Barman da Velocidade – Episódio 6 – Decisão da Fórmula E – ePrix de Londres

Olá pessoal! Estamos com mais um programa recém-saído do forno. O tema de hoje é o ePrix de Londres da Fórmula E, com a decisão do título e uns pensamentos sobre a categoria.

Imagem: Site Fórmula E

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Tópicos do vídeo:

• Pista de Londres bem sem vergonha
• Polêmicas após a corrida.
• Buemi dominante no sábado enquanto Di Grassi e Nelsinho se tocam
• Chuva na classificação da segunda corrida
• Buemi roda
• Buemi X Senna – Briga de foice no escuro
o Senna a lá Petrov
• Piquet economizou no começo, mas voou.
• Um Senna ajudando um Piquet!
• Nelsinho Piquet campeão: lavou a alma?
• Punição para Sarrazin e vitória de Bird

Acervo de imagens: Continental Circus, Fórmula E (Site oficial), Grande Prêmio, Motorsport.com

Músicas:

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Barman da Velocidade – Episódio 5 – GP da Áustria

Vamos lá, meu povo. Dia de programinha especial sobre o Grande Prêmio da Áustria, realizado neste domingo.

Imagem: Motorsport.com

Acompanhem já! Abraço!

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Tópicos do vídeo:

• Corrida tática e bem movimentada na segunda metade
• Rosberg domina Hamilton
o Duas Mercedes saem da pista no Q3
o Largada melhor do alemão
o Hamilton punido por cortar a linha branca (para inglês ver)
• Williams X Ferrari: Massa is faster!
o Pit desastrado da Ferrari
o Brasileiro segurou Vettel foi ao pódio
o Massa 1000 pontos
• Bom fim de semana da Force India
o Hulk animadão
o Perez no bolo
• Maldonado X Verstappen: Duelo de Titãs!
• Drama dos energéticos
o Ricciardo salvou a honra daa equipe mãe
o Red Bull em guerra com a Renault
• Nasr quase lá
o Boa classificação, mas o limite do carro não deixa pontuar
• Vexames da corrida
o Raikkonen fora do Q1
o McLaren punida com 25 posições no grid
o Batida Kimi e Alonso
o Button parou com menos de 10 voltas

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Imagens: Facebook (Páginas: Lotus, Red Bull Racing e Toro Rosso), Globoesporte.com, Grande Premio e Motorsport.com

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Pintando o sete: Por que você não olha pra mim?

Olá meus amigos do F1 Social Club. O post de hoje tem uma reflexão sobre os duros caminhos da Fórmula 1. A discussão de hoje entrou na onda do debate sobre o aproveitamento de Nico Hulkenberg na categoria máxima depois do alemão ter vencido as 24 horas de Le Mans.

A corrente defendendo uma valorização do atual piloto da Force India ganhou força com o resultado de Hulk. Entretanto, os céticos rebatem os argumentos, levando em conta que vencer em La Sarthe não significa absolutamente nada para ser um piloto vencedor na F1.

O fato é que o tempo passa para Hulk, que desde sempre está como um futuro campeão. E o destino dele pode estar cada vez mais longe do pódio de um Grande Prêmio da categoria de Bernie Ecclestone.

Porém, este não é, definitivamente, o último caso do tipo. Listarei aqui sete pilotos que não encontraram o timing perfeito para fazer a história na categoria. Vamos a eles:

Nick Heidfeld

O nome que mais sintetiza a essência dessa lista é sem dúvida do cidadão de Mönchengladbach. Nick Lars Heidfeld é o que pode-se chamar de um batalhador. Foram 185 fins de semana em que ele esteve presente no paddock, mas sempre aparecia por ser alguém do meio do pelotão. Mas não foram poucas as vezes que ele esteve perto de um carro vencedor de verdade.

Teve seu começo promissor, com título na Fórmula Ford alemã e logo foi recrutado pelo programa de jovens pilotos da McLaren-Mercedes. Em 1998, chegou com tudo na Fórmula 3000 e foi vice-campeão no primeiro ano, perdendo para Juan Pablo Montoya em uma bela disputa. No ano seguinte, não deu chance a ninguém e faturou o caneco.

Imagem: Crash.net

Pupilo da McLaren, mas renegado na hora H

Na virada do milênio, o alemão estreava na categoria máxima pela Prost Grand Prix. No entanto, a equipe do tetracampeão mundial era uma das mais caquéticas do grid e o alemão não somou um mísero ponto, assim como o experiente Jean Alesi, seu companheiro de equipe.

Ainda com alguma moral, o alemão ganhou uma oportunidade na Sauber e fez uma temporada excelente para os padrões da equipe suíça, somando 12 pontos e terminando o ano em oitavo (lembrando que naquela época, somente os seis primeiros pontuavam) e colocou a escuderia em quarto nos construtores.

Para 2002, a McLaren precisava de um piloto para suceder o bicampeão Mika Hakkinen. Heidfeld era bem cotado por conta da sua ligação com a Macca, O problema é que o seu companheiro de equipe chamou mais a atenção no ano anterior.

O finlandês Kimi Raikkonen, um moleque de 21 anos que tinha feito cerca de cinquenta corridas de monoposto na vida, chegou chamando todas as atenções, e embora tenha somado três pontos a menos que o alemão, fora o escolhido para ser o companheiro de David Coulthard.

Heidfeld continuou dois anos na equipe de tio Peter. Foi superior aos seus companheiros de equipe (Felipe Massa e Heinz Harald Frentzen), depois fez uma temporada na Jordan, esta em estado terminal, até outra montadora alemã aparecer no seu caminho: a BMW.

O alemão mudava-se para a Williams e vislumbrava uma chance de sucesso, com uma equipe estruturada. Heidfeld conseguiu uma pole e três pódios, mas saiu da equipe antes do fim do ano, já que o tio Frank já andava às turras com os bávaros e mandou a turma germânica catar coquinho.

Imagem: Wikipedia

Quase…

Para 2006, a BMW adquirira a antiga casa do seu pupilo, a Sauber. Heidfeld voltava para ser o líder da equipe e fazia as honras da casa enquanto tinha como companheiro o desmotivado Jacques Villeneuve.

Mas foi com a saída do canadense no meio do ano que outra pedra no sapato apareceu ao alemão: o polonês Robert Kubica. O piloto oriundo do país da cortina de ferro abalou o ambiente da categoria com sua pilotagem agressiva e relegou a Heidfeld o papel de coadjuvante.

Embora o período entre 2006 e 2009 tenha sido o melhor com relação a resultados, com oito pódios e duas voltas mais rápidas. No entanto, a vitória redentora nunca veio. O mais perto em que chegou foi no Canadá, em 2008, quando tinha a chance de chegar no alto do pódio, mas cedeu a vitória para o polonês. Uma lástima.

No fim da década passada, com a crise mundial e os gastos estratosféricos na categoria, os bávaros pularam fora. O alemão voltou aos braços da Mercedes, que retomara sua equipe, mas ele foi apenas piloto de testes.

No fim, outro chamado da sua eterna casa e mais uma passagem pela Sauber, onde somou seis pontinhos. Em 2011, enquanto Robert Kubica quase morrera correndo de rali. Heidfeld ganhou uma nova oportunidade pela Lotus. Apesar do começo promissor, com um pódio na Malásia.

Imagem: Auto Motor und Sport

Desfecho quente e infeliz

Mas uma sequência de insucessos e acidentes acabou com a sua demissão no meio do ano, sendo substituído por Bruno Senna. Assim acabava a sua carreira na categoria, com a sensação que lhe faltou estar no lugar certo e na hora certa.

Mike Thackwell

Na situação de Heidfeld, até pode-se dizer que ele teve carros bons, (embora não vencedores) e que faltou-lhe o timing. Mas há casos bem mais tristes. Um destes é do neozelandês Mike Thackwell, Com estilo de pilotagem agressivo e com atuações expressivas na base e um estilo que lembrava o de James Hunt, tornou-se um nome que interessou bastante as equipes do grid.

Imagem: Bandeira Verde

O terceiro carro da Tyrrell foi o melhor que ele arranjou

Porém, o começo dos anos 1980 era um período em que a concorrência por uma vaga no grid era bem desleal. Tudo que o Thackwell conseguiu foi três corridas em 1981: uma Arrows e duas pelo terceiro carro da Tyrrell, mas sem chances de sucesso.

Após militar na Fórmula 2 e na Fórmula 3000 nos quatro anos seguintes, Thackwell foi solenemente ignorado pelo grid, a não ser por umas tentativas frustadas pela RAM e pela Tyrrell em 1984. O neozelandês seguiu em frente e largou o automobilismo em 1988, voltando à terra natal e seguindo sua vida, longe do esporte a motor.

Allan McNish

Imagem: RichardsF1

No mesmo carro de Senna

Piloto escocês de longa carreira no endurance, tricampeão das 24 horas de Le Mans, Allan McNish remou bastante para chegar à F1. A única oportunidade que teve foi em um carro de uma equipe nova, em um projeto que não deu certo em nada.

McNish não colaborou tanto em relação a sua carreira na base. Passou pelo menos quatro temporadas completas na F3000, mas não teve muito êxito. Nesse tempo, foi piloto de testes de McLaren e Benetton. Apesar dos contatos com as grandes equipes, não teve as portas abertas na F1.

Após um período no turismo e no endurance, em 2001, a Toyota o recrutou para iniciar o trabalho da equipe que estrearia na F1 em 2002. Além de ajudar no desenvolvimento da equipe, o escocês finalmente estaria em um GP.

Foto RIchardsF1

Uma chance não muito oportuna

Porém, a temporada foi uma dificuldade só. O melhor resultado foi um sétimo lugar na Malásia, mas como só os seis primeiros pontuavam, McNish ficou zerado. De quebra, sofreu um grave acidente na classificação em Suzuka. Os japoneses não pensaram duas vezes em mandá-lo embora.

O escocês foi para as corridas de longa duração e, enfim, encontrou-se lá. Azar da F1.

Franck Montagny

Imagem: Bandeira Verde

Sete corridas numa jabiraca. Dá para fazer algo?

Piloto francês que tem as suas qualidades. Foi bicampeão da World Series by Renault e fez teste em várias equipes do grid, como Minardi, Jordan, Renault, Toyota, Force India e Honda. No entanto, a única oportunidade que teve na categoria foi pela nanica Super Aguri, em sete corridas no ano de 2006.

Montagny sempre foi cotado para assumir algum lugar do grid nos anos 2000, mas nunca passou perto de ser um piloto titular. A explicação pode estar no seu estilo punk, cheio de piercings e tatuagens, bem radical para o universo “coxinha” da F1.

As atitudes fora da pista também não o ajudaram. No fim de 2014, foi pego em exame anti-doping por uso de cocaína enquanto corria na Fórmula E (e fazia uma boa figura lá). Se não é fácil para pilotos certinhos, imagina para os bad boys?

Jos Verstappen

Pode parecer meio surpreendente colocar o pai do Max nesta lista, até porque guiou um carro em que o campeão do mundo estava lá. Mas a verdade é que a carreira do “The Boss” poderia ter sido diferente se não fosse pela pressa.

O holandês vinha arrepiando nas categorias de base, acumulando títulos e vitórias. para 1994, ganhou a chance de ser piloto de testes da Benetton e tinha o interesse de correr na F3000.

Mas um acidente com o titular JJ Letho durante a pré-temporada, não houve outra escolha de colocar o moleque de 21 anos para ser companheiro de Michael Schumacher.

Imagem: Bandeira Verde

Apressado come cru

Logo na estreia, uma batida espetacular com Eddie Irvine em Interlagos. Após outra atuação discreta em Aida, o holandês era substituído por Letho de novo. Quatro corridas depois, Verstappen pai voltava ao carro meia-dúzia, no GP da França, que terminou com uma batida besta no muro. Depois, no GP da Alemanha, foi vítima daquele incêndio monstruoso nos boxes da Benetton.

O holandês ainda obteve dois pódios em Hungaroring e Spa-Francorchamps, mas não foi o suficiente para agradar o exigente Flavio Briatore, que o mandou no olho da rua antes do GP do Japão.

Imagem: Blog do Capelli

Só sobrou o bagaço da laranja

A partir de então, a sua imagem no circo estava totalmente dilacerada. Ainda teve uma carreira longa, mas só pelas pequenas Simtek, Footwork, Tyrrell (em estado terminal, diga-se), Stewart, Arrows e Minardi.

Apesar de ser protagonista de pequenos milagres, como andar na frente de uma Ferrari com uma Simtek na Argentina em 1995 e uma atuação de gala pela Arrows na Malásia, em 2001, Jos Verstappen deixou a F1 com a imagem de um piloto desastrado que entrou prematuramente na categoria. O alerta para o filho continua…

Jean-Christophe Boullion

Mesmo fãs mais hardcore da Fórmula 1 desconhecem o nome deste sujeito. Quase ninguém lembra que ele foi piloto da Fórmula 1, mas o francês Jean-Christophe Boullion tinha condições pleitear chances melhores na categoria.

Boullion era um piloto de ego inflacionado e de uma bela namorada que servia de talismã, mas tinha capacidade técnica, pelo menos na base. Foi campeão da F3000 em 1994, derrotando Gil de Ferran. Além disso, o francês já havia testado o carro da Williams naquele ano.

Porém, o mercado da Formula 1 naquela temporada estava muito complicado e ele foi o primeiro campeão a não subir diretamente para a competição principal. Restava testar os carros do tio Frank.

Imagem: Bandeira Verde

Uma rara imagem de Boullion em uma corrida…

A sorte sorriu para Boullion quando a Sauber dispensou o baleado Karl Wendlinger, que não tinha o mesmo desempenho de antes do acidente que sofrera um ano antes em Mônaco.

Foi justamente no principado a estreia do francês. Foram 10 corridas pela equipe suíça com um quinto e um sexto lugar em Hockenheim e Monza, respectivamente. Boullion acabou dispensado antes do GP do Japão e nunca mais voltou a uma equipe titular. Restou apenas testar carros da Williams e da Tyrrell até 1998.

Longe da F1, tentou a sorte no endurance, mas também não conseguiu nenhum resultado relevante. O show ficou apenas naqueles dias de F3000.

Jean Alesi

Imagem: GPTotal

O sonho que virou pesadelo

Pode parecer bem esquisito colocar este nome nesta lista, até porque é um piloto mais bem sucedido que os seus pares na F1, mas o fato é que Jean Alesi é o típico caso estar no lugar errado na hora errada.

O siciliano que se criou na cidade francesa de Avignon era um grande fenômeno desde as categorias de base, numa época em que o automobilismo gaulês tinha uma safra enorme de pilotos. Entre 1989 e 1990, todos o apontavam como o futuro campeão da Fórmula 1.

De fato, os dois anos de Tyrrell deram razões de sobra aos seus apoiadores. Um quarto lugar na sua estreia em Paul Ricard e uma sequência muito boa de pontos. No começo de 1990, um duelo épico com Ayrton Senna nas ruas de Phoenix e dois segundos lugares nos States e em Mônaco deram grandes credenciais ao francês.

Com os holofotes em cima, não tardou para as primeiras sondagens. Frank Williams assinou um pré-contrato com o prodígio que guiaria um carro que prometia ser espetacular. Tudo caminhava bem, até Nigel Mansell anunciar sua aposentadoria após dois anos frustantes de Ferrari.

Aí entrou a Estraberria de Maranello em busca do rapaz. Alesi tinha o sonho de correr num carro vermelho desde pequeno e após ouvir a proposta, deu um ultimato ao tio Frank: “ou assine comigo agora ou vou para a Ferrari”.

O chefão da Williams queria mais tempo para negociar, pois tinha um desejo de trazer Senna para Grove. Fez de tudo para trazer o brasileiro, que optou por ficar na McLaren, no fim das contas.

Alesi não quis saber de esperar e assinou com o cavalinho rampante, com o desejo de se tornar uma lenda entre os tifosi. O problema é que a partir de 1991, a Ferrari entrou em uma das piores crises técnicas de sua história. Prost falou que o carro era um caminhão e foi demitido.

Enquanto isso, Alesi ficou no meio da bagunça e tentou fazer o que dava. A verdade é que o francês tinha um estilo meio relapso em relação a acerto dos carros e não era a pessoa mais dedicada do mundo. Assim, não havia muito como evoluir.

Imagem: Bandeira Verde

A única glória em Maranello

As coisas começaram a melhorar só em 1995, quando teve umas três chances de vencer. Conseguiu em uma delas, no Canadá, há pouco mais de 20 anos. Foram 71 corridas ao todo em Maranello. Embora tenha saído com moral entre os tifosi, a sensação não foi de dever cumprido.

Nesse tempo, a Williams chegou a ter o carro de outro mundo, viveu turbulências com a concorrência da Benetton, mas era nítido que a carreira de Alesi teria outro rumo se fosse mesmo para Grove.

O francês foi justamente para Benetton, como moeda de troca por Michael Schumacher. Foram dois anos com algumas chances de vitória, mas sempre faltava alguma coisa.

Na parte final da carreira, passagens por Sauber, Prost e Jordan, mais de duzentas corridas na carreira e uma passagem sólida na F1. Alesi foi e é respeitado até hoje por muita gente. Mas certamente poderíamos estar de olho em um multicampeão, caso ele fosse um pouco mais paciente naqueles dias dos meados de 1990.

Barman da Velocidade – Episódio 4 – 24 horas de Le Mans

Olá pessoal. Estamos com um novo programa no ar. Hoje falamos sobre as 24 horas de Le Mans.

Imagem: Grande Prêmio

Porsche vingadora, Senhores dos Anéis se enrolam, Toyota figurante, domínio na P2, surpresas na GT e a Nissan… Ah, Nissan…


• Porsche volta ao topo
o Dobradinha em grande estilo
o Terceiro carro garantindo a festa
o Nico Hulkenberg: a Fórmula 1 pode abrir mão dele?
o Intercâmbio entre F1 e Le Mans: sadio para todos
• Acabou a festa da Audi
o Batida do #8 no começo
o Problemas de suspensão no #9
o Audi #7 salvo, mais pelo Lotterer
• Toyota discreta demais
• Nissan tomando ferro de tudo quanto é jeito
o Carro revolucionário, mas performance pífia
• LMP2: KCMG #47 dominou geral
o Redenção de Lapierre
o Pipo Derani chegou em quarto na classe
• GTE Pro: Corvette contra tudo e contra todos
o Batida de Jan Magnussen nos treinos
o Aston Martin e Ferrari ficaram pelo caminho
o Fernando Rees ficou sem freios e a batida com o LMP2 de Tristan Gommendy
o #64 sobreviveu
• GTE Am: Dalla Lana entrega a vitória para a Ferrari russa
o Aston Martin #98 dominava, mas o canadense bateu na última hora
o Ferrari #72 da SMP aproveitou e festejou
o Patrick Dempsey chegou em segundo!

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Podcast Café com Velocidade – 24 horas de Le Mans

Olá pessoal! Aproveito para divulgar o podcast do qual participei nesta quarta-feira com um monte de feras da internet brasileira.

Tive a honra de ser convidado para o especial do Café com Velocidade sobre as 24 horas de Le Mans, onde estive acompanhado dos hosts do programa, Thiago Raposo e Fábio Campos, o Daniel Gimenes, do Loucos pelos Loucos, o Vinícius Afonso, do Bandeirada, além de Carlos del Valle e Joshue Fusinato, do Podcast F1 Brasil.

Para acompanhar, basta clicar aqui.

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Abraço!

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