O novo valor das idéias


por Marco Bidart

Há alguns dias assisti “A Rede Social”, filme que me fez pensar um pouco sobre o quanto minha geração e as anteriores foram programadas para depender das idéias de outros e de como, aos poucos, se dissemina por todos os cantos do planeta o valor do empreendedorismo entre os jovens, um pouco mais em alguns países, um pouco menos em outros.

Segundo os sociólogos essa mudança se deve a uma necessidade das sociedades de se reinventar devido à escassez cada vez maior de empregos formais, principalmente nas nações mais desenvolvidas, fenômeno que o Primeiro Mundo experimenta já há alguns anos devido a um gradual processo de desindustrialização alavancado pela especialização das suas populações e de um natural desejo de abandonar os trabalhos maçantes e desestimulantes que o chão de fábrica oferece.

Zuckerberg: ele acreditou na sua idéia até as últimas consequências

E como não ser tentado a viver de algo que se goste? Como não desejar ser o senhor do seu próprio tempo e do seu destino? Nietzsche dizia que qualquer um que não é dono de pelo menos dois terços do seu dia é tecnicamente um escravo. Mergulhados em regras, ditames, normas e preceitos institucionais, nossos pais, avós e até nós mesmos somos prisioneiros de uma vida burocrática, muitas vezes chata. Trabalho, para a maioria das pessoas, é sinônimo de obrigação. No entanto, desde que alguém inventou a auto-ajuda convencemos a nós mesmos que é preciso aceitar o que se têm e ser feliz assim.

Bull shit! Não é a toa que as frutas caem da árvore quando atingem a maturidade. Nós, seres humanos, na medida em que amadurecemos começamos a ter consciência do que é realmente importante, embora não poucas vezes essa consciência chegue tão tarde que já não é mais possível mudar o rumo e algumas frutas ficam bichadas no pé. Ao cair, então, estouram; impróprias para o consumo da vida.

Ah, se fossemos mais estimulados a nos valer do nosso intelecto em vez dos braços. Segundo De Masi, nosso tempo se encontra entre ritos de passagem que vislumbram abrir novas janelas de visão relativa ao modo como nos relacionamos com o trabalho. O futuro não é a mera ação descoordenada dos workaholics do passado. Intelectualização é a chave.

“Difunde-se cada vez mais a consciência de que as atividades cerebrais predominam em relação às manuais, que as atividades virtuais prevalecem sobre as tangíveis. De fato, seja no horário de trabalho, seja durante o lazer, nós agimos sempre mais com a cabeça, em vez de usar a força física, como antes. Por isso investimos na formação de nossos filhos, no estudo de varias línguas, em viagens ao exterior.(…)E, entre as atividades intelectuais, a mais apreciada é a “criatividade”, que é um outro elemento distintivo, um outro valor central da sociedade pós-industrial.”

Cheios de normas e parâmetros pré-estabelecidos, os institucionalistas ainda dominam o mercado de trabalho no mundo criando mega-organizações repletas de bens tangíveis, verdadeiros monstros que arrasam os recursos naturais do planeta antes que suas ‘ISO’ possam detectar os danos causados, normas que são retardadas na sua essência benéfica pela excessiva burocracia sem a qual não seria possível comandar esses gigantes. Não há coração na Monsanto, na Ambev, na Gazprom. Só há parâmetros.

Porém, a Terra começa a cobrar a conta e torna-se indispensável dar doses de emoção às regras com o intuito de corrigi-las. Se o chão de fábrica evoluiu no rigor das regras que corrigiam as emoções dos homens, a nova sociedade, para ter futuro, precisa da sensibilidade que somente pequenos e criativos empreendedores podem ter. E isso não quer dizer que eles sempre serão pequenos, pois sua intangibilidade ou o ‘valor de suas idéias’ podem vir a não ter preço. O Facebook é a prova viva disso.

Numa sociedade em que o trabalho é cada vez mais do tipo intelectual as idéias, que antes eram desapropriadas dos seus criadores pelo vínculo empregatício, são agora propriedade de quem as concebe e tem a coragem de assumir a ‘paternidade’. Zuckerberg não se separou de sua criatura, tomou-a para si como a um filho e transformou o pequeno site de mil dólares numa corporação que vale 25 bilhões.

Co-fundador chutado do Facebook, Eduardo Saverin, brasileiro, não teve tanta fé na coisa

“(…) o campo de domínio é metafísico e não físico. Quando era físico, o vencido deveria ser eliminado fisicamente. A hegemonia das idéias, ao contrário, é mais suave. E tem-se por certo que uma idéia vitoriosa não permanece vitoriosa para sempre.”

De Masi quer dizer com sua analogia que a mente humana está mais valorizada do que nunca. A tecnologia da informação emparelhou os níveis de intelectualidade acima das fronteiras das castas sociais. Só é burro quem quer ser burro, pois o mundo se tornou uma fábula da comunicação de massas e há lugar para quase todos em frente às imensas janelas que Bill Gates criou.

“Nesta fábula, todos nós vivemos ao quadrado. Nas Mil e Uma Noites, Sheherazade consegue se salvar contando uma história dentro da qual se conta uma outra história, dentro da qual se conta uma outra história, e assim até o infinito. Do mesmo modo, na nossa vida cotidiana vivemos uma realidade contada pelos jornais, que por sua vez a obtém das agências de notícias, que a obtêm da televisão, que a obtém da Internet. Cada gesto, cada evento é multiplicado por si mesmo, lançado na rede, refletido nos infinitos espelhos das nossas múltiplas realidades.”

E ainda acrescenta:

“Se os nossos bisavós padeciam do tédio de dias sempre iguais, nós padecemos de vertigem por instantes sempre diversos, dilatados, acelerados e excessivos, nos quais se orientam somente aqueles que, dotados de sabedoria, sabem viver com estilo, sub metendo e sincronizando os ritmos frenéticos do mundo aos próprios biorritmos. É provável que esta tendência permaneça também no futuro próximo.”

No mundo do futuro, que já é o de hoje, as idéias são o pão de cada dia. No embate dessas idéias, a vitória não é nunca definitiva. O vencido de hoje poderá amanhã ter uma idéia nova e vitoriosa. Disso nasce a diversidade das regras do jogo que nunca terá vencidos nem vencedores, apenas jogadores.

(livremente inspirado no livro ‘O Ócio Criativo’, de Domenico de Masi)

Publicado em abril 26, 2011, em Atualidade, Diretoria e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 55 Comentários.

  1. Pronto! Demorou, mas saiu…

  2. Baseado no livro de Domenico de Masi??? Poderia ser baseado na historia de Domenico Schiatarella!!!:mrgreen:

  3. O Saverin foi chutado mas ganhou um processo contra o zuckerberg, não?

  4. Salve Bidart!!!

    Tudo o que é demais, faz mal e uma hora esse negocio de ficar pensando e se matando muito tempo só pra ter uma misera ideia revolucionaria pode acabar prejudicando outras coisas, acho que isso vai ser como no passado com as grandes industrias que faziam tudo em demasia e descontroladamente, na realidadea unica diferênça entre esses dois mundos é que naquela época as pessoas não tinham muito o que fazer e ficavam loucas, hoje as pessoas tem muito o que fazer e ficam mais loucas ainda!!!

  5. Acho q quem fica caçando revolucionario, como o Ed falou, tem seu futuro na loucuro com certeza. O bom mesmo é achar algo que melhore o que já existe, como um cara que um certo dia, andando no mato descobriu o tal do “velcro”, analisando uns marvados “picões” que ficaram agarrados em sua calça. Como aquele operário que somente dando uma simples idéia de reposição de uma maquina, fundou a primeira consultoria industrial.

    Ser empreendedor não é necessariamente se tornar um bilionário através de uma idéia, mas se tornar bem sucedido em suas investidas, mesmo que como um tal de Henry Ford, tenhamos que falir algumas vezes.

  6. Cavaleiro que diz NI!

    Meu caro Bidart, cada dia mais papo-cabeça, valeu. Mais pessoas deveriam entrar neste buteco, que só tem gente inteligente. Em blogs de futebol tem vários zoobies gritando “uga, uga, futebol! futebol!” ou “os corinthia é minha vida, os corinthia meu amor, sem vc vou morrer!” pqp, coisa de viado. Ópio do povo.

    Costumo dizer que vender mão-de-obra não leva ninguém a nada (há não ser
    que seja muito especializado). É melhor investir um dindin em negócios ou mercado financeiro. Por exemplo: desisti de trabalhar e viver especulando na bolsa. Ganhei mais de 50% no primeiro ano, mesmo sem experiência. Depois soube que a Telebras seria reavivada para a banda larga. Cheguei a ter 18.000 ações compradas a 0,70 centavos, em 2007. Daí foram vários boatos desfavoráveis e em 2008 veio a crise. Vendí a 0,55. Cairam depois para 0,20, e eu ia voltar a comprar. Mas aí minha família e amigos dizendo que eu era doido, mas só não voltei a comprar porque precisei da grana. Moral: houve um grupamento e as ações da Telebras estão hoje em 7,00 pilas. Teoricamente eu teria hoje, no mínimo, se eu mantivesse minhas ações de 0.7 cents, 126 mil pilas… Pensei até em fazer um clube de investimentos, mas brasileiro ainda não tem a cultura de guardar grana e investir na bolsa, iam me crucificar a primeira queda…

    “…trabalhos maçantes e desestimulantes que o chão de fábrica oferece”, chão de fábrica poderia ser substituído por “frente do computador”, já que eu fui projetista e designer, e tinha que produzir feito louco, a criação era quase nula. Hoje estou tentando viver de arte, já exportei telas, ganhei prêmio americano. Veio a crise, atrapalhou as coisas, mas não desisti, pra desespero da minha mulher, que não coopera e entende que nunca compramos nada com meu antigo salário. Se tenho uma casa foi herança do meu vô, que era um bom comerciante e ainda emprestava grana. Pena que morreu (praga dos devedores?) quando eu ainda tinha 3 anos, senão teria aprendido muito com ele a ser empreendedor. Minha mãe arranjou um companheiro (tipo “pau de bosta”, kkkk) e gastaram quase tudo. É isso.

    A geração dos nosso antepassados, Bidart, foi programada para ser “peão”, ganhar o dinheirinho do pão de cada dia e ser eternamente grato ao patrão por fazer o favor de “dar” emprego.

    • Cavaleiro que diz NI!

      O que eu queria deixar claro com este comentário é que nunca devemos desistir de uma idéia, mesmo que seja louca. Idéias conservadoras podem não dar prejuízo, mas não vão te enriquecer. Ser funcionário público, por exemplo, pode até te deixar rico se for um promotor, juiz, médico, etc. Mas conheço pessoas da justiça que gastam muito, devem muito, mais do que ganham, por ter a tal “segurança do emprego”. Acho que não são verdadeiramente ricas. A riqueza é ter paz fazendo o que se gosta, ou alguma coisa em que a pessoa tem vocação.

    • Cavaleiro que diz NI!

      “18.000 ações compradas a 0,70 centavos, cada uma”, é o correto. Desculpem, eu bebí uma vodkazinha no almoço.

  7. Cavaleiro que diz NI!

    “não entende que nunca compramos nada com meu antigo salário”, seria o certo.

    • Grande Cavaleiro! Você captou o espírito da coisa. É claro que não me refiro a ser um irresponsável sonhador a vida inteira, até porque para quem só sonha a vida mostra dentes afiados. No entanto, várias correntes de economistas, antropólogos, sociólogos e afins prevém que o emprego vai acabar em breve. Mesmo a inchada máquina pública brasileira tende a diminuir drasticamente nas próximas décadas. Pelo menos o emprego como conhecemos, com garantias, direitos, etc, vai sumir do mapa econômico. Num mundo dividido politicamente em quase três centenas de nações que, não obstante, possui algumas dúzias de corporações privadas mais poderosas dois terços dessas nações, vai ficar difícil imaginar por quanto tempo o protecionismo e os direitos humanos poderão sobreviver, já que quem pulveriza os direitos dos humanos são os próprios humanos. Issoé mote para outro artigo.

  8. Esse ponto é fundamental, pelo menos na minha opinião. Há vários anos venho observando com muita atenção as ideias que vem surgindo no mundo da tecnologia.Vi o Jobs apresentar o imac, ipod, iphone e ipad, Sergey Brin e Larry Page criarem o gigante que é o google, vi o orkut nascer e virar um fenômeno, facebook também, twitter e groupon mais recemente, além de uma gama de outros.

    Isto me traz uma vontade imensa de criar algo novo e revolucionário, e ter o mesmo sucesso que estes citados, pq eu sei q ainda tem muita coisa pra ser inventada.

    • Cavaleiro que diz NI!

      Um site de mulher pelada… isso já tem demais… Hum… blog sobre F1… isso aê! Um blog em q… isso já tem aqui… O pior é ter um insight que preste. A única idéia legal que tive foi um “farejador de preços”, mas logo descobri que já haviam dois.

      • Eu ja tive umas 20 ideias boas de app pra iphone, mas a maioria ja tinha sido inventada, as otras 20 é so besteira, mas ainda nao desisti.

        Sites e redes de comunicação já estão um tanto saturados, temos que criar algo novo, site porno tem milhões, blog de f1 ja tem o da fufa, e eu tb tive a ideia do farejador de preços. Mas não desista, temos de tentar.

        Talvez um dia, sentados na privada assim como o Bidart, poderemos ter uma ideia brilhante.

    • Cavaleiro que diz NI!

      Fora de brincadeira: pesquise bastante, pense, anote todas as idéias, planeje. De uma hora para outra você pode ter uma boa idéia. Isso se chama brainstorm. Como sou artista e bom de aquarela,Photoshop e Corel, e fiz alguns quadrinhos para campanhas institucionais, pensei em fazer HQ na web, estilo “O Clic” de Milo Manara. Faria no início só por prazer. Não tenho tempo por enquanto, e nem espaço (e tem que ser escondido da patroa e filha, heheheh,não vão aceitar).

  9. Cavaleiro que diz NI!

    E eu queria dizer que quando trabalhamos para nós mesmos temos que ter disciplina dobrada, senão não dar certo. Mesmo que seja um trabalho de prazo esticado, temos que planejar. Muita disciplina. É o que me falta, disciplina.

  10. Cavaleiro que diz NI!

    E… CALA BOCA, GALVÃO!!!

  11. Eu acho que a grande idéia é aquela que antecipa uma tendência. O cara que dá o primeiro e certeiro passo vai se dar bem. A gente cansa de falar e de ouvir outros falando: “porque não pensei isso antes”… O “ovo de Colombo”. Tem idéia que de tão obvia, passa batida… Com diz uma colega de trabalho “o cavalo passou arreado e ninguém montou”. O tempo passa e as pessoas mudam. Como diz minha namorada: puteiro já foi com negócio, mas hoje em dia, com tanta muié dando de graça, não é mais… É preciso reciclar as idéias:mrgreen:

    • Bem pensado, Rebelc, antecipar uma tendência pode realmente ser tão simples que nós, simples mortais, não percebemos como. Eu creio que o Facebook foi uma idéia simples, básica e…genial!

  12. Cavaleiro que diz NI!

    Vou dar uma idéia aqui pra quem tem algum dindin para arriscar, investir e esquecer por uns dois anos: as ações da indústria Tec Toy estão a 0,06 centavinhos hoje. Há notícias em que a Lenovo vai comprar a bagaça e estipulam que daqui a algum tempo vá a uns 0,50. Tem um bom tempo em que não acompanho, pois preciso arranjar emprego público e tranqüilizar a “patroa”, então quem se interessa corra atrás da informação e estude. Minha estratégia, por enquanto, é “transformar uma moto usada em carro novo”, isto é 2.000 em 20.000. Em especulação não se coloca “a casa a venda”, ok? Só o que não vai fazer falta no futuro.

  13. Cavaleiro que diz NI!

    “precisa da sensibilidade que somente pequenos e criativos empreendedores podem ter”. Eu estava pensando aqui com meus botões: há uma máquina que plota objetos em resina, logo penso que num futuro haverá pequenas fábricas que farão objetos personalizados por demanda. O cara que é designer de tênis por exemplo, monta uma fábrica desta com a família, cria e produz: http://www.youtube.com/watch?v=F03jdCj9AXw

  14. Cavaleiro que diz NI!

  15. Bidart, sem palavras. Brilhante!

    Eu posso dizer que a gente tem que sonhar, pois sem isso vaos ficar no lugar comum e nada vai mudar, ficar sempre perdido nos esteriótipos da vida. Mas por outro lado, não podemos viajar demais e ficar totalmente fora de sintonia com o que acontece ao seu redor.

    Isso me lembra um provérbio chinês mais ou menos assim: ” Em um barco à deriva em alto mar. Tem três tipos de pessoas: Os pessimistas (Dizem: “Puxa, não vai aparecer nenhum vento para soprar a vela.”); os otimistas (Dizem: “Eu sei que logo o vento vai aparecer!”) e os realistas ( Que movem a vela até achar o vento certo!)

  16. Estou trabalhando num projeto que me tornará milionário!

    Basicamente, o usuario poderá criar o seu próprio banner ad. Serei invencível e poderoso😛

    Mas é uma punheta, eu e mais um cara estamos trabalhando pracaraca, mas sempre sonhando com os milhões…

    É assim que funciona.

    • Cavaleiro que diz NI!

      Boa sorte, man. Pelo menos você está num país em que essas coisas acontecem. Aqui, em Salvador, meu cunhado montou uma agencia de propaganda especializada em internet, e web design. Alguns clientes acabam correndo para fazer o serviço com qualquer “guri que entenda de html”. Fiz alguns bons layouts de anúncios e banners para uma grande pizzaria. Eles aprovaram, mas o sócio majoritário, um velho fdp, queria trocar pizzas por serviços de publicidade. Falamos que não pagamos as contas com pizzas… Falta de ética e respeito. Até um pessoal de Daniela Mercury pediu um site, pagaram uma parte para começar, nós fizemos quase tudo, e eles desistiram sem dar satisfação. Bethania conseguiu 1,4 Milhões da Lei Roaunet para um blog (você deveria tentar também). Como escreveu Gregório de Matos: Triste Bahia…

    • Quando ficar rico não esqueça dos amigos online!:mrgreen:

  17. Trapizomba
    abril 26, 2011 às 9:08 PM
    (…)Mas é uma punheta(…)

    Disse tudo hahahahahahaha

  18. Guilherme Diniz

    Na boa Bidart…..nem li o post, ao ler o título. Mas tenho minha opinião: tá todo mundo precisando é apanhar e trabalhar. Enxada e terreno….pau e pedra.
    É muita merda hoje em dia….antigamente não tinha merda nenhuma e o povo era feliz do mesmo jeito ou MUITO mais.
    Eu hoje desejaria o mundo sem celular e sem internet….é sério!

    • Cavaleiro que diz NI!

      Passei um período no pequeno sítio do meu pai e pensei nisso. E olha, me senti bem, sem celular, sem minha mulher pra encher o saco, rs, mas o note não deixei, não. Seria bom morar na roça e lá mesmo, através de um homebroke, investir no mercado financeiro ou enviar projetos para os clientes através da net.
      Acho que seria bom conciliar as duas coisas: viver um período no campo e outro na cidade. Ir rumo ao futuro preservado o passado. Por isso gosto de Sergipe, em 15 minutos você sai da capital e está na roça. Seria bom se todo bairro tivesse um “cinturão verde” preservado ou produtivo. Acho que seria legal uma tecnologia limpa para o pequeno produtor agrícola.
      O futuro está com as pequenas empresas e produtores, morram as grandes corporações!

    • Não dá pra voltar no tempo, meu amigo. Você está acostumado com os peões que convivem contigo no seu trabalho, abrindo buracos e e cimentando. Claro que o trabalho braçal ainda vai resistir por séculos, mas a tendência é que diminua devido a tecnologia. Não há como escapar, infelizmente.
      Ah, e antes que eu me esqueça:
      (mode FG on)
      Vá se foder, rapaz! Não quer ler, não leia!
      (mode FG off)

  19. Nesse post, o campo aparece…pq no novo post não aparece? Alguem fez merda lá?

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