seus detratores e deixar a F-1 de cabeça erguida. Faço aqui um histórico que pretende fundamentar minha opinião. Em suas mais de 300 participações na categoria máxima do automobilismo, e mesmo tendo passado a maior parte da carreira em equipes cujos carros não lhe deram condições de disputar o título, o brasileiro conquistou pódios, pole positions e outros ótimos resultados em equipes como Jordan (equipe pela qual conquistou sua primeira pole, no GP belga de 1994) e Stewart. Os comentários em torno da “melhor primeira volta de todos os tempos” de Ayrton Senna, no chuvoso GP de Donnington Park em 1993, geralmente ignoram o fato de que Barrichello largou em 12º lugar no mesmo GP e, ao final da primeira volta, já estava em 4º lugar, pilotando uma Jordan, com a qual chegou a andar em segundo ao longo da corrida. Em 1994, Barrichello estava em segundo lugar no campeonato, com um 3º lugar (Aida, Japão) e um 4º lugar (Interlagos) quando sofreu o acidente em Ímola e que quase o matou. No GP do Canadá de 1995, Barrichello fez companhia em segundo lugar a Jean Alesi, por ocasião da única vitória do francês. O brasileiro terminou em segundo lugar o chuvoso GP de Mônaco de 1997 em uma Stewart que ainda estava em sua quinta participação na categoria. No GP francês de 1999, no qual marcou a pole position, liderava quando fez uma bela ultrapassagem sobre Michael Schumacher e terminou em terceiro.

Portanto, Barrichello se tornou piloto da Ferrari graças em grande parte a bons resultados em equipes modestas, sendo que o brasileiro ainda conseguiu ótimos resultados pela equipe italiana mesmo em meio a uma equipe que em várias ocasiões favoreceu claramente seu companheiro Michael Schumacher, o que inviabilizou uma disputa em condições de igualdade entre ambos, além de tirar do brasileiro as chances de tentar o título em todas as temporadas em que ambos foram companheiros de equipe.

Evidência desse tratamento desigual é o fato de que, em mais de um início de temporada, a Ferrari concedeu o novo carro apenas a Schumacher, deixando Barrichello com o carro antigo até mesmo quando o brasileiro disputava diante da torcida brasileira no autódromo de Interlagos. Na equipe, a palavra de ordem era dizer ao público que “ambos os pilotos têm tratamento igual” e mesmo Barrichello chegou a afirmar que era o piloto “1B” na equipe – afirmação que logo se provou tristemente cômica e por isso jamais devia ter sido feita.

Se já no primeiro GP o brasileiro foi chamado de “cordeiro de sacrifício” por Ron Dennis, da McLaren, devido à estratégia usada pela Ferrari e que deixou o brasileiro em 2º lugar atrás do vencedor Schumacher no GP da Austrália de 2000 (o primeiro GP de Schumacher e Barrichello juntos na Ferrari), ao longo dos demais GPs a “teoria da conspiração” de que havia um tratamento desigual deu lugar às crescentes evidências de que isso era um fato. E o fato de que na F-1 sempre houve tratamento desigual chegou, naqueles dias na Ferrari, ao que Galvão Bueno poderia chamar de “limite extremo”.

Choro acompanhado por muitos

Muitos se emocionaram com a primeira vitória de Barrichello no GP alemão de 2000, em que o brasileiro largou da 18ª posição e tomou a tão arriscada quanto corajosa decisão de continuar a correr com pneus para pista seca quando chovia forte. O GP traz à tona várias imagens incríveis, como a de um francês (cuja identidade não foi revelada pela polícia alemã) que invadiu a pista para protestar contra a Mercedes por sua demissão, o toque entre os companheiros Ricardo Zonta e Jacques Villeneuve, os mecânicos da McLaren que a certa altura foram surpreendidos pela presença de David Coulthard nos boxes, e Barrichello chorando longamente no pódio, com uma bandeira brasileira na mão.

(Lembro até hoje de um fórum de discussão sobre F-1 na Internet onde no sábado alguns participantes riam da posição de largada de Barrichello: “vai pro cantinho e chora!”. O fórum tinha média diária de umas 30 mensagens. Nos dias seguintes após o GP, não dei conta de ler as mensagens que comentavam sua vitória, pois passavam de 2 mil.)

Seu primeiro vice-campeonato, em 2002, foi conquistado em meio a circunstâncias difíceis. Naquele ano, o brasileiro abandonou os três primeiros GPs e sequer largou em outros dois; até que, num dos episódios mais lamentáveis da história da F-1, Barrichello foi obrigado a dar passagem a Michael Schumacher no GP da Áustria. Reconhecendo que o brasileiro teve sua vitória roubada pela própria equipe, a torcida austríaca gritou seu nome e vaiou Schumacher que, de tão envergonhado, sequer quis ocupar o lugar mais alto do pódio. Nenhum dos três pilotos respondeu a última pergunta feita por um jornalista na coletiva de imprensa após o GP, que queria saber: se esta é uma disputa entre equipes, por quê temos um campeonato de pilotos? Até porque, naquelas circunstâncias, a pergunta era mesmo irrespondível.

Falar o quê?

Além das piadas e das charges que começaram a circular na mesma manhã da corrida, Barrichello foi muito criticado pelo episódio no Brasil, e uma matéria da revista Exame chegou a citar a existência de uma tal “Síndrome de Barrichello”. No entanto, foi no exterior que circularam as maiores críticas à reprovável atitude da Ferrari. No GP seguinte – Mônaco – membros da Ferrari como Schumacher, Ross Brawn e Jean Todt foram estrondosamente vaiados. Parte do público chegou a devolver os ingressos que havia comprado porque não queria assistir um resultado manipulado por uma decisão tomada no conforto de um escritório. O brasileiro foi o único poupado das vaias.

O recorde de 5 títulos do mítico piloto argentino Juan Manuel Fangio foi igualado por Michael Schumacher com enorme antecipação, no GP da França daquele ano, não sem que Barrichello passasse por outra situação lamentável – àquela altura do campeonato, por coincidência ele era o único em condições de disputar o título com o alemão. Em uma situação esdrúxula no grid de largada, pouco antes da volta de aquecimento de pneus, a Ferrari estranhamente esqueceu um cavalete debaixo de seu carro (terceira foto da direita pra esquerda, no topo da página); com o carro empurrado aos boxes, o motor apagou, e o brasileiro desistiu de correr. Já estava prestes a ir embora quando soube que Schumacher havia conquistado o título e, ainda que furioso pelo episódio, teve a civilizada atitude de voltar para parabenizá-lo. Estranhamente, e num padrão que se repetiu em outras temporadas, Barrichello conquistava mais vitórias e seu carro tinha menos problemas depois que Schumacher já havia vencido o campeonato.

No GP dos EUA do mesmo ano, Schumacher conseguiu estragar os aplausos a Barrichello pelo vice-campeonato conquistado naquela etapa: sob o pretexto de que queria provocar um implausível “empate” entre dois veículos continuamente filmados e fotografados a 300 quilômetros por hora, o alemão freou seu carro a poucos metros da reta de chegada, provocando a involuntária ultrapassagem do brasileiro, o recorde de menor diferença de tempo entre vencedor e segundo colocado (0.011 segundos), e um pódio tão embaraçoso quanto o da Áustria.

O circo da estaberria

Às vésperas do GP de San Marino de 2003, Barrichello e Schumacher estavam empatados no campeonato com 8 pontos, embora o brasileiro tivesse vantagem no critério de desempate por ter obtido seus pontos em um 2º lugar no GP da Malásia (que marcava 8 pontos naquela temporada). Foi a única vez que Barrichello ficou à frente de Schumacher em um campeonato. Naquele GP, Barrichello fez uma brilhante ultrapassagem sobre Ralf Schumacher. O GP foi vencido por Michael Schumacher, no fim de semana da morte de sua mãe.

Mesmo em meio às críticas, cobranças e episódios desagradáveis, Barrichello continuou impressionando positivamente com ótimas aparições, como no GP da Inglaterra de 2003. Gracejos de Schumacher – flagrado ao rir de um erro do brasileiro durante os treinos da sexta-feira, e que ainda teve a deselegância de questionar quando foi que Barrichello o ajudou –, as duas entradas do safety car, a invasão de pista cometida pelo padre irlandês Cornelius “Neil” Horan que carregava cartazes com mensagens religiosas: nada disso impediu o brasileiro de conquistar com garra e brilhantismo uma memorável vitória, com pole, volta mais rápida e lindas ultrapassagens sobre pilotos como Ralf Schumacher e Kimi Räikkönen, que viu a asa traseira da Ferrari de Barrichello em duas belas situações. A Ferrari nada conseguiu fazer para deixá-lo atrás de Schumacher em momento algum, pois o brasileiro estava impossível. Nem mesmo o narrador James Allen da ITV britânica se conteve e chegou a gritar de tanta empolgação. Um ótimo compacto de pouco menos de 4 minutos está aqui. O único detalhe chato é que o troféu de Barrichello quebrou no aeroporto de Londres devido a alguém que esbarrou nele.

O grande momento

(“What on Earth are you doing?”, ou “que raios você está fazendo?”, questionou o comentarista e ex-piloto de F-1 Martin Brundle ao ver a cena da invasão de pista. Brundle, que foi companheiro de Barrichello na Jordan em 1996, certamente não tinha como adivinhar que numa cena bizarra, que ocorreria no ano seguinte, o mesmo sujeito invadiria a maratona de Atenas e derrubaria o brasileiro Vanderlei de Lima.)

Ao final do mesmo ano, a brilhante vitória no Japão, além de ajudar a Ferrari a conquistar o título de construtores, ajudou um totalmente atrapalhado Michael Schumacher (bateu o bico do carro na traseira de Takuma Sato, rodou na pista com o irmão Ralf, e terminou a corrida em um fraco 8º lugar) a conquistar seu sexto título. Essa foi a resposta de Barrichello a uma pergunta que Schumacher nunca devia ter feito.

Uma sequência de segundos lugares, ótimas ultrapassagens como a que fez sobre Jarno Trulli no GP da França de 2004 rumo ao 3º lugar, além das belas vitórias na Itália e na China no mesmo ano: tudo isso o ajudou a conquistar o segundo vice-campeonato.

Mas, a partir de 2005, sua carreira parecia ter entrado em queda livre. Barrichello terminou a temporada na 8ª posição e, numa reação ao tratamento que recebia da Ferrari, optou por deixar a equipe rumo à Honda. Mas, em se tratando de resultados na pista, a decisão não o beneficiou. A performance em três temporadas pela nova equipe foi fraca, situação que atingiu seu auge em 2007, quando pela primeira vez o brasileiro terminou uma temporada sem ter marcado ponto algum. O terceiro lugar no GP inglês de 2008 foi muito festejado tanto por ele quanto pela equipe, mas parecia ser um ponto fora da curva numa carreira que parecia decadente, prestes a chegar ao fim.

O renascimento

Mas, quando parecia prestes a fazer uma mera despedida de luxo da F-1 por uma equipe novata, Barrichello ressurgiu em 2009 graças ao ótimo carro da Brawn GP/Mercedes, que lhe propiciou momentos históricos como a 100ª vitória do Brasil, conquistada no GP de Valência, além da bela vitória no GP da Itália. Em minha opinião, essa temporada foi a única onde ele realmente teve chances de disputar o título.

Diante de tudo isso, hoje é uma pena ver que, após o início da temporada 2010, seu sonho de pilotar pela Williams tenha se transformado em resultados frustrantes. Um quarto lugar no GP da Europa de 2010 foi o melhor que conseguiu até agora. Mas essa frustração não deixou de proporcionar episódios memoráveis, como sua valente ultrapassagem sobre Michael Schumacher no GP da Hungria de 2010.

Último show?

Mesmo que a temporada 2011 seja sua última, com apenas 4 pontos, e apesar de não ter liderado nenhuma das temporadas que disputou em momento algum, em minha opinião Barrichello não tem o que lamentar. Um dos melhores pilotos que jamais conquistou o título, recordista absoluto de temporadas e de participações em GPs (creio eu que um piloto realmente ruim não teria durado tanto), Barrichello faz parte de um invejável clube que reúne outros grandes pilotos cuja maior conquista foi o vice-campeonato. Basta dizer que a mesma lista em que se encontra o nome de Rubens Barrichello também apresenta nomes de gigantes da F-1 como Ronnie Peterson (vice em 1971 e 1978), Gilles Villeneuve (1979), Wolfgang von Trips (1961), Michele Alboreto (1985) e o mítico Stirling Moss, tetra-vice entre 1955 e 1958. Ao ver o nome de Barrichello em meio a esses nomes, eu pergunto: qual o problema em ser vice-campeão?

As cobranças para que Barrichello se tornasse um “substituto” de Ayrton Senna logo após a morte deste são, portanto, descabidas. Barrichello construiu seu próprio caminho. É um dos grandes nomes do automobilismo mundial, sem precisar imitar ou “substituir” quem quer que seja.

Números pouco dizem, pois não mostram as circunstâncias em que foram obtidos e formam apenas uma estatística. É por isso que dois vice-campeonatos, se observados apenas pelo fato de serem números, parecem apenas dizer que seu dono não foi campeão.

Mas Barrichello, dono desses dois vice-campeonatos, não tem do que se envergonhar.

Creio eu que os motivos estão bem claros.

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Quer escrever para o F1 Social Club? Só mandar a sua sugestão alí ao lado que a gente analisa e manda bala! Beleza? Abraço! Eduardo Casola Filho

Publicado em setembro 20, 2011, em Automobilismo, F1, Pilotos Celebres e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 63 Comentários.

  1. Em primeiro lugar, parabéns ao post, ficou muito bom.
    Contudo, o fato de eu haver gostado da forma como as idéias foram colocadas e da riqueza das informações, não siginifica, necessariamente, que vou concordar com tudo o que está escrito.
    Condecorações à parte ao piloto mais rodado da história, nosso querido 1B, discordo do seguinte trecho:
    “o brasileiro ainda conseguiu ótimos resultados pela equipe italiana mesmo em meio a uma equipe que em várias ocasiões favoreceu claramente seu companheiro Michael Schumacher, o que inviabilizou uma disputa em condições de igualdade entre ambos, além de tirar do brasileiro as chances de tentar o título em todas as temporadas em que ambos foram companheiros de equipe.”
    Culpar um infortúnio pelo fracasso é facil.
    É fato que o Ferrari favoreceu Schumacher, não há dúvida em relação a isso. Mas, será que o alemão não fez por onde, para merecer essa consagração interna em sua equipe? Será que o Barrichello não mereceu o seu posto de piloto 1B, ao agir de forma subserveniente em meio àquela situação?
    Deveria, o piloto brasileiro, ter enfiado a faca entre os dentes e lutado com unhas e dentes pelo título, isso sim. Mas, foi isso que ele fez? Não. De forma muito comoda, o Barrica colocou a culpa de suas derrotas (afinal, o segundo lugar é o primeiro perdedor) no tal favorecimento, abstendo-se de tomar qualquer atitude útil no sentido de reverter a situação.
    A McLaren claramente deu mais atenção ao Prost do que ao Senna no início da temporada de 1988, mas o Senna acabou levando o título. A Williams favoreceu amplamente Nigel Mansell em detrimento de Piquet em 1987 e Piquet levou o caneco.
    E se, no lugar do Barrichello, estivesse, na ferrari do início da década passada, outros pilotos, tais como, Senna, Piquet, ou mesmo Alonso, Hamilton (sem querer comparar estes com aqueles), a história teria sido a mesma? De certo que não. O alemão não teria tido uma vida tão fácil, o clima dentro da equipe esquentaria e, independente de quem seria o vencedor, provavelmente teriamos vistos excelentes “pegas”.
    Por isso, embora tenha achado o texto excelente, não concordo com o posicionamento de que o Barrichello foi uma vítima de um “sistema” contra o qual nada poderia fazer. Para mim, ele foi vítima sim, mas o “sistema” não era invencível.

  2. Poisé, também acho o Barrichello um grande piloto, talvez até melhor do que o Schumacher – pra mim um mito criado artificalmente, nada mais que um bom piloto, o que a realidade atual corrobora.
    Mas o Barrica merece ser criticado sim, merece ser motivo de chacota, pois foi um covarde ao aceitar as condições que lhes foram impostas.
    Você não pode criticar um operário que precisa aguentar desaforos por um salário miserável que lhe permita alimentar os filhos. Mas o que dizer de um piloto multi-milionário, com o futuro garantido? Precisava vender a dignidade pra que? Pra ganhar mais uns trocados? Foi uma vergonha nacional, nos fez sentir vergonha de ser compatriotas de um “calça-frouxa” como ele.
    E o Massa segue o mesmo caminho… Ainda resta tempo pra tentar mudar seu destino. A diferença é que, como piloto, Barrichello foi muito melhor do que é o Massa… Um desperdício…

  3. Ele, para questionar alguma coisa, deveria ter sido, ao menos, 5 vezes vice-campeão na Ferrari. Schumacher era o Nº 1, sim. Era favorecido em caso de disputa na pista contra seu companheiro, sim! No entanto, à despeito dos que acham que Barrichello foi sabotado, a Ferrari (como qualquer outra equipe) tinha grande interesse em que ele sempre estivesse posicionado próximo a Schumacher, afinal, o título de construtores também é muito importante para a equipe.

    Esse papo, na verdade, é uma chatice que vai se repetir ao longo da história. Barrichello não fez, não faz e nunca fará sombra a Schumacher. É um simpático “bom” piloto, que se tivesse aprendido a ficar calado não seria tão questionado.

  4. Salve!!!

    Também acho que o Barrichelo merece sair de cabeça erguida, afinal teve uma carreira longa na F1 e isso não se consegue a toa, poderia ter feito mais se analisarmos que pilotos com 11 vitorias na categoria geralmente são campeões mundiais, mas isso não aconteceu, ele merece ser criticado como qualquer outro piloto e só, nada de exageiros por isso ou por aquilo, ele foi um dos que entraram na onda RGT e GB de ufanismo, disso ele pode ser culpado mas de resto está perdoado pois teve gente aí que fez coisa muito pior do que deixar um companheiro passar e eu não vejo ser tão criticado quanto ele, talvez se ele fosse filho de campeão as coisas não seriam assim…

  5. Eduardo Casola Filho

    Cadê o pessoal?

  6. Salve, salve galera,

    Putz !!!
    Quem escreveu o “novísssimo textamento” ???? O Bidart ????:mrgreen:
    Como diria minha avó: “É muita vela para pouco defunto”

    Não gosto do Barrichelo… E nunca gostei… Mas com os anos a minha antipatia por ele só aumentou, por causa das besteiras que sempre disse, do chororô, do mimimi, da péssima escolhas que fez e do papo e sempre ser coitadinho… “Apenas mais um brasileirinho contra esse mundão…”
    E para fechar a tampa do caixão… .Esse ano a última falácia esta caindo… A famosa frase que o GB adora usar: “Ah !!! Mas o Rubinho é ótimo acertador de carro!!!”

    Não penso que ele saíra de cabeça erguida da F1… O cara não fará falta alguma à categoria e sempre será lembrado como O Capachão, O Fracassado, O “Loser”… Como o Berger é lembrado até hoje !!!

    Abraços,

    • Ps: Só faltou um detalhe… O recorde em participação do Barrica não quer dizer nada… Ou melhor, só o torna mais “Loser”, pois piora a sua estatística…:mrgreen:
      E com relação ao argumento do escriba, de que se o “Rubinho” fosse realmente ruim, não teria durado tanto na F1… É outra falácia muito usada pela pachecada, mas basta uma rápida pesquisa para verificar que, pilotos famosos por serem ruins, perdedores e “1B”… Tiveram vida longa na categoria…
      Segue o “Top ten” em participações:

      1º Rubens Barrichello – 311 corridas
      2º Michael Schumacher – 269 corridas (Opa! Esse não deveria estar aqui…)
      3º Riccardo Patrese – 257 corridas
      4º David Coulthard – 247 corridas
      5º Jarno Trulli – 238 corridas
      6º Giancarlo Fisichella – 231 corridas
      7º Michele Alboreto – 215 corridas
      8º Andrea De Cesaris – 210 corridas (Olha aí, Ed!!!! :mrgreen:)
      9º Gerhard Berger – 210 corridas
      10º Nelson Piquet – 207 corridas (Venha tesouro… Não se misture com essa gentalha !!! :mrgreen:)

      • PQP !!!
        Hoje é aniversário de Rodolfo… Um dos responsáveis pelo renascimento do rock nacional… QUando criou uma banda para fazer cover dos Ramones e começou a compor letras de duplo sentido e misturar Punk Rock com Forró… Nascia assim o Raimundos…
        Ia tudo bem… Fama… Shows… Mulheres… Grana… Até que o cara surtou… Virou pastor e foi morar em Floripa !!!!
        Parabens Rodox !!!!

      • Valeu pela lista Telo, o maior piloto da historia está entre os que mais participaram da F1… Se fizeram um documentario sobre o Silva, porque não um pro De Cesaris??? :mrgreen:

  7. Sinceramente, eu creio que o Barrica vai conseguir se manter na F1, nem que seja pilotando o Safety-Car!

  8. Grande artigo do Franklin! Muito bem argumentado, uma defesa perfeita que quase chega a absolver Rubens…mas nosso eterno 1B é o que é e pecou por errar nas escolhas. No auge da capacidade técnica, no momento em que o ‘cavalo encilhado’ passou na sua frente…ele viu a cor do alazão e caiu quando este empinou o dorso. Um título apenas, apenas um que conseguisse encima do Schumacher teria sido suficiente para colocá-lo no Olimpo…mas não deu…nem chegou perto.
    Então, novamente, passou outro ‘cavalinho encilhado’ na sua frente e desta vez ele correu em direção ao quarto de milha, pôs o pé no estribo, se atirou no lombo do bicho e…ploft!…caiu pro outro lado…
    Foram duas chances. Duas!!! O próprio Senna só teve uma, a McLaren. Na Williams, que teria sido a segunda, deu no que deu.
    Pois então, caros amigos, chega de Barrichello.

    • Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

      Nem chegou perto por que era sabotado. Que esse facto fique claro na mente obscena dos desvairados, tão límpido e latente quanto na brilhante apresentação do categórico Franking, cânone dos pingos nos is da epopeia Barrichéleira, oráculo da turbidez calhorda do universo shumachelânico. Que não se sustentem as teorias conspiratórias da não-sabotagem, absurdo infundado que poderia somente ser afirmado por quem não soube, quem não viu, mas jamais pelos que acompanharam o castigo crônico, pipocando em relâmpagos de euforia e delírio, episódios as vezes fora das galerias populares, mas eternos na mente dos milhões que os sentiram. Único ponto a discordar é de que Barrichello não tenha sofrido com a administração da Brawn. Teve seu momento de superioridade técnica no campeonato. Fez por onde se colocar em disputa franca pelo título, se colocou, mas foi tirado. Não teve apoio estratégico, ficou nítido, seus planos de pitstops nas várias corridas onde Button não conseguia se acertar, eram planos de suporte ao companheiro. Seus, não, da equipe. Cobrar a equipe, ele o fez. Trocar seus chefes, não podia. Como deveria ter feito? Fazer sempre a sua estratégia diferente da traçada? E pra parar na hora que quisesse, como faria? Se tinha um protegido? Então, não, ele também não teve chance real na Brawn. Tão evidente que ele perdeu o vice.

    • Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

      Chega de Barrichello, então tem que moer o Massa numa picadeira de cana? Chega de dó, isso sim. Tem que saber que o cara foi fodido e pronto. Isso não muda, não é lei. Aconteceu, e pra mim foi superado. Pra mim, coisas que Barrichello fez na Ferrari aniquilaram todo o crédito do Shupacher, pra mim ele não teve chance, como o Sena teve. Como o Vetel teve. Enfim, uma fantasia de chance, ele teve.

  9. Depois dos três grandes, Barrichello é o maior piloto brasileiro da história da F1.

    Entretanto, além do número de corridas, ele tem um título que nenhum outro já teve: o mais autopiedoso.

  10. Prestes a adquirir o F1 2011 da Codemasters para o XBOX360!!!

    Minha vida social irá acabar!!!🙂

  11. Olha os tifosi da Estrebaria fazendo a festa com o carro dos Touros Vermelhos

  12. O Barrica pode se aposentar tranquilo, já tem até um sucessor à altura:
    “Massa garante: ‘Quero correr por muito anos na F-1′”

  13. Post de piloto controverso merece efemérides musicais controversas… Já tivemos a de ontem, mas a de hoje é medalha de ouro !!!
    Aniversário de Lian Gallagher… O mais controverso, polêmico e mala dos rockstars da atualidade !!!!
    Ovada nele…:mrgreen:

  14. Eduardo Casola Filho

    Desculpa o sumiço galera. Enrolado com a Faculdade, mas a corrida tá em ordem!

  15. PARA QUEM NÃO ENTENDE CONTABILIDADE,

    VAMOS EXPLICAR MAIS OU MENOS COMO FUNCIONA:

    A Solteira

    é Crédito;

    A Casada

    é Débito;

    A Viúva

    é Ativo Imobilizado;

    A Cunhada

    é Provisão para devedores duvidosos;

    A Bonita

    é Lançamento;

    A feia

    é Estorno;

    A feia e Rica

    é Compensação;

    A Bonita e Rica

    é Lucro;

    A Ex-namorada

    é Saldo de Exercícios Anteriores;

    A Namorada

    é Resultado de Exercício Futuro;

    A Noiva

    é Reserva Legal;

    A Esposa

    é Capital Integralizado;

    A Vizinha

    é Ação de outras companhias;

    A Amante

    é Empresa coligada;

    As Operações Plásticas

    são Benfeitorias;

    As Gestantes

    são Obras em Andamento;

    As Que Dão Bola

    são Incentivos Recebidos;

    As Que Não São Viúvas, Casadas ou Solteiras

    são Contas a Classificar;

    As Que Muito Namoram e Não se Casam

    são Saldo à Disposição da Assembleia;

    As Que são Surpreendidas em Flagrante

    são Passivo a Descoberto;

    E a sogra pode ser classificada como…

    PREJUÍZO ACUMULADO.

  16. Salve, salve galera,

    Hoje é outro dia especial nas efemérides musicais… Pois é aniversário da maior rockeira da história !!!
    Sempre valorizei mulheres que, são líderes de bandas de rock… E Joan Jett é um ícone… Parabéns tia !!!!!
    Deus salve as mulheres !!!:mrgreen:

  17. Pode falar o que quiser… Mas os caras são marketeiros de primeira !!!!

  18. TEMPOS DO PRIMEIRO TREINO LIVRE DO GP DE CINGAPURA

    1º – Nigel Hamilton (GBR) McLaren-Mercedes – 1m48s599
    2º – SeBIstian Ffffffffettel (ALE) Red Bull-Renault – 1m49s005
    3º – Justin Bebber (AUS) Red Bull-Renault – 1m50s066
    4º – Don Fernando de la Mancha (ESP) Ferrari – 1m50s596
    5º – Jenson Alexander Froodo Button (GBR) McLaren-Mercedes – 1m50s952
    6º – Sancho Massa (BRA) Ferrari – 1m52s043
    7º – Adrian Inutil (ALE) Force India-Mercedes – 1m52s251
    8º – Michael Cepacol Schumacher (ALE) Mercedes – 1m52s416
    9º – Paul di PRessa (GBR) Force India-Mercedes – 1m52s435
    10º – Penelope Charmosa (ALE) Mercedes – 1m52s815
    11º – Rubens INSS Barrivelho (BRA) Williams-Cosworth – 1m52s991
    12º – Jaime Argh..uersuari (ESP) Toro Rosso-Ferrari – 1m53s050
    13º – Padre Maldanado (VEN) Williams-Cosworth – 1m53s399
    14º – Chesperito Perez (MEX) Sauber-Ferrari – 1m53s703
    15º – Metalder Kobayashi (JAP) Sauber-Ferrari – 1m53s749
    16º – Ayrton Lalli (BRA) Renault – 1m53s765
    17º – Galvão Buemi (SUI) Toro Rosso-Ferrari – 1m53s785
    18º – REVitaly Petrov (RUS) Renault – 1m54s736
    19º – Jarno Old Trully 12 anos (ITA) Lotus-Renault – 1m54s821
    20º – Heikki Kovalento (FIN) Lotus-Renault – 1m56s128
    21º – Gerônimo d’Ambrosio (BEL) Marussia Virgin-Cosworth – 1m57s798
    22º – Gizmo Glock (ALE) Marussia Virgin-Cosworth – 1m58s792
    23º – Daniel San Ricciardo (AUS) HRT-Cosworth – 1m59s169
    24º – Narain Carai..thikeyan (IND) HRT-Cosworth – 1m59s214

  19. Alguem sabe de algum site, que se possa ver os treinos de livres da F1.

  20. Ta rolando treino, meu povo!
    O Sportv está transmitindo.
    Acabou de acontecer uma coisa curiosa: Koba-san literalmente voou; depois de atacar a zebra com velocidade, três, das quatro rodas do carro do japenes, perderam o contato com o chão (a unica que continuou em contato foi a traseira esquerda). Na sequencia da volta, o piloto cravou o sexto melhor tempo (até agora).
    Da-lhe Koba-san!

  21. Eduardo Casola Filho

    Segunda Sessão:

    1 – Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) – 1m46s374 (48 voltas)
    2 – Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – 1m46s575 (39)
    3 – Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) – 1m47s115 (32)
    4 – Felipe Massa (BRA/Ferrari) – 1m47s120 (37)
    5 – Mark Webber (AUS/RBR-Renault) – 1m47s265 (44)
    6 – Michael Schumacher (ALE/Mercedes) – 1m48s418 (39)
    7 – Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) – 1m48s866 (45)
    8 – Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari) – 1m49s578 (48)
    9 – Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) – 1m49s730 (41)
    10 – Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) – 1m49s751 (22)
    11 – Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) – 1m49s792 (31)
    12 – Bruno Senna (BRA/Renault-Lotus) – 1m50s241 (48)
    13 – Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) – 1m50s345 (21)
    14 – Vitaly Petrov (RUS/Renault-Lotus) – 1m50s399 (37)
    15 – Nico Rosberg (ALE/Mercedes) – 1m50s790 (41)
    16 – Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) – 1m50s897 (41)
    17 – Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) – 1m50s937 (48)
    18 – Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) – 1m51s950 (34)
    19 – Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) – 1m52s257 (31)
    20 – Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) – 1m52s489 (34)
    21 – Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) – 1m53s579 (31)
    22 – Jerome D’Ambrosio (BEL/MVR-Cosworth) – 1m54s649 (38)
    23 – Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth) – 1m54s754 (25)
    24 – Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth) – 1m55s198 (26)
    25 – Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) – 1m59s214 (18)

    E soube que deu zebra com a zebra. Ah se fosse no Brasil…

  22. Eduardo Casola Filho

    FOTO DO PORTUGUÊS

    O português procura uma foto sua para enviar à família em Portugal. Como não achou, foi até ao banheiro para pentear o cabelo e sair para tirar uma foto. Ao se olhar no espelho, percebeu a própria imagem refletida e pensou:
    – Vou enviar esse espelho que tem a minha imagem e pronto, não preciso nem gastar dinheiro com foto.

    Quando o embrulho chegou em Portugal, seu pai foi logo abrindo todo curioso para ver a foto de seu filho pródigo.

    Se deparou com o espelho e gritou para a Maria:

    – Maria, venha cá correndo, veja como nosso filho envelheceu!! Até parece um velho de 60 anos. E ainda está com uma cara de pinguço!!!
    Maria, se debruça no ombro de Manoel… Observou bem a imagem e respondeu:

    – Também pudera! Com essa velha feia com cara de puta ao lado dele, só podia mesmo virar alcoólatra…..!!

  23. Barrichello é um bom piloto…

    Quem entende de F1 sabe disso…Quem só pensa em ganhar, deve achar ele um merda…

    Será que o Senna, ou o Piquet, ou o Emerson, conseguiriam classificar uma Andrea Moda para o grid?

    São esses pilotos que conseguem coisas impossiveis que eu admiro.

    Barrica pecou por não ir na fabrica de pneus, visitar os mecanicos, etc…

    Moreno…sei lá. Mesma coisa, faltou carisma, marketing…

    São bons pilotos (aliás, o Moreno é sem dúvida nenhuma um PILOTO CÉLEBRE!!!!!!…post por vir)

  24. Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

    o povo acha que por uma jornan na pole é sorte, e que ter o carro esquecido sobre um cavalete é azar. E ainda, o povo diz dos que discordam, serem complexados, recalcados (palavra nojenta) e chorões; conspiradores, evasivos e teimosos. Não é o contrário? Penso assim: • Ver que o cara foi sacaneado, e tirar o sarro, é um tanto inescrupuloso, mas pode gerar risadas sinceras. • Ver que o cara foi sacaneado, esquecer disso, trocar o verbo por azarado e tirar o sarro, não gera graça, pois se escancara um absurdo com viés revoltoso, o absurdo de sonegar a informação, de passar um paninho pra limpar enquanto todo mundo dorme…. de esconder a sacanagem – isso tira a graça, pois não há de onde tirar risada na sacanagem contra si mesmo, mas acontece: tira-se sarro de onde não tem e se recria a cada vez a projeção senística. – não gera risadas, só raiva; não mais esperanças de projeção senística, mas a conhecida maldição do abutre, retroalimentada e tensoativada pelos carniceiros a cada nova carnavalhada no audás Grão-Piloto do Supremo Reino das Corridas Disputadas na Terra, ou na sigla: GPs-Recordist.

  25. Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

    assim: ……ás.

  26. Ótima matéria. Deveria ser lida em rede mundial. Quem critica o Rubinho, não acorda as 3h00 da manhã pra assistir corridas de F1. É uma grande pena ver comentários de pessoas desenformadas ou sei lá o quê. A Ferrari mostrou não só com o Rubens, mas também com o Massa, que favorece sim, europeus. Quem é o maior patrocinador da Ferrari hoje? O Santander, um banco espanhol. Acham mesmo que eles iriam dar condições iguais ao Massa? Puxa, quem pensa isso, realmente não conhece o mundo real. ALguns dizen que a McLaren “claramente deu mais atenção ao Prost do que ao Senna no início da temporada de 1988” e que ainda assim Senna foi campeão, só que é o seguinte, o Prost já era bi-campeão, e o Senna éra apenas uma grande promessa. Essa preferencia era algo natural e não uma determinação superior que o Senna teve que quebrar. E tem outa coisa, eram outros tempos a F1 naquela época, assim como foi diferente a 10 anos atrás, e como será diferente daqui pra frente, onde qualquer cara que se acha piloto e tiver grana, esta garantido o Grid. É, realmente muitos pilotos conseguiram permanecer muito tempo na F1 sem terem sidos campeões, mas quantos continuaram até o fim, em grandes equipes (..afinal, embora passe por um momento ruim a Willians é uma equipe grande e a mais tradicional da F1…) e recebendo um salário milionário? Poucos, na verdade, só os melhores, os que realmente são diferenciados assim como o Barrichello. Hoje, eu detesto a Ferrari, e ela sim não faria falta nenhuma na F1. Pra mim, o Barrichello cometeu um grande erro, ao optar pela Ferrari, ao invéz de ir para a Mclaren em 2000, e talvez ele saiba disso também. Com certeza teria sido bem mais feliz, e certamente teria sido campeão do mundo, posto que ele merece. O Rubinho é muito prestigiado dentro da F1, tem fãs no mundo inteiro, e VAI sair de cabeça erguida da F1, seja agora ou quando for, porque ele já é um grande vencedor. Valeu Rubinho!!!!!

  27. A análise mais lúcida e imparcial que já vi. Parabéns! E amei e adotei a frase: “Números pouco dizem, pois não mostram as circunstâncias em que foram obtidos”. Perfeita.

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