Chupa Cegueira!


Jim Clark na Lotus.

Nessa época não tinha kers, asa móvel, nada!

Olá amigos do F1 Social Club!

Como prometido, aqui estou eu sentado na frente do computador escrevendo o post de domingo.São exatamente 23:14 horas de sábado, enquanto no restante de boa parte do Brasil, graças ao fuso, já deu meia-noite e são os primeiros 14 minutos de domingo.
Conforme informado também, iniciei meus trabalhos etílicos por volta das 17:30 e, na volta pra casa, passei no posto, comprei várias Heineken, pedi guloseimas fritas no Delivery do Web Gula (delivery em Cuiabá é uma bosta, mas tem esse da internet que é top!) e me sentei aqui.
Pensei ontem e hoje vagamente no que escrever. Tenho certeza que, vários estão esperando um post cheio de ´´merda´´, no bom sentido. Mas vou me ater a falar do que pouco falo, apesar de adorar: Fórmula 1!
Li alguns coment´s que me chamaram a atenção, mas não lembro quem escreveu e não tenho o mínimo saco pra sair procurando só pra postar aqui. Um, em especial, não sai da minha cabeça desde ontem ou antes de ontem, sei lá. Alguém escreveu que ano passado foi um dos campeonatos mais emocionantes e melhores da história (!?!?!), creio que pelo fato de se ter vários pilotos (vários? pilotos?) disputando o título. Fiquei me remoendo estes dias e pensando: será que eu estou exigente demais?
Será que foi bom mesmo? Será que tinham vários disputando o título? E, pilotos????
Cheguei à conclusão que NÃO! Não estou exigente.
Mark Webber pra mim não é piloto na acepção da palavra. Button, é um pouco melhor que ele, mas também não o é. Hamilton, apesar da minha implicância inicial com ele, é. Alonso, apesar de detestá-lo, é. Vettel?? Na boa, tem que comer um pouco mais de feijão, mas pode ser (apesar de ser o campeão).
Mas porque estou analizando estes caras?
Simples, pra analizar o campeonato. Pra mim, o campeonato do ano passado foi um dos mais chatos que já presenciei. Até mesmo quando o alemão fiádaputa dominava o circo de cabo a rabo, tinha mais interesse, pois estávamos vendo um homem sem adversários, é verdade, correndo contra números e estatísticas, E nós

"Sente o dedão na orelha, francês..."

torcíamos para os números. Pelo menos eu!
Entendo assim que não sou exigente demais. Não sou muito velho, tenho 33 anos apenas, e acompanho a F1 deste fim de 85 com vagas lembranças e melhor após o ínicio de 86. Eu vi Prost. Eu vi Lauda (mesmo no fim). Eu vi Mansell (foi grande). Eu vi Piquet (gigante). Eu vi Senna (o maior ou um dos maiores). E eu vi vários outros correrem nesta época que tinham MUITO respeito, ao contrário dessa tranqueiraiada que há hoje. Berger era mais piloto que Button, então, só aí dá pra ver o nível dessa galera de hoje. Nem falei do pai do chupa-rola-queima-o fundo, da Mercedes.
Então não tem como eu achar que o último campeonato foi um dos melhores. Pra mim foi dos piores, pois a mediocridade nivelou por baixo e deu a falsa sensação de ter sido disputado, quando no entanto foi bagunçado e incidentes, trapaças e vistas grossas, o nivelaram, pois a F1 de hoje é isso, uma artificialidade pra dar esta sensação. Assim como caminha a humanidade, pois, esta mesma internet que nos une é a que nos separa no intelecto das falsas sensações. É a ferramenta que nos ´´burreia´´, e deixamos que nos enganem com manobras até nos esportes que nós amamos.
Vem aí uma série de medidas que visam melhorar o espetáculo da F1, mas com uma artificialidade tremenda. Mas eu não quero isso, na boa.Eu quero a F1 que eu conheci de volta…só ela! Ponham um cockpit, quatro rodas, um motor, um piloto e gasolina. Só isso. Larguem estes elementos numa pista com arquibancada vagabunda, com carrinho de cachorro-quente, cerveja e bagunça. Porra, é tão complicado fazer o simples?
Detesto a discussão de tecnologia, asas, tubos, difusores, puta que pariu e caralho a quatro que permeia hoje em dia as conversas de F1. Pra mim não servem pra porcaria nenhuma. Eu torço é pro piloto mais arrojado. Um campeão que tem o melhor carro disparado, não tem meu respeito. Eu não respeitei e respeito o Queixada (thanx Bettega) pelos seu títulos. Eu o respeito pelos números e pela inteligencia.
Quando ele viu que não tinha adversários, pegou os números como adversários. Isso não mata em admirar!
Finalizando então e buscando uma conclusão, creio que as manobras dos últimos anos, circuitos de merda e trambiques mercenários, nos fizeram ter um senso menos crítico deste esporte. Está tudo muito artificial. E ainda querem tirar o ronco dos motores, que é o último sopro romantico disso tudo, e que eu me arrepio
até hoje, toda santa vez que fecho os olhos e lembro do barulho em Interlagos 2008.
Enfim, quero minha F1 de volta. Quero a F1 dos anos 80 de volta. Só isso!

Tirinhas

– Encontrei Zé Bedeu em Cuiabá, dias atrás e tomamos umas geladas na Praça Popular (reúne os melhores bares da cidade). Na hora que ví o indivíduo me deu crise de riso e entendi porque o mesmo não gosta do Bettega, ou Cride, ou Palhinha ou Perro de Cofap: o Zé tem o ´´bracito´´ curto! Pra coçar a cabeça ele tem que pular!
Por isso que ele não gosta do comedor de erva…

– Já descobri quem é o Picanha Presa e é bom ele se cuidar, porque o espeto pode entrar na retaguarda dele. E ele disse que gosta!!!

– Fontes fidedígnas garantem que a marciana inglesa está sugando todas as energias do assexuado-virgem-até-os-30-deslumbrado-com-orgasmos. O cara sumiu!!!

Bem pessoal, ficamos por aqui que chegou meu lanche e vou pra segunda Heineken depois de várias Bohemias (detesto essa cerveja).

Abraço por trás a todos.

ps…se você já deu hoje, dê uma risadinha. Riu, né?

48 do segundo tempo: jurei que tinha pedido esfirras e quibes…chegou lanche de pão frances! Haaaaaaja fígado!

-Guilherme Diniz, o único!

Publicado em março 12, 2011, em F1 e marcado como . Adicione o link aos favoritos. 38 Comentários.

  1. Eduardo Casola Filho

    GD, mais uma vez no seu jeito autêntico, mas desta vez creio eu que tens toda razão sobre a F1. Estão com muita frescura em relação à estas mudanças. Era bem melhor como era antes, mas infelizmente a categoria tá sendo feita só para os riquinhos, deixando de lado aquilo que é sua essência.

    Meio ufanista, mas vamos lá: GD no lugar do tio Bernie!!!:mrgreen:

  2. Eduardo Casola Filho

    Um post interessante do Rianov sobre um carro da Williams em 1993 que poderia ter sido o grande carro de 1993 que seria de outro mundo se a FIA permitisse. Talvez foi a partir daí que a F1 começou a morrer.

    http://www.jalopnik.com.br/conteudo/o-mais-avancado-carro-de-formula-1-que-nunca-competiu-williams-fw15c-cvt

    Agora, o Squrehead Coulthard bem menino, Quanto tempo….

  3. Fabio Nascimento

    Um post a la GD… hehe… muito bom cara. Irreverente e eu concordo com muita coisa, não achei o campeonato de 2010 tudo isso. Na época do Schumacher, eu torcia contra os números, em especial o recorde de pole positions embora no quesito aproveitamento, o Senna engole ele porque se brincar quase 40% das corridas que disputou fez pole na F1 quando a categoria estava no auge. Na temporada passada se brincar, eu torci para os resultados dos julgamentos serem o que eu queria, as punições e até outras coisas que não tem a ver com disputa por posição, principalmente depois do GP da Alemanha.

  4. Sou obrigado a concordar com meu amigo pudim de cachaça. Também não sou um grande entusiasta de botões e borboletas. Claro que sou fã de carros, porém, certas frescuras que a cada dia são lançadas em carros de passeio como sensor de chuva, sensor de estacionamento, farol com acendimento automático e outras bobagens são feitas para mulheres ou para aqueles homens que são híbridos entre James Bond e Jorge Lafond. Até por isso acho que as mulheres deveriam pilotar os F1 de hoje. Ou mais ‘homens’ como Nico Rosberg.
    Se para os norteamericanos futebol é coisa de mulherzinha, a F1 de hoje é para geeks metrossexualizados. Sem ofensas.

  5. E, antes que eu me esqueça, GD, vai comer tofu.

  6. Guilherme Diniz

    Que pasa, boludo? Por que estas tan caliente?

  7. Você não se aguenta GDemottega! Como já disse antes: Você, por falta de luz própria, precisa da luz de outros astros para brilhar… 😈 Achou o braço curto?? Am ram, eu sei que voce gosta do negócio grande! Bem grande né? Fica apreensivo não… Todo gande piloto tem os braços curtos, eu inclusive!!! :mrgreen:
    E voce tem “rasgão”, ops razão… Depois de Ayrton, o maior de todos os tempos, essa merda de F1 nunca mais foi a mesma… Só na artificialidade, inclusive ou principalmente, na contratação de “pilotos”, conseguem “produzir” alguma emoção!

  8. GD bebeu e tá chamando o gaúcho de caliente!!!! ??? Nofa!🙂

    Beleza de coluna! Beleza de ponto de vista!

  9. GD, vc falou que ia escrever bebado e toma cerveja, vc está de gozação;

  10. Como já disse uma vez, no F-UK, o mundo mudou e está mais chato hoje. Eu tava conversando com meu pai, agora a tarde, e ele lembrou do tempo em q ele ia ao cinema, uma vez por semana, para acompanhar seriados (bang-bang). Ele falava do alto-falante da praça, do time de futebol da cidade e, claro, do cinema. Eram as opções de entretenimento na cidade (de cerca de 25 mil habitantes) nos anos de 1960… Fiquei pensando, quanta coisa mudou em 50 anos. Hoje, se vc quiser acompanhar um seriado, nem precisa esperar passar na tv, vc baixa o episódio na net e assiste, faz isso na hora que quiser. Naquela época, ele precisava esperar uma semana pra ver o capitulo seguinte. Claro, a emoção era outra. Hoje tudo passa muito rápido e a gente não tem tempo de digerir… O mesmo acontece com na F-1. Mudou tanta coisa, que perdeu o sentido.

  11. Olá moçada! Cá estou eu no novíssimo blog a convite do escriba deste domingo. E, tirando os palavrões – sem os quais o GD não seria o nosso GD, diga-se de antemão – gostei muito do post, tendo me surpreendido positivamente. Vocês como já devem ter notado há tempos, não sou muito fã da F1. Já fui mais estusiasmada com a categoria. E depois do post agora me indago se justamente é essa falta de gênios do volante, de pilotos fora de série que torna a F1 tão sonolenta atualmente para quem não tem acompanha a F1. Sem dúvidas grandes nomes contribuem na captação de fãs de qualquer esporte. Mas a sensação que dá é que isso, em última instância, acarreta numa falta de emoção à categoria. Técnica, sequência de boas corridas e precaução nas escolhas para as provas claro que ajudam a formar um campeão mas tornam tudo tão burocrático, já pensaram? Acredito que, ironicamente, numa categoria que tenha um mau caráter como Alonso, capaz de tudo pela vitória, a F1 esteja vivendo a “crise do politicamente correto”. Acho que falta aquele cara que tenha talento tão indiscutível que aceite apostar alto, contrarie até recomendações da escuderia, enfim, um porra louca que no fim das contas, ainda que erre puxou para si a responsabilidade de inovar pela vitória ou simplesmente pela paixão pela velocidade. O que eu sinto é que todo mundo atualmente segue uma mesma cartilha e que o campeão é decidido quase que por sorte, uma vez que todos estão tão tecnicamente equilibrados que é uma quebra numa corrida ou outra no campeonato o fator que define quem ficará com o título. Não à toa vivemos a safra de campeões mais novos da história da F1, estou errada? E a pergunta que fica é: afinal, foram MESMO revelados tantos talentos precoces nos últimos anos para isso ou os campeonatos estão tão equilibrados por falta de um “piloto nato”, fora de série?

    Parabéns GD pelo post. Depois de ter lido, fiquei com a sensação de que outros ainda melhores virão!😉

    Beijos!

  12. Eduardo Casola Filho

    FFFFFFFFFFFFfettel falando:

    http://esportes.br.msn.com/f1/artigo-espn.aspx?cp-documentid=27989509

    Pitaco: É, o alemão tem vontade de guiar pela Estaberria de Maranello, mas sabe que tem percalços, principalmente um certo asturiano…

  13. Olha a Thali aí, gente! Quanto tempo, guria! O que você citou é o motivo pelo qual a F1 está fadada a terminar: não consegue conquistar novos fã e em 20 anos, se sobreviver tanto, será um esporte de velhos. Como mudar essa história?

  14. Grande post GD! Concordo com o que vc falou.
    Não tivemos grandes ultrapassagens, não tivemos ousadias, enfim, não tivemos nenhum tempero nessa temporada que passou.
    A verdade é que, depois do duelo entre Schucrute x Hakkinen, tivemos poucos momentos memoráveis na F1. Eu arriscaria a dizer que, depois das batalhas de 1998/1999, só tivemos três boas temporadas:
    2006: embora não tenha sediado momentos de maior emoção (tentativas de ultrapassagem, principalmente) o duelo entre Schucrute x Alonso, na minha humilide opinião, foi o mais TÉCNICO desde a briga entre Senna x Prost.
    2007: a reação do Kachaça no final da temporada foi sensacional.
    2008: a briga entre Massa x Hamilton foi emocionante. Massa terminou as duas primeiras corridas sem nenhum ponto, reagiu, travou as quatro rodas para ultrapassar hamilton na hungria, ficou a pé a três voltas do fim (tb na hungria), passou dois de uma vez no canada, ficou com a anaconda em pingapura, fez corridas brilhantes (ex: interlagos), quase se matou junto com hamilton no japão, enfim, conseguiu dar um pouco de vida à F1.

    • Bem lembrado, Leonardo, pena que o fato de Massa abrir as pernas para Alonso no ano passado tenha praticamente acabado com sua carreira…

  15. Senna Simply The Best

    Muito bom o post!!! Concordo plenamente!!

  16. Olá pessoal! Olá GD!

    Fui eu que escrevi que o campeonato do ano passado foi ótimo. Concordo que Webber não é grande coisa, mas o Button dentro do estilo a que se propõe é muito eficiente…e se fosse um cara ruim não teria sido campeão e travado uma briga tão legal com o Luisito na Turquia ano passado.

    Todos os caras do passado que vc cita eu também vi correr, e foi por assistí-los e admirá-los que comecei a acompanhar F1. Não sou viúva do Senna, mas admiro ele como piloto tanto quanto o alemão queixudo, o Prost, o Leão, o Piquetzão…eu gosto de piloto bom também, e também gostava do jeitão antigo sem tantas frescuras.

    Temos que tomar cuidado e não esquecer que, artificialidades na F1 ocorrem desde sempre, até mesmo nos tempos em que o Queixudo corria na estrebaria. Lembram-se quando alteraram a pontuação, desvalorizando a vitória, passando a pontuação do segundo colocado de 6 para 8 pontos, pra que o Queixudo não vencesse tão fácil??

    A própria era do reabastecimento foi uma artificialidade que nos impediu de apreciar ainda mais o talento do Schumi, fazendo ele brigar mais na pista (como naquela sensacional disputa com Hakkinen em Spa), e menos nas estratégias criadas por Ross Brawn e Jean “Danny DeVitto” Todt.

    O grande problema que eu vejo na F1 atual, mais até do que os artificialismos são os próprios carros, dependentes demais da aerodinâmica, mais até do que o próprio piloto, equilibrando pilotos de diferentes níveis, um exemplo é o próprio Webber disputando o título do ano passado pau a pau com pilotos claramente bem acima dele como Hamilton e Alonso só pra citar dois.

    Concordo quando vc diz que deveriam pegar um carro, piloto, gasolina, e soltar os bichos na pista para brigarem à vontade. Mas a F1 nunca foi assim, nem nunca vai ser. Faz parte do DNA dela, em algumas épocas mais outras menos, mas sempre fez, os artificialismos, pilotos que passam por cima de certas coisas e pessoas pra ganhar (os pilotos do passado não eram santos, nenhum deles, nem o falecido), bem como as novidades tecnológicas. É só lembrar a Tyrrell de 6 rodas, que eu nunca vi numa corrida, mas dúvido que nenhum fã da categoria já tenha ouvido falar dela, ou olhado alguns vídeos no you tube da bichinha andando. Temos ainda a famosa suspensão ativa da Williams que marcou época, bem como o duto que a Mclaren criou ano passado que foi uma idéia genial, ou ainda os carros vencedores do gênio Adrian Newey. Eu e muitos fãs admiram F1 por causa disso também.

    Sempre tivemos temporadas e/ou corridas monótonas ao longo dos tempos, mas não é porque tivemos um passado com momentos legais, com caras excelentes fazendo história, que devemos achar que tudo atualmente é uma porcaria, caso contrário todos os que escrevem aqui já teriam largado mão da F1.

    Na minha visão entendo que estamos vivendo um momento tão único como foram os anos 80 e começo dos 90 na F1, pois temos pelo menos 4 pilotos de nível altíssimo numa mesma geração: Hamilton, Alonso, Vettel, Kubica (volta logo narigudo!!) que estão um pouco acima de Button, e outros potenciais talentos que ainda precisam de carro pra mostrarem se podem mesmo (ou não) brigar por um campeonato como Rosberg, Sutil, Koba-san….e além de tudo temos o Queixudo que parece estar num bom caminho nessa pré-temporada e que pode, com um carro equilibrado em comparação com os demais, dar o seu show e dor de cabeça pra essa nova geração.

    Não deixemos de apreciar pois o presente, ele também pode oferecer coisas muito boas. Acredito que desde que o alemão ficou como o único gênio na categoria, que tinha como adversário os números, sendo que esse não foi lá um grande adversário, pq ele dizimou todos eles, não tinhamos tanta gente boa junta.

    Pra citar um exemplo: é a mesma coisa de falarem que o futebol de hoje é uma porcaria, que antigamente era melhor, e esquecermos de apreciar um jogo do time do Barcelona, que enfia 5×0 num Real Madrid cheio de craques, que deixa um time como o Arsenal passar um jogo inteiro sem conseguir dar um chute à gol. Ou pra citar um exemplo mais próximo da nossa realidade dizer que Pelé foi um gênio, Garrincha, Gerson, Rivellino foram demais, e esquecer de admirar um moleque como o Neymar detonando com os zagueiros, ou os lances geniais de um Paulo Henrique Ganso. E olha que sou palmeirense, mas se puder escolher, prefiro ver os jogos do Santos com esses dois moleques jogando, do que meu próprio time.

    Enfim, não concordo com algumas chatices que permeiam nosso amado esporte, tal qual vc escreveu, mas não acho que tudo e todos na F1 hoje são uma completa porcaria. Mas na essência concordo com sua análise: chega de frescuras na F1, ou que pelo menos elas não sejam tantas e tão evidentes.

    PS: seu próximo post vai ser escrito mijando toda essa cerva que vc entornou??? heheh…brincadeira.

  17. Ler textos assim me traz uma grande decepção e infelicidade de não ter nascido nesta época para assistir os verdadeiros pilotos competirem.

    Eu tive que acompanhar toda minha infância com chamadas da Globo com desespero para que todos torcessem pelo Rubinho na BAR. E que quando assistia, não tinha a menor graça.

    Enfim, pelo menos tenho a internet, os vídeos e as histórias de todos que viveram essa época mágica e eterna da F1, que infelizmente não irá voltar…

    Abraço!

  18. Sou da mesma opinião do GD, porém um pouco mais velho – faço 37 anos no fim do mês – pude acompanhar um pouco mais da história da F1 e posso afirmar: A F1 anda tão artificial, que estão querendo até fazer chover!

  19. Orra, acompanhava o F.uk a algum tempo e sempre que possivel dava uma lida nos comments lá, mas nunca percebi que tinha tanta gente de Cuiabá por aquelas bandas…

    thanks pela “dica do webgula, não conhecia essa…

    Taí, gostaria de ter visto mais essa época de ouro…
    Acabei pegando só os ultimos anos do Senna, e depois de uns anos sem acompanhar a f1 (lixo de indy/cart) acabei voltando bem no reinado do queixudo, deve ser por isso que acabo achando estes ultimos campeonatos “emocionantes”…

  20. Cavaleiro que diz Ní!

    Esses textos saudosos são demais! Bons tempos.

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