No country for old men


Alonso em seu melhor papel: fiscal do INSS alemão

por Marco Bidart

Tuítar ou mandar tuítar, eis a questão…cento e quarenta toques de um assessor de imprensa, uma e outra vez, até completar um pedido de desculpas que não convence ninguém, seja pela dúvida da necessidade de realmente pedir desculpas, seja por não ter ficado claro o motivo de tal pedido. Independentemente do ângulo, os episódios ocorridos no último GP de Mônaco parecem coisa de crianças mimadas; besteiras que vem se repetindo ano após ano na F1.

O certo é que os nossos pilotos são meninos que têm nas mãos brinquedos poderosos, cheios de botões com centenas de ajustes possíveis que nem sempre podem ser efetivamente utilizados nas situações de corrida. A cada curva de baixa, de alta, reta longa, reta curva ou reta pirlim-pim-pim deve haver bombrílicas  possibilidades de acerto na busca do milésimo de tempo ou guaxinim de potência que fará a diferença para conseguir uma ultrapassagem, salvo que seja um velho alemão que esteja na frente, daí bastaria um esquilo de força para dar o chega prá lá e mostrar a traseira. O tempo é cruel com todos e, como diria um certo hijo de una Asturia, para bien o para malde Felipe –, en la rossa me voy a jubilar.  

Fangio (esq.) e Farina (dir.), quarentões campeões, com Ascari (centro), no pódio do GP da Inglaterra de 1953

A grande dúvida que começa a me incomodar é sobre a ‘nova idade’ para considerar um piloto de ponta como carta fora do baralho. Nos primórdios da F1, ou seja, nas décadas de 50 e 60, pilotos como Juan Manuel Fangio e Emilio Giuseppe Nino Farina ganharam títulos com bem mais de 40 anos. Especificamente, Fangio foi pentacampeão com 46 anos, em 1957, e Farina foi o primeiro campeão da categoria com 44. Além deles, Norman Graham Hill foi bicampeão com 39 anos em 1968.

Nas décadas de seguintes já não encontramos outro quarentão faturando um título mundial, no entanto, Mario Gabrielle Andretti, com 38 anos em 1978, sagrou-se rei do circo formulauniano, além de Alan Jones, campeão em 1980 aos 34 anos; Keijo Erik Rosberg, 33 anos; Andreas Nikolaus Lauda, 35 anos completados no seu último título, em 1984; Nigel Ernest James Mansell, campeão em 1992 aos 39; Alain Marie Pascal Prost, tetracampeão em 1993 com 38; Damon Graham Devereux Hill, vencedor em 1997 aos 37 anos e Mika Pauli Häkkinen, bicampeão aos 32.

A década seguinte teve Michael Schumacher conquistando seu heptacampeonato com 35 anos, em 2004. Talvez por ter sido o último trintão campeão do mundo desde Häkkinen, o alemão se animou a retornar e enfrentar a geração vídeo game. Ele não previu que a moçada era boa nos botões.

Nesses tempos a F1 ainda era coisa para adultos

Não obstante, pergunto: e agora? Eu era dos que achava que se o piloto mantivesse a boa forma poderia continuar competitivo com mais de 40 anos, como no caso de Schumacher, que sempre esteve bem fisicamente. Tudo bem, meu pensamento é de velha guarda pelo visto, pois vemos uma avalanche de campeões cada vez mais jovens, com destaque para Alonso, Hamilton e Vettel, que dominam o cenário. Começo a acreditar que 32 ou 33 anos seja o novo limite de competitividade na F1, limiar de outros vitoriosos como Raikkönen e Button.

Talvez seja necessário repensar até a velha máxima que diz que a F1 dos anos 70 e 80 era mais difícil que a de hoje. Vejo que antes o piloto só precisava se preocupar com a pilotagem pura e com o equipamento gerador de resposta imediata, os comandos que com uma operação precisa geram performance. Havia menos acertos, menos variáveis a considerar na hora de tentar extrair o melhor do carro. Era possível adquirir manhas, truques e atalhos para quantificar o desempenho. Hoje, com o advento entre outras coisas da aerodinâmica, além de quantificar, é preciso qualificar o equipamento para superar a concorrência, principalmente nos treinos, onde centésimos e até milésimos de segundo definem uma pole, arma essencial para se obter uma vitória em tempos de escassas ultrapassagens.

Luisinho, depois de conquistar o título de 2008

O resultado dessa evolução é sintomático: pilotos mais hábeis com dedos e botões do que com mãos, braços e pés. A sensibilidade da bunda de Fittipaldi, dos pés de Senna e dos braços de Piquet deu lugar à interpretação dos dados captados por um volante multifuncional para a alimentação de computadores nos boxes e posterior análise e tomada de decisões de engenheiros. Tudo numa fração de segundo. Os homens maduros que corriam no passado abriram espaço para pós-adolescentes viciados em Internet e vídeo games, mimados, imaturos e infantis.

Por essa razão, penso que devemos relevar as atitudes de Hamilton, fã declarado de Senna, que vê no seu ídolo um piloto muito superior a ele no quesito que mais o fascina de toda essa brincadeira chamada Fórmula 1: a pilotagem pura – coisa rara hoje em dia. Há muita nostalgia na cabeça destes pilotos meninos, criados numa era de liberdades muito diferente daquela em que viveram os precursores do sucesso deste esporte diferente, pois é para elites e ao mesmo tempo para o gosto popular.

Em tempo, o fator que limita a faixa etária que divide sucesso e fracasso na F1 é o mesmo fator que separa gerações, próximas temporalmente, mas separadas na essência. Não podemos pretender que Rubinhos e Schuminhos tenham a mesma intimidade tecnológica que Luisinhos e Tiãozinhos possuem.

Nesse Sítio do Pica Pau Amarelo europeu de alta velocidade,  Vettel e Hamilton são Narizinho e Pedrinho perdidos entre computadores e softwares, respirando tecnologia da informação.  Barrichello e Schumacher, criados com Ataris, Basic e TK 90, são a Dona Benta e a Cuca, antagônicos, usados e paternalistas, teimando em se impor, cada um do seu jeito, por sobre uma geração que os vê como mera diversão. Rubinho como o museu vivo da categoria; Schumacher como o grande campeão que os estimula na pista quando é ultrapassado. Aliás, ultrapassar Schumacher é hoje a maior diversão dos novatos e veteranos das equipes intermediárias, já que o pessoal da ponta só percebe que ele está correndo quando coloca uma volta na sua Mercedes.

Então, aí está a grande diferença entre as gerações: a programação do cérebro. A idade é importante para os pilotos de hoje em dia não pelo desgaste físico ou mental e sim pela forma como o cérebro dos mais velhos fora programado nos primeiros anos de vida. Minha filha brinca comigo no notebook, assiste vídeos do Youtube e usa as teclas para familiarizar-se com as letras e os números. Ela ainda não tem dez meses de vida, mas quando completar dez anos lidar com dados, botões, softwares , aplicativos, etc., será algo tão natural quanto comer ou respirar.

Nico Rosberg, durante uma balada plastificada

Ser parte da geração da informação credencia, ou melhor, outorga aos pilotos com menos de 27 anos uma vantagem quase desleal contra seus colegas de mais de 30. Até bem pouco tempo atrás esta tese seria considerada asneira sem pestanejar, mas devido as claras evidências apresentadas em pista, ouso afirmar que paradigmas vem sendo pulverizados a cada GP.

No final das contas, nada mais normal que um garoto magoado proferir declarações apelativas no calor do momento. O auê do caso Hamilton nasceu de comentários no mínimo impertinentes do protegido de Ron Dennis. Massa respondeu na base do chororô, outra atitude de filhinho de papai.

No melhor estilo Molejão, brincadeira de criança é a nova vida fora dos cockpits, entre cry babies, yabadabadoos e vídeo games. Que assim seja.

Publicado em junho 3, 2011, em Atualidade, Automobilismo, F1 e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 36 Comentários.

  1. Fabio Nascimento

    Bidart, excelente post… você falou coisas que realmente não podem ser contestadas, o Rubinho tomando pau do Maldonado também é uma evidência disso. Esse ano tá feio para o Rubinho e a sua tese é ótima, eu me considero jovem, mais ou menos… rs… mas esse lance de twitter, facebook, não me adapto… nada como praticar um esporte de verdade, assistir um filme… viver uma vida real e não virtual.. mas no mundo de hoje a tecnologia faz parte do contexto… até me sinto excluído por não me adaptar bem as novidades… agora, bombrílicas… que que é isso mano? haha

  2. Segundo o dicionário Chico Buarque de Hollanda, ‘bombrílica’, do globalês ‘bombrílico’, é qualidade adquirida por um indivíduo ao ter 1001 utilidades…

  3. Salve Bidart!!!

    Acho que se analisarmos os pilotos que tem chance de brigar por titulo, temos o Vettel com 23 anos, o Hamilton tem 26, o Alonso tem 29, o Button 31, Webber tem 34, ano passado o Webber brigou até a ultima corrida, o Button até a penultima e foi campeão em 2009 com 29 anos, o Alonso quase foi campeão ano passado!!! Os outros pilotos acima dos 30… Schumacher, Barrichello e Trulli, não tem carro para brigar e se tiverem muita sorte um podio, o Webber é o piloto mais rapido do ano em corridas pois em seis corridas, ele fez a melhor volta em quatro e é um dos mais velhos do grid, também acho que a idade pesa em qualquer tipo de esporte, mas será que é só isso??? Não acho que mesmo com todo o talento, o Vettel ganharia 6 corridas numa Mercedes, Williams ou até mesmo na Ferrari desse ano, a Formula 1 é e sempre será um conjunto entre equipe, carro, piloto, grana e gente competente trabalhando para isso funcionar…

    • Fabio Nascimento

      Acho que o que o Bidart quis dizer que não é a idade mas a facilidade de lidar com as novidades, o Webber não é o mais rápido na minha opinião. Colocar um pneu novinho com tanque vazio faz a diferença… sem contar que no fim da corrida o Vettel já está mais administrando, o Webber na fase final das corridas geralmente não está entre os 3 primeiros. A facilidade de lidar com a tecnologia de forma constante como o Vettel e o Hamilton, provavelmente o Rosberg também fazem a diferença…

      • Quanto ao Webber eu digo o seguinte, se um piloto mediocre como ele consegue fazer a volta mais rapida, imagina se o Alonso ou o proprio Queixudo tivessem uma Red Bull??? Não disse que o Webber é o mais rapido, eu apenas usei a estatistica que mostra isso, se ele tem pneu novo ou tanque vazio não importa pois todo mundo tem, o diferencial é o carro, esse Red Bull até um macaco consegue dirigir (thanx Mansell), e é isso que eu quero dizer, não precisa ser tão novinho assim ou tão talentoso pra conseguir fazer algo na F1, basta estar no carro certo e no momento certo e ter um pouquinho de talento, vide Button em 2009!!!

  4. Cristiano Estolano

    Bidart, mais um post inspirado, espero que a classificação do Peñarol tenha feito contigo o mesmo efeito de um kers ou de uma asa traseira aberta (epa!)…🙂

    Bom, quanto ao post em si, acredito que isso seja mesmo verdade, e ainda acrescentaria outro subsídio para sua análise: o vexame do Badoer. Tá, ele foi um fracasso e tal, mas não era tão mau piloto. Ele deve ter tido um choque semelhante ao de um paciente que entrou em coma nos anos 80 e acordou em 2010 (fato verídico), mesmo que tenha sido piloto de testes durante algum tempo…

    Além disso, outro ponto a acrescentar é a imaturidade de alguns desses “jovens adultos”. Atitudes (em pista e fora delas) e respostas cretinas, de maneira geral.

    Quando a gente pensa que o Alonso é “veterano” na F1, já está pensando em aposentadoria (mesmo que para 2016) e só tem 30 anos, é ou não é para se concordar com sua tese?

    Ps.: Será que a sensibilidade da bunda do Fittipaldi passou para o Rosberg?😉

    Já no que se refere às fotos, só dois pitacos:

    1 – Piquet arranjando um jeito de contrair doença grave no dedo, já que a fama dos franceses é de não ser muito “ami” da “salle de bains”..😀

    2 – Acho o Bieber mais a cara do Vettel…

    Abs

  5. Hahahaha!!! Não é tese não, pessoal! É só uma elucubração…kkkkkkkkkkkkkk
    Tomara que não se confirme nada disso, porque eu, particularmente, não consigo torcer de fato para bebês chorões…e olha que tem muito marmanjo chorão na F1, tipo Webber, Barrichello, Alonso, etc…
    Ah, sou Nacional, o rival, mas torci pelo Peñarol, pra ver se o futebol uruguaio sai da fila de vez…

  6. Eu pensava em colocar algum post sobre esta nova geração, afinal muitos deles tem a minha faixa de idade. Mas não é necessário. Bidart colocou tudo em mais um pouco sobre isto. Realmente a Fórmula 1 de hoje é completamente diferente dos anos 80 e 90.

    Tem até um texto escrito por Ernesto Rodrigues, que chegou a ser reproduzido no finado FUK, pelo Zé Bedeu, onde há uma boa explicação sobre isto.

    “Silverstone, 1987. Voltas finais do GP da Inglaterra. Nelson Piquet lidera, com sua Williams-Honda, poupando os pneus já bem gastos e mantendo uma pressão conservadora no turbo, confiante no cálculo de consumo do computador de bordo. Em segundo lugar, incendiando a torcida com uma tocada espetacular, com quatro pneus novos, trocados em um pit-stop extra, Nigel Ernest James Mansell, com o outro carro de Frank Williams, descontava perigosamente a diferença que o separava de Nelson.

    No cockpit, Piquet, aplicando seu raciocínio à Williams de Mansell, estava certo de que o inglês não conseguiria terminar a prova naquele ritmo. O combustível acabaria antes. Tinha certeza.
    No meio da última volta, Mansell, já ocupando integralmente o retrovisor de Piquet, resolve partir para o ataque, desenha um dos dribles mais espetaculares da Fórmula 1 dos anos 80 e ultrapassa Nelson, depois da inútil tentativa do brasileiro de fechar a porta. Silverstone treme como um Wembley lotado. Piquet passa resto de volta que separava as duas Williams da bandeirada pensando e torcendo: “Vai parar! Vai parar! Para, filho da puta”!

    Mansell parou na pista sem combustível. Só que algumas centenas de metros depois de cruzar a bandeirada em primeiro, no meio de uma apoteose da torcida. Piquet teve combustível para cruzar em segundo e amargar aquele que foi o momento mais desconcertante de sua brilhante carreira.

    A razão desse rasgo saudosista com autonomia de 22 anos – eu não achava que fazia tanto tempo, no início deste texto! – é a sensação de que a tecnologia da Fórmula 1 de hoje acabou com a margem de erro que havia nos computadores de bordo das Williams de Piquet e Mansell. E que, assim fazendo, também diminuiu drasticamente as possibilidades de assistirmos, de novo, momentos como esse histórico espetáculo do imprevisível, essa vitória desesperada da vontade (de Mansell) contra a certeza tática, racional e matemática (de Piquet).

    Com seus carros que não quebram, suas charadas de calculadora na hora do reabastecimento, o impressionante monitoramento ao vivo dos pilotos por seus respectivos engenheiros e a blindagem tecnológica que protege carros e motores de pilotos pés-pesados (que destruíam pneus, motores e freios) e de mãos estabanadas (que mandavam câmbios para o espaço), a Fórmula 1 de hoje já não premia tanto – ou pune na mesma medida – estilos tão diferentes como os de Piquet e Mansell.

    O papel dos pilotos é cada vez menor, como já era, se compararmos a época de Nelson e Nigel com a de Clark e a deste com a de Fangio.
    É outro departamento. A Fórmula 1, hoje, é mais parecida com a produção de um mega filme de Hollywood do que com a pintura de uma tela ou a criação de uma escultura.

    Nada contra.

    Apenas um pouco de saudade dos tempos em que o cockpit era um lugar onde o piloto ficava mais às sós com seus limites e suas qualidades.

    Um abraço a todos
    Ernesto Rodrigues”

    • 22 anos foi em 2009. Hoje é 24!

      E eis o vídeo para ilustrar estes tempos…

    • Não sei não, mas isso me parece meio saudosista demais. Em geral acho que todos somos. Para mim, por exemplo, não existem mais grandes bandas de rock e curto sweet child´o mine até hoje. Isso sem nos Beatles (influencia do meu pai pois tenho 30 anos “apenas”), que de uma certa forma me remete à minha infância.
      Mas não vejo o piloto com menos influencia no resultado atualmente. O que mudou, incontestavelmente, foi a função do piloto. Ouso dizer, inclusive, que o piloto exerce mais influencia hoje que outrora. São muitas as funções controladas por ele, o que exige um grau de concentração fora do comum. O foco não pode ser mais apenas na pista. Além disso, essa série de elementos controláveis faz com que o piloto tenha que desenvolver uma sensibilidade também espetacular, pois o melhor ajuste em cada curva, em cada freada pode recompensá-lo com o décimo segundo que lhe fará diferença no final da volta.
      Mal comparando, grosseiro eu diria, é como se antigamente os pilotos fossem os mecânicos mais rápidos e, atualmente, são os engenheiros de qualquer uma dessas milhões de área que existem mais rápidos. Para mim Senna é o melhor, mas não sei se hoje ele seria um piloto de ponta. Do mesmo jeito que essa turma nova não se enquadraria na F-1 de antigamente. Por isso não dá para comparar. Comparação pressupõe parâmetros. É como se comparar massa (não o piloto) com velocidade. São grandezes distintas em sua origem, incomparáveis, portanto.

      Abs a todos.

      Parabéns pelo excelente post. Ah, parabéns pelo post do negão tb, infelizmente só li hj.

      Rodrigo

      • Amigo,

        Grandes bandas de rock e Sweet Child´Mine… Não cabem na mesma frase !!!!!
        Isso não ecziste !!!! (Tks padre Quemedo) :mrgreen:

      • O Barrica dirigiu o carro que foi do Senna. Disse que o carro era “nervoso pacas”. Claro, todos os “controles” estava nas maos e pes dos pilotos. Era um carro regulado pra “voar”, mas os caras passavam quase a volta toda sem pisar fundo, senao o fdp rodava sozinho.

        Hoje em dia, e’ muito controle, e’ como jogar um game de corrida com todos os “helpers” ligados. Pra quem corre, sabe a diferenca que faz.

    • Como vimos no post anterior, a vida da’ voltas.

      Chuuuuuuuuupa Mansell😀

  7. Calendário 2012.

    http://www.autosport.com/news/report.php/id/91959

    11/03 Bahrain Sakhir
    18/03 Australia Melbourne
    01/04 Malaysia Sepang
    08/04 China Shanghai
    22/04 Korea Yeongam
    06/05 Turkey Istanbul*
    20/05 Spain Barcelona
    27/05 Monaco Monaco
    10/06 Canada Montreal
    17/06 United States Texas
    01/07 Europe Valencia
    15/07 Britain Silverstone
    29/07 Germany Hockenheim
    05/08 Hungary Budapest
    02/09 Belgium Spa-Francorchamps
    09/09 Italy Monza
    30/09 Singapore Singapore
    14/10 Japan Suzuka
    28/10 India New Delhi
    11/11 Abu Dhabi Yas Marina
    25/11 Brazil Interlagos

  8. Senna Simply The Best

    O último GP de Mônaco, poderia relembrar esta corrida se não fosse a direção de prova permitir as trocas de pneus durante a bandeira vermelha.

  9. Esses dias teve o post da Sega e da Williams. Encontrei este vídeo satirizando a fase do Sonic. E pensar que pegavam pesado com o Barrica…

  10. Nelson Ayrton Fittipaldi

    ExcRusiva va !!!
    http://tazio.uol.com.br/noticia/virgin-dispensa-diretor-tecnico-nick-wirth-apos-inicio-ruim-de-ano/

    Nick Wirth C.F*D** com seu carro feito no computador 😈

  11. E como o tempo não para… Vamos às efemérides musicais de hoje…

    Hoje seria aniversário de Billy Powell, que faleceu em 2009…
    Ele era tecladista do Lynyrd Skynyrd, grande representante da vertente Southern Rock… Estilo de Rock com forte influência country, blues e folk do meio-oeste americano…

    Hoje tem bolo na casa da tia Suzi Quatro… Seu estilo musical faz parte da vertente do rock conhecido por Glam Rock (Glam de Glamour) ou Glitter Rock… Ela foi umas das precursoras do movimento “Girl Power”, que tomou de assalto o rock no começo dos anos 80…
    Suzi era gatinha… Pena que o tempo passa para todos !!!!!:mrgreen:

    Hoje tem balada forte na casa do rei Kerry King, guitarrista do Slayer… banda que ao lado do Methalica, Megadeth e Antrax forma o “Big Four of Thrash”.
    Entre idas e vindas… O mestre “só” tocou com Beastie Boys, Pantera, Ice-T, Witchery, Marilyn Manson e Megadeth…. Fera !!!!
    Pqp !!! Dia 09/06 tem SLAYER EM SÃO PAULO !!!!!

  12. Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

    Rubinho nao toma pau do Maldonado. Nada disso. Em mônaco o Rubens correu com uma asa traseira diferente, que segundo ele seria melhor pra corrida e pior pra classificação. De um jeito ou de outro, Rubinho terminou a corrida e marcou os primeiros pontos daquela sucata. Mas veremos ao fim do campeonato, quem termina na frente de quem.

    E o Javier Barden é a cornucópia do Vitalli Petrov. Não gostei da comparação com o Shummi, pq o mal do Shummacher não tem classe como o do carinha do No country for old men. Mishuruca nunca foi o arquiteto das suas façanhas malévolas, é cretino até no que sabe fazer melhor: trapacear.

    • Euclides Palhafato (Perro de Cofap)

      Opa, foi mal. A comparação foi com o ALonso, viajei. Aí sim. Alonso é o cara! Esse é cafageste mas não perde a classe.

  13. Muito bom ! Usou a f1 para exemlificar o conflito de gerações que emerge a patir da interação com as novas Tecnologias. Pela primeira vez na história convivem pessoas no mesmo espaço e tempo que pertecem a gerações totalmente distintas. Meu filho do smatfone e do x box 360,convive com meu irmão da era do supernitendo e da origem da internet, que convive comigo que sou da era do Atari, que convivo com meu pai para quem a Tv foi uma novidade, que convive com meu tio mais velho que é da época do rádio, que convive com minha avó que nasceu apenas 25 anos depois da escravidão e andou de maria fumaça.

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