Sem fãs não há esporte.


Um futuro de arquibancadas e audiência vazias?

As batatas da terra e o maldito ‘Barão Vermelho’ que errou o alvo bem que poderiam ter feito um serviço pelo esporte top da velocidade num futuro que hoje é passado. Cem anos de solidão na liderança da F1 é uma novela tão fantasticamente sórdida que nem García Marquez poderia dar começo, meio e fim, pois o realismo mágico do colombiano não é anatemático o suficiente em comparação com os analogismos do ‘bombeiro’ Bernie Ecclestone (sim, li num site português que ele se acha o bombeiro da F1!), que está mais para os contos da carochinha de Dickens, já que não conheço ninguém mais parecido com Ebenezer Scrooge  de Um conto de Natal que o nosso anão biliardário.
Na verdade, meu conhecimento sobre a política da categoria é raso, embora desde que nasceu o Google não existem mais burros plugados e para não ficar só no ‘control C – control V’, quero fazer algumas gracinhas em terrenos que me defendo melhor, até porque vi em algum lugar que há quem se reforme para morrer, mas o tio Bernie prefere morrer para se reformar e levar a F1 para a cova junto com ele, enfim, será que algum de nós verá o outono do patriarca? Digo isso porque até o paciente francês Jean Todt quer mais dinheiro na guaiaca da FIA, logo ele, definido pelo hobbit da FOM como uma versão pobre do Mad Max.
O homem que manipula ao seu bel prazer uma das competições desportivas que mais dinheiro movimenta no mundo não deverá parar de encher nosso saco tão cedo. Mesmo tendo em sua conta a transformação da F1 num negócio altamente lucrativo, não vejo muitas vantagens nessa lucratividade além das que pingam no bolso do próprio Ecclestone; nem sequer vejo vantagens para a imagem do esporte.
Sou daqueles que não aplaude de pé o fato de a exposição midiática da F1 valer em torno de 5,7 mil milhões de euros – claro, mais de 1,7 bilhões de pessoas supostamente assistem cada corrida, embora esses dados sejam tão duvidosos como a maioria das informações acerca das audiências.
Não obstante e apesar desses números impressionantes, como já fora conversado no blog e entre amigos via MSN, não há renovação de público para a Fórmula Um. Crianças e adolescentes simplesmente não estão nem aí para a categoria. Enquanto eventos ‘marginais’ do esporte a motor ganham o gosto dos jovens e, por conseguinte, deixam um legado para as gerações mais recentes – leia-se arrancadas, pegas e similares, além de competições tradicionais oriundas dos EUA –, a sisuda elite formulauniana vai se arrastando entre hegemonias absurdas, regulamentos duvidosos e pilotos coadjuvantes inexpressivos e pagantes. Uma droga para a gurizada hiperativa dos dias de hoje.
Convivo com muitos guris e gurias de todas as idades e com exceção do nome Senna, não há nada na categoria mais alta do automobilismo mundial que sirva de gancho entre as crianças e a velocidade das baratas. Nada mesmo. E isso que Senna não é Pelé (sic).
De quem é a culpa por esse vácuo? Há realmente culpados? Bernie, esse Hitler dos paddocks (essa é ótima) é o responsável por esse sombrio futuro da F1 em matéria de audiência? A F1 precisa realmente dessa audiência ou só com grana, tecnologia, circuitos insossos e asas móveis é suficiente? Que vai acontecer? Alguém arrisca um palpite?
Um CEO de 80 anos e bilionário tem condições de continuar mandando no esporte? A impressão que tenho é que, cada vez mais, torcemos por empresas, slogans, missão, visão e política de qualidade. Em breve, em vez de um troféu, veremos pilotos de simuladores erguendo, no pódio, certificados ISO e colocando medalhas no pescoço graças aos níveis de excelência alcançados em seus processos de pilotagem. Burocráticos, em vez de estourar champanha, assinarão uma ata referente a corrida-reunião que acabara de terminar,  não importando quem tenha chegado em primeiro e sim quem foi o  mais regular.
Sobre minha obsessiva preocupação com a renovação e o mal que Bernie vem fazendo ao esporte escrevi o seguinte num artigo anterior: “(…) entre outras aberrações e bizarrices, ficaremos sabendo por uma net marginal que começara o campeonato mundial de Fórmula Ecclestone e a única audiência da modalidade, formada pelos netos e bisnetos daquele verme pútrido, dormira antes da largada.”
E ainda, “O restante dos netos dos antigos fãs da velha e saudosa F1, bilhões e bilhões, se divertirão com alguma atividade barata e descontaminada do futuro. Seja ela qual for. Quem sabe sejam corridas a bordo de ‘dinossauros’ metálicos com quatros rodas movidos à restos de gasolina. Quem sabe com suas façanhas descritas por cronistas malucos que escrevem enquanto defecam. Foi, é e será sempre estranho esse nosso mundo, assim como estranha é a nossa condição humana.”
Continuo preocupado. Sem fãs não há esporte, mesmo que a grana chova mais que os petrodólares que financiam milionários campeonatos de futebol com estádios vazios no Oriente Médio. Tem um velho ditado uruguaio, referente ao longo domínio do Partido Colorado no governo, que diz assim, em espanhol mesmo: “No hay mal que dure cien años…ni pueblo que lo resista!” Traduza se quiser.

Marco Alexander Bidart

Publicado em abril 6, 2011, em F1. Adicione o link aos favoritos. 58 Comentários.

  1. Grande post (em todos os sentidos!), Bidart!🙂

    Casa justamente com as declarações dadas ontem por Jean Todt sobre o acordo de 100 “ânus” assinado entre a FIA e a FOM.

    Para quem ainda não leu:
    http://www.itv.com/formula1/news/2011/4/jean-todt-seeking-better-financial-deal-for-fia-1337/

    http://racing.terra.com.br/index.asp?codc=8117

    • Sabe, bode, esse assunto é preocupante mesmo. Meu velho, por mais piegas, retrógrado, antiquado e infantil que possa parecer, as crianças precisam de heróis para se identificar com alguma coisa, para sentir que fazem parte de algo. Mesmo fictícios, esses heróis cativam os jovens na sua luta contra o ‘mal’, imaginário ou não. É a velha boa sociedade do espetáculo, cheia de vidas que vivem suas vidas em outras vidas representativas, encenadas. Não considero que isso seja um insulto a inteligência, mas a droga que dopa cada um de nós para aceitar a realidade abafada em que vivemos.

  2. Salve Bidart!!!

    Fica dificil mesmo ter fãs de F1 mais jovens, pois no momento em que eles resolvem assistir, acontece algo como piloto abrindo para o companheiro de equipe ultrapassar, isso fora algumas outras coisas como esses Gps do oriente médio e a França que tem um tetracampeão mundial sem um grande premio, a Austria, Suécia, Portugal, Finlandia…Todos esses países tem ou tiveram pilotos na F1 e não tem um GP, fica dificil conseguir fãs dessa forma, pois os países que podemos dizer que são tradicionais no esporte, perdendo terreno para o oriente médio que não tem ou nunca teve ninguem na F1…E no Brasil que a coisa só funciona se acontecer um milagre de aparecer um “Messias” e ser campeão pra ter fãs, pois se depender da CBA, vai continuar a mesma coisa, um país com tanta tradição sendo alvo de chacota nos ultimos 16 anos…

    • O problema, Ed, é que âmbito administrativo da F1 tem mais força que o âmbito esportivo e Bernie administra a F1 como se fosse uma multinacional. Não tem como sobreviver sendo popular por mas de duas décadas desse jeito…

  3. João Vinicius

    O BAFO NO DENTISTA

    Após um nutritivo e saboroso 69 com sua namorada, Haroldo se lembra que tem uma consulta dentária naquela tarde.

    Terminado o ato, Haroldo teme que o dentista note seu bafo de vagina e escova os dentes 457 vezes, passa o fio dental 247 e bebe 14 litros de Listerine.

    Chegando ao consultório, coloca 25 balas de HALLS preto e é atendido pelo Dr. João Carlos que lhe orienta a sentar-se na cadeira.

    Posicionado e com a boca aberta, Haroldo se tranqüiliza e deixa o profissional fazer seu trabalho.

    O dentista aproxima-se da boca de Haroldo e afirma categórico:

    – Porra Haroldo, como você faz um 69 antes de vir ao dentista?? Sacanagem isso…

    – Estou com bafo de xana, Doutor?

    – Não, sua testa é que está com cheiro de cu!!!!

  4. Ponto de vista de homens e mulheres sobre sexo

    2 amigas conversando:

    – Como foi sua transa ontem?
    1ª – Uma catástrofe! Meu marido chegou do trabalho, jantou em 3 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e após 2 minutos, ele já estava dormindo! E sua transa, como foi?

    2ª – Foi fantástica! Meu marido chegou em casa levou-me para jantar e depois passeamos à pé, durante 1 hora até voltarmos para casa. Após 1 hora de preliminares à luz de velas, fizemos sexo durante 1 hora e, no fim, ainda conversamos durante mais 1 hora!

    Os dois maridos conversando:

    – Como foi tua trepada ontem?

    1º – Foi fantástica! Cheguei em casa e o jantar estava na mesa; jantei, dei uma rapidinha e dormi feito pedra! E a sua?

    2º – Uma catástrofe! Cheguei em casa e não havia luz porque esqueci de pagar a última conta. Tive que levar minha mulher para jantar fora. A comida foi uma porcaria e caríssima, tão cara que fiquei sem dinheiro para pagar o táxi de volta. Não tivemos outra alternativa senão ir a pé para casa. Chegamos em casa e como não tínhamos eletricidade, fomos obrigados a acender velas! Eu estava tão estressado que precisei de 1 hora até que o bicho ficasse duro e uma hora até conseguir gozar. Foi de tal maneira irritante que não peguei no sono durante 1 hora, e fui bombardeado pela minha mulher com uma infindável conversa fiada.

  5. Pertinente texto Bidart…aliás me identifico com seu estilo de escrever…principalmente no que diz respeito ao tamando dos seus textos…hehehehe.

    Estava lendo sobre esse mesmo assunto no blog do Joe Saward, em que ele comenta sobre a criação de uma espécie de “pombal” por assim dizer, para os entes guardarem as cinzas dos seus mortos, pasmem, num dos autódromos em que a Nascar corre (não lembro qual é). Claro que obviamente o morto, ainda vivo, deve comprar o seu espacinho, o qual suas cinzas ficarão por um período de tempo determinado, gerando assim uma receita interessante para o autódromo.

    Os EUA não só no automobilismo, mas em geral, sabe como valorizar um produto interessante (ou não), para ganhar dinheiro, ao mesmo tempo em que permite que o público desfrute o máximo desse produto, ou até mesmo faça parte dele. Os fãs de automobilismo tem acesso aos pilotos, são bem atendidos, as corridas tem emoção pra quem assiste, e em todos os aspectos do evento o público é sempre tratado como parte importante e integrante de tudo, não só assistindo como participando de alguma forma.

    A F1 é o melhor produto que existe no automobilismo. Coisas novas são criadas não só em benefício da indústria automobilística, mas até mesmo em benefício do próprio esporte a motor mundo afora. Os melhores pilotos do mundo estão lá (mesmo os pagantes). Tirando claro, as categorias de acesso à F1, veja quais e quantos piloto de outras categorias tiveram uma chance na F1 e que se deram bem. Fora Jacques Villeneuve, que veio da Indy, não lembro de nenhum outro exemplo. Agora veja o contrário: quantos pilotos que passaram pela F1, que posteriormente não fizeram sucesso em outras categorias, e não com o nome, mas com resultados mesmo. A F1 definitivamente é só para os melhores, sejam pilotos, sejam equipes, técnicos, mecânicos e engenheiros. É uma categoria conhecida no mundo inteiro, é um categoria mundial, pois pessoas do mundo todo se envolvem no esporte, ele roda o mundo, o próprio Bernie definiu, num ano de Copa do Mundo, que só a F1 tem campeonato mundial todo ano. O que nos une aqui, não é Indy, Nascar, Stock, MotoGP, apesar de algumas dessas e outra mais serem categorias legais de se ver também. Os sites que tratam de automobilismo, blogs, revistas etc etc etc e blá blá blá (tks RRRRRRUUUUBINHO) todos eles tem como prioridade falar de F1, pois é o que mais repercute no mundo do automobilismo. Enfim, posso ficar aqui o dia todo enumerando motivos pra provar que a F1 é disparado o melhor produto do automobilismo.

    Não dá pra dizer a F1 vai morrer por causa da falta de visão do Tio Bernie, que não tem atraído uma nova audiência para o esporte, porque ele também contribuiu muito, quer queiram quer não, para o enorme sucesso da categoria até hoje.

    Mas concordo com a análise do post. Se o modelo de gestão da categoria não mudar, daqui 10 ou 15 anos, talvez não veremos nossos filhos e netos e a geração deles, falando sobre esse assunto num blog, lendo sites, jornais e revistas, conversando com os amigos num GP chat aos domingos, ou pelo menos sentados em frente a TV aos domingos de manhã (ou madrugada, com o monte de prova no oriente que temos agora), assitindo uma corridinha e comprando chaveiros da Ferrada no posto Shell.

    O Joe Saward foi muito feliz, ao mencionar que a F1 não copia o que acontece nas outras categorias, por achar que as idéias que não saem de dentro da própria F1 não são as melhores. Acho que isso tem bem a cara do Tio Bernie. Ele mesmo já disse que a preocupação dele não é mais ganhar dinheiro, e sim fazer negócios vantajosos, ou seja, o importante pra ele é se sentir o mais esperto, o melhor, e a administração da F1 hoje na minha opinião tem bem essa cara mesmo.

    Se alguém com a visão de administração de uma Nascar da vida, pegasse um produto como a F1 nas mãos, certamente faria muitos negócios vantajosos com ele não só para a categoria, mas também para o público. Daria tanto ou mais dinheiro do que essas corridas caça níqueis em Tilkódromos, no meio de desertos governados por ditadores opressores. Esse modelo atual é insustentável ao longo do tempo.

    Os fãs não só de F1 e automobilismo, como de muitos outros esportes, principalmente os coletivos, é quem tem mais capacidade de sustentar um esporte a longo prazo, e de dar retorno financeiro. Investidores, patrocinadores, dentre outros podem ser boa fonte de dinheiro, mas no fim são os fãs que comandam, seja diretamente
    comprando ingresso, produtos relacionados etc, seja como alvo de campanhas publicitárias e de investidores que colocam dinheiro no esporte para atrair o público, seja para o evento, seja para seus próprios produtos. E acho que definitivamente não é o público a preocupação do Tio Bernie, ele gosta de ficar brincando de fazer negócio com peixe grande. Mas a idade já está aí. Não que eu deseje que ele morra ou algo assim, mas em breve ele não terá mais como ficar correndo atrás do circo, e fazendo negócios vantajosos. Alguém diferente vai assumir uma hora. Espero que mais novo em termos de idade e pensamento.

    Enquanto isso vamos de tilkodromos, asas móveis e tudo o mais. Assitir o filme Senna, só afirmou mais ainda uma certeza que eu tenho: onde há muito dinheiro ou poder, ou os dois juntos, geralmente o ser humano deixa todo o resto em segundo plano. E não, não estou dizendo, como pode parecer para alguns no filme do Silva, que ele é o mocinho e Prost o bandido. Mas as posturas de Ballestre pra mim dizem tudo. Fosse um brasileiro administrando a FIA e com bom relacionamento com o Silva, assim como Ballestre tinha com Prost, certamente o francês é quem teria se estrepado mais com a política da categoria. A questão é o que dinheiro e poder fazem com e das pessoas.

    E no fim, esse lado não só do esporte, como do ser humano em geral, é uma merda…

    • Fantástico comentário, Bruno. É sempre um imenso prazer ler que você escreve, cara. Cria um post para o blog e manda para o nosso Deus Supremo, Trapizomba, o inefável. Vamos aguardar.

  6. Tomara que o Bernie não viva até os 100, senão teremos muitos problemas ainda.

    To dando mais valor no campeonato de kart da galera, do que nessa F1, maquiada e mascarada.

  7. Belo texto Xará, sem dúvida, sem fãs o esporte ira morrer com certeza.

  8. SE NÃO GOSTA DE GÍRIAS, FALE CIENTIFICAMENTE!!!
    1 – Prosopopéia flácida para acalentar bovinos.
    (Conversa mole pra boi dormir);
    2 – Colóquio sonolento para fazer bovino repousar.
    (História pra boi dormir);
    3 – Romper a face.
    (Quebrar a cara);
    4- Creditar o primata.
    (Pagar o mico);
    5 – Inflar o volume da bolsa escrotal.
    (Encher o saco);
    6 – Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o sustentáculo de uma das unidades de proteção solar do acampamento.
    (Chutar o pau da barraca);
    7 – Deglutir o batráquio.
    (Engolir o sapo);
    8 – Derrubar com intenções mortais.
    (Cair matando);
    9 -Aplicar a contravenção do João, deficiente físico de um dos membros superiores.
    (Dar uma de João sem braço);
    10 -Sequer considerando a utilização de um longo pedaço de madeira.
    (Nem a pau);
    11 – Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.
    (Nem que a vaca tussa);
    12 – Sequer considerando a utilização de uma relação sexual.
    (Nem fudendo);
    13 – Derramar água pelo chão, através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente com a extremidade do membro inferior.
    (Chutar o balde);
    14 – Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica.
    (Tirar o cavalinho da chuva);
    Essa última foi tirada do mais culto livro de palavras clássicas da língua portuguesa:
    15 – A bucéfalo de oferendas não perquiris formação ortodôntica!
    (A cavalo dado não se olham os dentes!);
    (E agora, para fechar com chave de ouro):
    ADVERTÊNCIA PARA FINS DE SEMANA OU FERIADOS:
    O orifício circular corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um indivíduo em alto grau etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade.
    (Cú de bêbado não tem dono) Esse é em homenagem ao GDEMO.

  9. Notícia que vai de encontro com o post;

    Equipes receberam mais de R$ 1 bilhão em 2010
    GPs da Coreia do Sul e Canadá ajudaram a melhorar os resultados

    Em dólares, o valor é de US$ 658 milhões em prêmios vindos da FOA, a Formula One Administration Ltd., no ano passado.

    O aumento foi de 21% em relação a 2009, justificado por ter sido o primeiro ano do novo Acordo de Concórdia e por doze times (dois a mais) terem corrido a temporada.

    O volume total de negócios foi de US$ 19 milhões a mais, passando de US$ 1 bilhão, como resultado da entrada de Coreia do Sul e Canadá no calendário, o que compensou outros fatores econômicos não tão favoráveis.

    Em janeiro de 2011, a FOA entregou os direitos comerciais que detinha para uma outra companhia, a Formula One World Championship Ltd. A Formula One Management (FOM) passa a prestar os serviços de gestão de negócios, suporte técnico e transmissão de eventos para a FOWC, portanto, e não mais para a FOA.

  10. Como funciona essa porra dessa janelinha trapizombista?

  11. TAXI x AVIÃO
    Um avião sofre uma pane e o piloto é obrigado a fazer uma aterrissagem de Emergência, mas graças à sua habilidade, consegue pousar em segurança nomeio de uma avenida. Passado o pânico, os passageiros batem palmas e começam a sair do avião. Tudo parecia resolvido, quando um taxi desgovernado bate no avião.
    No interrogatório com o motorista, o delegado questiona:
    – O piloto evita uma catástrofe e o senhor consegue bater no avião parado?
    – Como é que o senhor não viu esse jato no meio da pista?
    – Doutor, eu peguei um casalzinho lá no shopping, eles entraram no táxi e começaram o maior amasso e eu 100% de atenção no trânsito.
    – Sim, prossiga…
    – Ele tirou a blusa dela e começou a chupar os peitos da moça e eu vendo pelo espelhinho, mas com 90% de atenção no trânsito.
    – Continue…
    – Ele enfiou a mão nas pernas da moça e puxou a calcinha dela, e eu com 80%de atenção no trânsito.
    – E…..
    – Ela abriu o zíper e caiu de boca no bilau do rapaz, daí foi para 50% minha atenção no trânsito!
    – Ok! E então?
    – Naquele pega-pega e chupa-chupa, ela tirou o bilau da boca e apontou na direção da minha nuca, nisso o rapaz gritou:
    – OLHA O JATO!!!
    – Abaixei a cabeça na hora e nem vi a cor do avião… Doutor!! Como eu ia saber que era a porra do jato e não o jato da porra?
    Resumindo: O taxista foi liberado.

  12. Guilherme Diniz

    Respondendo ao Ed:

    Cara, não tô te perseguindo não…eu só tô tentando entender o seu amor platônico pelo Gilles, só isso.
    Já o Jack Ickx eu achei que voce tava de gozação, mas agora vi que naõ é….e entendi tudo:
    O Gilles é o amor, o Ickx a amante!

    • HUÁHUÁHUÁHUÁHUÁHUÁHUÁHUÁHUÁHUÁHUÁHUÁ!!!!!!!! Agora não é só B.O., agora é processo!

    • Tá bom então, os reis da chuva são Hamilton, Vettel Alonso…quem mais??? Button… Não vou mais desagradar vc, tô vendo que vc tá com muito ciumes!!!
      Só vou falar agora de Andrea de Cesaris, Mauricio Gugelmin, Ricardo Rosset, Yude Ide, não vou mais falar dos bons pilotos da F1, o resto é tudo meia boca, vigarista, bração, destruidor de carro… O Zé Bedeu está fazendo muita falta pra vc… Um dia ele volta, aguente firme!!!:mrgreen:

  13. Rapaz… não só o post está excelente como os comentários se superaram!

    Ri demais com a do taxi auhauhauh

  14. Salve, salve galera,

    Putz !!!!
    Disse tudo… O automobilismo noBrasil esta morrendo, sem renovação de pilotos e trocedores… E a F1, pelo menos por aqui, vai pelo mesmo caminho !!!
    A audiência da RGT cai ano a ano… E sem novos idolos penso que isso seja quase irreversível…

    Abraços,

  15. O automobilismo esta morrendo…. Mas as grid girls não… Essas serão eternas !!!!😈

    http://esporte.uol.com.br/album/2011/04/06/grid-girls.htm#fotoNav=1

  16. Eduardo Casola Filho

    Bidart, arrebentaste de novo. Parabéns!

  17. Vi no blog do FG, site bacana onde se pode comprar camisas de equipes da F1 que não existem mais!!!

    http://www.retroformula1.com/

    O problema é que custa caro, em alguns casos, muito caro!!!

  18. Cadê o post de hoje?!?!
    To esperando Trapi!!! hehehe

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